Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

148- Salmo de Louvor a Deus

Hoje amanheci sentindo uma enorme inclinação para Louvar e agradecer a Deus por ter vivido emoções maravilhosas durante o sono, não sei definir se foram frutos de um sonho, de uma sintonia ou da imaginação e fantasia. Por coincidência (será?) foi colhido no Jardim Internet esta flor:

A Bíblia constantemente exorta o povo de Deus a louvar o Senhor. O AT emprega três palavras básicas para conclamar os israelitas a louvarem a Deus: a palavra barak (também traduzida "bendizer"); a palavra balal (da qual deriva a palavra "aleluia", que literalmente significa "louvai ao Senhor"); e a palavra yadah (às vezes traduzida por "Dar Graças" )



Salmo 148
Cântico das criaturas
Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro,
a bênção, a honra, a glória e o poder pelos séculos dos séculos (Ap 5,13).
Louvai ao Senhor do alto dos céus,
* louvai-O nas alturas.
*Louvai-O, todos os seus anjos,
* louvai-O, todos os seus exércitos.
*Louvai-O, sol e lua,
* louvai-O, todos os astros luminosos.
*Louvai-O, céus dos céus, e águas que estais acima dos céus.
*Louvem todos o nome do Senhor, porque às suas ordens todos foram criados. Ele os fixou para sempre, deu-lhes uma lei que jamais passará.
*Da terra, louvai o Senhor, monstros marinhos e todos os abismos; ogo e granizo, neve e neblina, vento de tempestade que realiza a sua palavra; montanhas e colinas, árvores de fruto e todos os cedros; feras e animais domésticos, répteis e pássaros que voam;
*reis e povos do mundo, † príncipes e todos os juízes da terra, jovens e donzelas, velhos e crianças, louvem todos o nome do Senhor, porque o seu nome é sublime. A sua majestade está acima do céu e da terra, e exaltou a força do seu povo.
*Louvem-n’O todos os seus fiéis, os filhos de Israel, seu povo eleito

MÉTODOS DE LOUVOR
Há várias maneiras de se louvar a Deus.
*O louvor é algo fundamental na adoração coletiva prestada pelo povo de Deus (Sl.100:4 )
*Tanto na adoração coletiva como noutros casos, uma maneira de louvar a Deus é cantar salmos, hinos e cânticos espirituais (Sl.96:1,4; 147:1; Ef 5:19,20; Cl 3:16,17). O cântico de louvor pode ser com a mente (em idiomas humanos conhecidos) ou com espírito ( em línguas; 1Co 14:14-16 ).
*O louvor mediante instrumentos musicais. Neste particular o AT menciona instrumentos variados, de sopro, como chifre de carneiro e trombetas (1 Cr 15.28: Sl 150.3), flauta (1Sm 10.5; Sl 150.4), instrumentos de cordas, como harpa e lira ( 1 Cr 13.8: Sl 149.3; 150.3), e instrumentos de percussão, como tamborins e címbalos (Êx 15.20; Sl 150.4,5).
*Podemos, também, louvar a Deus, ao falar ao nosso próximo das maravilhas de Deus para conosco, pessoalmente. Davi, por exemplo, depois da experiência do perdão divino, estava ansioso para relatar aos outros, o que o Senhor fizera por ele ( 51.12,13.15 ). Outros escritores bíblicos nos exortam a declarar a glória e louvor de Deus, na congregação do seu povo ( 22.22-25;111.1;Hb 2.12 ) e entre as nações
( 18.49;96.3,4; Is 42.10-12 ). Pedro conclama o povo de Deus " para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz " ( 1 Pe 2.9 ). Noutras palavras, a obra missionária é um meio de louvar a Deus.
*Finalmente, o crente que vive a sua vida para a glória de Deus está a louvar ao Senhor. Jesus nos relembra que quando o crente faz brilhar a sua luz, o povo vê as suas boas obras e glorifica e louva a Deus ( Mt 5.16;Jo 15.8 ). De modo semelhante, Paulo também mostra que uma vida cheia de frutos da justiça louva a Deus ( Fp 1.11 ).

MOTIVOS PARA LOUVAR A DEUS
Por que o povo louva ao Senhor:
1-Uma das evidentes razões vem do esplendor, glória e majestade do nosso Deus, aquele que criou os céus e a terra ( 96.4-6;145.3;148.13 ), aquele a quem devemos exaltar na sua santidade ( 99.3; Is 6.3 ).
2-A nossa experiência dos atos poderosos de Deus, especialmente dos seus atos de salvação e de redenção, é uma razão extraordinária para louvarmos ao seu nome ( 96.1-3; 106.1,2; 148.14;
150.2; Lc 1.68-75; 2.14,20 ); deste modo, louvamos a Deus pela sua misericórdia, graça e amor imutáveis ( 57.9,10; 89.1,2; 117; 145.8-10; Ef 1.6 ).
3-Também devemos louvar a Deus por todos os seus atos de livramento em nossa vida, tais como livramento de inimigos ou cura de enfermidade (9.1-5; 40. 1-3; 59.16; 124; Jr 20.13; Lc 13.1; At3.7-9 ).
4-Finalmente, o cuidado providente de Deus para conosco, dia após dia, tanto material como espiritualmente, é uma grandiosa razão para louvarmos e bendizermos o seu nome ( 68.19; 103; 147; Is 63.7 ).
Rogério F. Barros



Louvor e Graças Vos dou meu Deus por todos os dias ter oportunidade de viver e ter sensações emocionantes; de aprender, crescer espiritualmente, pessoalmente e profissionalmente, de poder ajudar, aliviar, consolar ou ser útil a alguém; Por ter um teto para me abrigar, roupa para me agasalhar, pão para matar a fome, água para saciar a sede, brisa para me refrescar no calor, um emprego para prover as minhas necessidades e as de quem me é próximo; por ter amigos, por ter encontrado a minha Alma-Gêmea complementar e ter tido o privilégio e a bênção de viver momentos emocionantes maravilhosamente mágicos ditados pelo amor, por saber ler e escrever, por ter saúde e um corpo perfeito, por poder jogar volley, poder dispor de todos os sentidos para apreciar e desfrutar as belezas e prazeres da vida, do espírito, da natureza e do Universo; por ter imaginação, criatividade e sensibilidade sob a supervisão da razão, para manutenção da sanidade mental.
Obrigada meu Deus porque estás sempre junto de mim, mesmo quando minhas ações são contrárias a sua vontade ou quando eu cometo erros usando o meu livre arbítrio para decidir ou ainda quando injustamente me deixo levar pela revolta ditada pela frustração e decepção de querer algo e não conseguir, sem pensar que talvez não fosse o melhor para mim.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Imaginação...o limiar entre a razão e a loucura do amor

A nossa imaginação é muito fértil, principalmente nas pessoas tímidas, introvertidas e/ou românticas, anda de mãos dadas com a criatividade e com a genialidade, mas também está presente em algumas doenças mentais, quando se distanciam muito da realidade, embora nem sempre por estar fora da realidade seja um distúrbio mental, às vezes está fora do contexto do momento, mas pode estar bem inserida num outro contexto no amanhã, pois a ficção científica de hoje poderá ser a realidade ou o futuro do amanhã.
Segundo o fruto colhido no pomar Internet:

AS MODALIDADES DE IMAGINAÇÃO
Partindo da diferença entre imaginação reprodutora e imaginação criadora, podemos distinguir várias modalidades de imaginação:
1-imaginação reprodutora propriamente dita, isto é, a imaginação que toma suas imagens da percepção e da memória;
2-imaginação evocadora, que presentifica o ausente por meio de imagens com forte tonalidade afetiva;
3-imaginação irrealizadora, que torna ausente o presente e nos coloca vivendo numa outra realidade que é só nossa, como no sonho, no devaneio e no brinquedo. Esta imaginação tem forte tonalidade mágica;
4-imaginação fabulosa, de caráter social ou coletivo, que cria os mitos e as lendas pelos quais uma sociedade, um grupo social ou uma comunidade imaginam sua própria origem e a origem de todas as coisas, oferecendo uma explicação para seu presente e sobretudo para a morte. Aqui, a imaginação cria imagens simbólicas para o bem e o mal, o justo e o injusto, o puro e o impuro, o belo e o feio, o mortal e o imortal, o tempo e a Natureza pela referência às divindades e aos heróis criadores; explica os males desta vida por faltas originárias cometidas pelos humanos [o pecado original, por exemplo] e promete uma vida futura feliz, após a morte. É a imaginação religiosa;
5-imaginação criadora, que inventa ou cria o novo nas artes, nas ciências, nas técnicas e na Filosofia. Aqui, combinam-se elementos afetivos, intelectuais e culturais que preparam as condições para que algo novo seja criado e que só existia, primeiro, como imagem prospectiva ou como possibilidade aberta. A imaginação criadora pede auxílio à percepção, à memória, às idéias existentes, à imaginação reprodutora e evocadora para cumprir-se como criação ou invenção.
http://www.discursus.hpg.ig.com.br/javanes/imaginac.htm


É lógico que, na óptica da Razão, se toco sua pele, te sinto... É REAL!Mas a Loucura vai mais além e diz: Nossos corações nos momentos de minhas loucuras fantasiosas, pulsam forte... É REAL!
O AMOR foi feito para ser vivido, não pensado e menos ainda analisado...É o maior de todos os sentimentos e merece um colorido especial que vem da loucura e suas fantasias... A Razão, na maioria das vezes desconhece a loucura que é o verdadeiro AMOR!A RAZÃO não conhece todas as armadilhas da loucura, ela se opõe a imaginação da LOUCURA, buscando raciocínio em tudo. Sempre preocupada com o que vai acontecer, ponderando as situações, planejando cada instante.


A LOUCURA EM SUAS FANTASIAS É ADRENALINA, É COMBUSTÍVEL,É A MAIS PURA RAZÃO QUE AGRADA AO CORAÇÃO E FAZ BEM À ALMA
O limite da Razão não é loucura é o tempero exato, sempre que a razão se deixa levar pelas imprudências exageradas é ai que a loucura se instala.Então, VIVA A LOUCURA! Porque é ela quem faz seu coração pulsar mais forte...É em nome dela que os amantes saem cantando na chuva, fazendo serenatas, gritando ao mundo sua paixão... Sem medo, sem vergonha!!!!A Loucura no Amor é nada mais que as fantasias, os sonhos, os desejos...A Razão é centrada, 100% ajuizada e sensatez demais estraga. Por isso a necessidade vital das fantasias vindo do íntimo dos desejos com grande imaginação...Maria Barros e José Araújo dos Santos
O Amor Lírico É Ilusão e Loucura Abundam na literatura as referências ao carácter louco do amor. «Aquele que tiver o amor dentro de si, é louco», diz Sófocles. E, na mesma linha, Shakespeare: «Amantes e loucos têm cérebros tão fervilhantes, tão cheios de fantasias, que superam tudo o que a fria razão pode entender.» Ou William Congreve: «Se não é amor, é loucura, logo é perdoável». Insensatez, declarações impensáveis, embriaguez sentimental, visão colorida da realidade. Ilusão. É sobre isso que também Marcel Proust escreveu: «Quando o amor é muito grande, é inimaginavelmente pequeno o papel da mulher real.». Ou: «O amor é um exemplo flagrante do pouco que a realidade é para nós». Mas há outra perspectiva, em que ele deixa de ser loucura. O amor pode ser poesia extrema, enamoramento, capacidade de ver a vida e o ser amado à luz do maravilhoso. «O sol chamejante mostra que sobre todos, ó Amor, tu és o único governante», diz Eurípedes. «A vida mundana é um reflexo insignificante do que se passa no amor», diz Proust. «O amor é a suprema poesia da natureza», diz Novalis. «Ficar apaixonado corresponde ao desejo de ver o mundo com outros olhos», diz Alberoni. O problema, e a verdadeira loucura, estão noutro tipo de amores: no amor ao dinheiro e ao poder, no amor ao superficial, no amor deslocado ao eu (egoísmo), no amor a certas ideias de Deus (fonte de actos terroristas como o 11 de Setembro)…


Citações:


1-"O Amor é Louco Os limites de uma parede são incapazes de conter o amor, e o que o amor pode fazer, o amor não deixa de ousar".
William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Romeu e Julieta
2-Sabíamos que as paixões podiam alucinar, mas convém também dizer que podem iluminar".

E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V; edição portuguesa: Europa-América
3- "Amantes e loucos têm cérebros tão fervilhantes, tão cheios de fantasias, que superam tudo o que a fria razão pode entender".
William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Sonho de Uma noite de Verão
4- "O louco, o enamorado e o poeta são filhos da imaginação. Um vê mais demónios do que aqueles que o inferno pode conter: é o louco. O apaixonado, igualmente frenético, vê a beleza de Helena num frontispício egípcio; o olhar do poeta, esse, animado por um belo delírio, transporta o céu para a Terra e a Terra para o céu.
William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Sonho de uma noite de Verão
5- "O desejo do amor enfeitiça e enlouquece o coração da vítima sobre a qual se lança. Enfeitiça os leões caçadores da montanha, os animais do mar, o homem, e todas as criaturas que a Terra alimenta".
Eurípedes, 480-406 a. C., poeta e dramaturgo grego, Hipólito
http://www.loveessaysbook.com/Amor-Romantico/Amor-Loucura.htm

Diário de um Cão…

Porque gosto muito de cães transcrevo este "diário" na esperança de tocar o coração e a consciência de quem passe por aqui, para que os animais não sejam maltratados:
"Hoje, eu nasci…Tão frágil… Tão pequenino… Que impressão!
Completo hoje uma semana de vida. Estou feliz por ter chegado são e salvo a este mundo!
1º Mês:A minha mãe cuida tão bem de mim!
2 Meses: Hoje separaram-me da minha mãe. Olhei para ela, estava inquieta. Com o seu olhar, disse-me “adeus”.
Espero que a minha nova família humana goste de mim e me trate tão bem como a minha mamã o fez!
4 Meses: Cresci rápido! Tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa. São como “irmãozinhos” para mim! Estamos sempre a brincar: eles puxam-me o rabo e eu mordo-os, mas sem os aleijar, claro! É só a brincar!
5 Meses: Hoje deram-me uma “bronca”. A minha dona ficou aborrecida comigo porque eu fiz “pipi” dentro de casa. Mas nunca ninguém me ensinou onde podia fazê-lo… Além disso, durmo no hall de entrada. Estava tão aflitinho que não deu para aguentar…
8 Meses: Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar, sinto-me tão seguro, tão protegido… Acho que a minha família humana me ama e permite que eu faça muitas coisas! O pátio é todinho para mim e, por vezes, entusiasmo-me e cavo a terra toda tal como os meus antepassados, os lobos, quando escondiam a comida. Nunca me educam. Acho que devo estar a fazer tudo direitinho!
12 Meses: Hoje completo um ano. Sou um cão adulto!
Os meus donos dizem que cresci mais do que eles estavam à espera. Devem estar mesmo orgulhosos de mim!
13 Meses: Hoje acorrentaram-me… Quase não me posso movimentar. Mal consigo procurar um raio de sol ou abrigar-me à sombra, se o calor for demasiado. Dizem que vão estar de olho em mim e que sou um ingrato. Não faço ideia do que poderá estar a acontecer…
15 Meses: Já nada é como dantes. Moro na varanda sozinho. Sinto-me muito só… A minha família já não me quer! Às vezes, esquecem-se de que tenho fome e sede. E quando chove, nem sequer tenho um tecto que me abrigue…
16 Meses: Hoje desceram-me da varanda. Estou certo de que me perdoaram! Fiquei tão contente que saltitei de alegria. Até o meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me para passear com eles!
Fomos para a estrada e, de repente, os meus donos pararam o automóvel. Abriram a porta e eu desci, feliz, a pensar que íamos passar o dia em família, no campo. Não compreendo por que fecharam a porta e se foram embora sem mim…
-“Ouçam, esperem!”, lati vezes sem conta.
Esqueceram-se de mim… Corri com todas as minhas forças atrás do carro. A minha angústia crescia ao perceber que não paravam e que estava a perder o fôlego. Esqueceram-se mesmo de mim… Como poderá ter acontecido?
17 Meses: Procurei, em vão, encontrar o caminho de volta para casa. Estou e sinto-me perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão alguma coisa para comer. Agradeço-lhes com o meu olhar, do fundo da minha alma. Quem me dera que alguma me adoptasse… Seria leal como ninguém. Mas apenas murmuram: “Pobre cãozinho! Deve ter-se perdido!”
18 Meses: Hoje passei perto de uma escola e vi muitos jovens e crianças que me lembraram os “irmãozinhos” que ganhei na minha família adoptiva. Aproximei-me, e um grupo deles, rindo, atirou-me com pedras só para ver quem tinha “melhor pontaria”. Uma dessas pedras atingiu-me num olho e desde então que não vejo dele.
19 Meses: Como as coisas mudam… Parece mentira! Quando era mais bonito, as pessoas tinham compaixão de mim. Agora estou muito fraco, o meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas mostram-me logo um pau ou uma vassoura quando tento deitar-me um pouco à sombra.
20 Meses: Quase não consigo mexer-me! Hoje, quando estava para atravessar a estrada, fui atropelado por um carro. Eu ainda estava num lugar a que seguro a que chamam “passeio”, à espera, e nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se vangloriou por me ter acertado. Mais valia que me tivesse matado ali. A dor é terrível! É praticamente insuportável!
As minhas patas traseiras não me obedecem. Não mexem… Com grande dificuldade, arrastei-me até à relva ali perto.
Há 10 dias que estou ao sol, ao frio, à chuva, sempre sem comer. Já não sou capaz de me mexer. A dor é insuportável! Sinto-me muito mal. Estou num lugar húmido e até o meu pêlo está a cair…
Algumas pessoas passam e nem me vêem. Outras dizem apenas “Não chegues perto!”
Já estou quase inconsciente mas algo estranho me dá força para abrir os olhos. A doçura da voz fez-me reagir: “Pobre cãozinho, olha como te deixaram…”
Junto dela estava um senhor de bata branca. Começou a tocar em mim, e por fim disse: “Sinto muito, senhora, mas já não há nada a fazer. É melhor que páre de sofrer.”
A gentil senhora, com as lágrimas no rosto, concordou. Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe por me ajudar a descansar. Senti apenas a picada da injecção e adormeci para sempre, a pensar em por que tive de nascer se ninguém me queria…
Ajude a abrir as consciências dos ignorantes e, assim, acabar com os maus tratos aos animais, nomeadamente com o problema dos gatos e cães de rua.
Obrigada!
"
(Recebido por correio eletrônico no formato PPT:Adaptação de documento brasileiro. SB.)

A aceitação do inevitável amplia o nosso horizonte

Num "passeio" pelo mundo da Internet a descoberta de um texto que veio acrescentar mais um ponto de reflexão para estar mais próximo do encontro com o Eu interior, porque descreve uma experiência pessoal vivida em tempos, anterior ao relato encontrado, quando diante de uma decisão conflituosa a ser tomada, sentimentos de revolta, indignação, ressentimento, frustração tornavam a decisão difícil de ser tomada e que fosse a correta, somente após a aceitação do inevitável, igual a cena de Jesus na Cruz "Pai em Tuas mãos entrego o meu espírito", é que a decisão foi tomada, nesse momento a serenidade tomou conta do espírito e tudo se modificou, toda a ira, medos, revolta, frustração, transformou-se numa força e energia necessária para vencer os obstáculos que seriam encontrados eque apontou o rumo a seguir.

A c e i t a ç ã o =>O início da transformação
A primeira impressão que temos quando ouvimos ou pensamos em aceitar, seja uma pessoa, um fato ou uma circunstância é de que estaremos nos submetendo ou nos subjugando, desistindo de lutar, sendo fracos.
De verdade, se quisermos modificar qualquer aspecto da nossa vida e de nós mesmos, devemos começar aceitando.
A aceitação é detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar
É difícil aceitar uma perda
material ou afetiva; uma dificuldade financeira; uma doença; uma humilhação; uma traição
Mas a aceitação é um ato de força interior, sabedoria e humildade, pois existem inúmeras situações que não estão sob o nosso controle
As pessoas são como são, dificilmente mudam.
Não podemos contar com isso. A única pessoa que podemos mudar, somos nós mesmos, portanto, se não houver aceitação, o que estaremos fazendo é insensato, é insano.
Ser resistente, brigar, revoltar-se, negar, deprimir, desesperar, indignar-se, culpar, culpar-se são reações emocionais carregadas de raiva. Raiva do outro, raiva de si mesmo, raiva da vida. E a raiva destrói, desagrega.
A aceitação é uma força que desconhecemos porque somos condicionados a lutar, a esbravejar, a brigar.
Aceitar não é desistir, nem tão pouco resignar-se. Aceitar é estar lúcido do momento presente e se assim a vida se apresenta, assim deve ser.
Tudo está coordenado pela Lei da ação e reação.
No instante em que aceitamos, desmaterializamos situações que foram criadas por nós, soluções surgem naturalmente através da intuição ou fatos trazem as respostas e as saídas para o problema.
Tudo é movimento. Nada é permanente.
A nossa tendência “natural” é resistir, não aceitar, combater tudo o que nos contraria e o que nos gera sofrimento. Dessa forma prolongamos a situação. Resistir só nos mantém presos dentro da situação desconfortável, muitas vezes perpetuando e tornando tudo mais complicado e pesado.
Quando não aceitamos nos tornamos amargos, revoltados,frustrados, insatisfeitos, cheios de rancor e tristeza, e esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades, nunca trazem solução.
Aceitar é expandir a consciência e encontrar respostas, soluções, alívio. Aceitar é o que nos leva à Fé. É fundamental entender que aceitar não significa desistir e seguir adiante com otimismo.
Ter muitos propósitos a serem atingidos é nossa atitude saudável diante da vida
Aceitar se refere ao momento presente, ao agora.
No instante que você aceita, você se entrega ao que a vida quer-lhe oferecer. Novas idéias surgem para prosseguir na direção desejada, saindo do sofrimento. (Ana Cristina Pereira )
http://karinizumi.wordpress.com

Diante de uma situação menos favorável, o primeiro passo é realmente aceitar o inevitável, a partir daí abre-se uma janela, amplia-se o nosso horizonte e vislumbramos o caminho a ser trilhado.

Respeitar a vida e seguir em frente ...semente de felicidade!

A felicidade é a meta a ser alcançada por todos, mas a felicidade precisa ser cultivada, respeitar a vida é a semente que dará o fruto da felicidade, como mostra a mensagem recebida por correio eletrônico:
Curve-se diante da beleza da vida. Respeite-a. Ame-a.
Cale a voz negativa. Renda sua homenagem ao Criador de tudo. Ele merece.
Um poder infinito, um amor sem fronteiras, tudo fez. Imagine-se dentro desse contexto maravilhoso.
Vibre com a vida.
Dobre-se diante da grande beleza.
O deslumbrante espetáculo da vida é construído pelo mesmo Deus que habita em você.
( Do Livro "Sementes de Felicidade", 45, de Lourival Lopes )

Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo.
Olha para trás, para toda a jornada: os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê a sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência. Você pode apenas ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece, porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano. Mas tornar-se oceano.
Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento.
Assim somos nós. Voltar é impossível na existência. Você pode ir em frente e se arriscar . Coragem!
Torne-se OCEANO !!!

Osho

LAVANDO A CONSCIÊNCIA...uma lição a aprender!

As ações e decisões tem que serem efetuadas no momento, quando passa o momento, já não há nada a fazer a não ser tentar "lavar a consciência" como mostra esta história recebida no correio eletrônico:
O ano era 1727. Em uma pequena cidade no interior da Inglaterra.
Chovia muito naquele dia. Na livraria, a única da cidade, um senhor em avançada idade, entre crises de tosse, pois sofria de asma, colocava livros em algumas caixas e ajeitava outros nas estantes, preparando a loja para ser aberta. No balcão um jovem com 18 anos, rosto redondo, lia compenetrado. Tão compenetrado estava que, ao menos assim parecia, sequer notava as seguidas crises de tosse do velho senhor. - Sammuel, - disse o senhor - hoje é dia de feira. Você poderia ir em meu lugar. Pelo menos uma vez.
O jovem Sammuel, parecia realmente tão absorto em sua leitura que não mostrou nenhuma reação. Então, o velho senhor continuou, entre muita tosse, o seu trabalho de ajeitar os livros. Alguns nas caixas, outros nas estantes.
- Sammuel, - o senhor voltou a falar - a chuva está muito forte. Com toda a certeza será prejudicial à minha saúde. Pelo menos hoje você poderia levar os livros à feira.
E Sammuel, continuou sua leitura.
Mais uma vez o velho, já colocando a caixa de livros à porta, pediu ao jovem, - Sammuel, está na hora do cocho. Por favor, vá à feira em meu lugar.
E mais uma vez não obteve resposta. Apanhou a pesada caixa e partiu.
O ano era 1777. Em uma pequena cidade no interior da Inglaterra.
Chovia muito naquele dia. Próximo à feira, estaciona uma elegante carruagem e dela desembarca um senhor. Elegante, rosto redondo, sem se proteger caminha até uma abandonada barraca, e ali permanece. Passam-se horas. As pessoas que circulam estranham aquele excêntrico senhor, imóvel junto à uma abandonada barraca, sem nenhuma proteção, debaixo daquela insistente chuva.
Ao final da manhã, o homem recoloca o chapéu na cabeça e caminha, à lentos passos, de volta à carruagem.
Ao chegar à hospedaria, a senhora que o recebe lhe indaga, - Dr. Sammuel, que idéia foi essa? Segundo eu soube o senhor ficou todo este tempo na feira, debaixo desta chuva...
- Minha senhora, há exatos cinqüenta anos, meu pai morreu, vitimado por uma crise de asma. Eu, displicente e preguiçoso, nada fiz que pudesse ter lhe ajudado. Espero que com esta humilhação pública eu consiga lavar minha consciência, livrando-a deste enorme e pesado fardo.
Eu ouvi esta história há alguns dias. Infelizmente não me recordo do nome de quem a narrou.
É a história de Sammuel Johnson (1709-1784). Escritor, novelista, dramaturgo, biógrafo e editor.

Esta história nos faz refletir que o momento de decidir ou de agir é no agora, porque "águas passadas não movem moinho", o depois ditado pela preguiça ou displicência pode acarretar consequências nefastas e desastrosas na nossa vida e por mais que nos castiguemos nunca conseguiremos "lavar a nossa consciência" ou redimirmos de nossas culpas e responsabilidades.

Pedra na Estrada...Lição para lidar com os obstáculos

A vida coloca obstáculos ao longo do caminho, a forma como se lida com esses obstáculos mostra o grau de empenho na resolução dos mesmos. Uma mensagem recebida por correio eletrônico dizia:
Havia um sábio que não poupava esforços para ensinar bons hábitos a seu povo. Frequentemente fazia coisas que pareciam estranhas e inúteis; mas tudo que fazia era para ensinar o povo a ser trabalhador e cauteloso...ele dizia:
"Nada de bom pode vir a uma nação cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas. Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os problemas por conta própria".
Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada. Depois foi se esconder atrás de uma cerca, e esperou para ver o que acontecia.
Primeiro veio um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes que ele levava para moagem na usina. - Quem já viu tamanho destino? - disse ele contrariadamente, enquanto desviava sua carroça e contornava a pedra.
- Por que esses preguiçosos não mandam retirar essa pedra da estrada? E continuou reclamando da inutilidade dos outros, mas sem ao menos tocar, ele próprio, na pedra.
Logo depois, um jovem soldado, veio cantando pela estrada. Ele pensava na maravilhosa coragem que mostraria na guerra e não viu a pedra.Tropeçou nela e se estatelou no chão poeirento. Ergue-se, sacodiu a poeira da roupa, pegou a espada e enfureceu-se com os preguiçosos que insensatamente haviam largado uma pedra imensa na estrada. Ele também se afastou, sem pensar uma única vez que ele próprio poderia retirar a pedra.
Assim correu o dia. Todos que por alí passavam reclamavam e resmungavam por causa da pedra colocada na estrada, mas ninguém a tocava.
Finalmente, ao cair da noite, a filha do moleiro por lá passou. Era muito trabalhadora, e estava cansada, pois desde cedo andava ocupada no moinho. Mas disse a si mesma:
- Já está quase escurecendo, alguém pode tropeçar nesta pedra à noite e se ferir gravemente. Vou tirá-la do caminho. E tentou arrastar dalí a pedra.
Era muito pesada, mas a moça empurrou, e empurrou, e puxou, e inclinou, até que conseguiu retirá-la do lugar. Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra. Ergueu a caixa. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Havia na tampa os seguintes dizeres: "Esta caixa pertence a quem retirar a pedra." Ela abriu a caixa e descobriu que estava cheia de ouro.
A filha do moleiro foi para casa com o coração feliz.
Quando o fazendeiro e o soldado e todos os outros ouviram o que havia ocorrido, juntaram-se em torno do local na estrada onde a pedra estava. Revolveram o pó da estrada com os pés, na esperança de encontrar um pedaço de ouro.
Então o sábio falou:- Meus amigos, com frequência encontramos obstáculos e fardos no caminho. Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles se assim preferirmos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam. A decepção é normalmente o preço da preguiça. "Que os Anjos iluminem seus caminhos"