Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

Sua visita me deixou  muito feliz...

Amor & Emoção x Razão


sábado, 16 de julho de 2011

Terapia do elogio...um pagamento psicológico!

Recebi um PPT enviado pelo ConReiki, que me fez recordar que outrora, num passado longínquo, durante uma fase da vida pratiquei a "terapia do elogio" tema desta apresentação, só que eu chamava de "pagamento psicológico" uma expressão que adaptei depois de ter lido em algum sítio e ter gostado, onde eu aproveitava sempre a ocasião para elogiar alguém ou algo que eu presenciasse de bom, interessante, belo ou criativo. Lembro também que nessa altura eu sentia uma energia positiva ao meu redor, pelos sorrisos que recebia em troca, mas depois fui me deixando enredar pelas mágoas, decepções, frustrações geradas pelas mentiras, falsidades, veneno e ruidade das pessoas com quem ia contactando e assim passei a só enxergar os defeitos das novas pessoas que foram surgindo durante a caminhada, tecendo críticas, por vezes, implacáveis, sem fazer um mínimo esforço para apreciar suas qualidades, muito menos tecer elogios, estes passaram a ser escassos e assim mesmo só aqueles a quem eu tivesse uma profunda estima, intimidade ou confiança, antes eram feitos até a desconhecidos que acabara de conhecer, mas que de alguma forma despertava automaticamente o desejo de fazer-lhes um elogio, sincero, sem nenhum interesse por trás, a não ser desencadear um sorriso.


Terapia do elogio

Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras (talvez de outras famílias pelo mundo) estão cada vez mais frios, não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas.
As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando... os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.
A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda.
Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando,
amigos, etc.
Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência, são pessoas que têm a obrigação de cuidar do corpo e do rosto.
Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias. A falta de diálogo em seus lares,
o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios.
Destróem seus casamentos, e acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.
Comecemos a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados.
Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras,
o comportamento de nossos filhos.
Vamos observar o que as pessoas gostam.
O bom profissional, o bom filho, o bom pai ou a boa mãe, o bom amigo, a boa dona de casa,
A mulher e o homem que se cuidam... enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro,
é impossível se viver sozinho.
e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.
Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?
Então elogie alguém hoje!

Eu começo!!!
Você é muito especial e com certeza o mundo é mais bonito... por causa de você!

Arthur Nogueira – Psicólogo
(PPT formatodo por Fernando S Loureiro)

Encerrando ciclos...

...Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final..
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais?
Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.
Pode dizer para si que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração..
.... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.
Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa, nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil,mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu própria, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te :
“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão”
(Fernando Pessoa)
(Transcrito de um PPT recebido por correio eletrônico)

Deus me pediu...Uma pétala colhida no Jardim Internet



DEUS ME PEDIU 
Deus me pediu um poema sobre as Belezas da Criação, e eu me coloquei a falar das coisas que Ele criou...
 Falei do sol... Senti Suas mãos me aquecendo... 
Falei da lua... Senti Seu brilho me envolvendo... 
Falei da noite... Senti sobre mim Seu manto de estrelas... 
Falei de todo o verde do planeta... Senti Seu sopro de esperança...
Falei das águas... Senti Seu mergulho no mistério do meu coração...
Falei do céu... Senti Seu azul a me proteger... 
Falei do fogo... Senti Sua chama queimando-me as mágoas... 
Falei do ar... Senti Seu sopro divino a me renovar... 
Aqui está o poema que pediste, espero que aproves tudo o que escrevi. 
Deus responde: "Prossegue... tu não falaste de ti". 
Silvia Schmidt ...a palavra de Deus é viva e poderosa e corta mais do que qualquer espada afiada dos dois lados. Ela vai até o lugar mais fundo da alma e do espírito, vai até o íntimo das pessoas e julga os desejos e pensamentos do coração delas.(Hebreus 4:12) 
(Recebido por correio eletrônico sem autor, porém segundo pesquisa conseguiu-se encontrar)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Ore com fé...e terá a maravilhosa sensação de ver um milagre acontecer!

Recados Para Orkut




Transcrevo (depois de ter reenviado para os contactos do correio eletrônico) esta oração recebida no correio eletrônico, como sendo "corrente de intenções", não que tenha sido ela que tenha operado o milagre, pois ainda não a tinha lido e nem enviado (no mail que continha esta oração dizia para repassar e que obteria um milagre) quando recebera o mail, mas porque fortalece a fé quando esta pode estar enfraquecida e pode ser o seu caso neste momento.

Li no preciso momento em que acabara de receber um mail que aguardava há meses e que no mesmo dia havia pensado que poderia não chegar mais (fraquejando na minha fé e confiança na palavra de Deus (mostrando que tudo acontece no momento certo de acontecer, tempo de Deus e não o nosso) .


ORE COM FÉ
"Deus move o céu inteiro naquilo que o ser humano é incapaz de fazer. Mas não move uma palha naquilo que a capacidade humana pode resolver."
Deus está no controle
POR FAVOR, LER COM FÉ.
Esta é uma oração impressionante. Crê simplesmente Nele e serás abençoado.
Lucas 18:27 O problema com muitos de nós é que não cremos que Deus abrirá uma janela e derramará bênçãos sem medidas na vida de cada um, que não teremos lugar nem sabemos como recebê-las. Proponho a qualquer pessoa a provar a Deus. Ele é fiel em sua palavra. Deus não pode mentir e suas promessas são seguras. Três coisas lhe sucederão esta semana que vem: (1) Você terá ajuda de alguém de quem não espera; (2) Você será demasiado relevante para ser ignorado; (3) Você terá um encontro com Deus e você jamais será o mesmo.
A oração por você hoje é: “Que os olhos que lêem esta mensagem não vejam mal algum ao redor, As mãos que enviarão esta mensagem a outros não trabalhem em vão, A boca que diz Amém a esta oração reine para sempre”.
Permaneça no amor a Deus enviando esta oração a todos em sua lista. Tenha uma viagem fascinante pela vida no amor a Jesus Cristo. Confie no Senhor de todo seu coração pois Ele nunca falha e é fiel em suas promessas.
Se você necessita de verdade de uma bênção, continue lendo este e-mail:
Pai Divino, Deus amável e piedoso, te rogo que abençoes abundantemente a minha família e a mim. Sei que o Senhor reconhece que uma família é mais que uma mãe, pai, irmã, irmão, esposo e esposa, para todos os que crêem e confiam em Ti. Pai peço a ti Senhor, bênçãos e graças não somente para a pessoa que me enviou esta oração, mas também para mim e para todos a quem enviei esta mensagem. E que a força da união em oração daqueles que crêem e confiam no Senhor seja mais poderosa que qualquer outra coisa. Agradeço-te de todo coração e com a certeza que as tuas bênçãos chegarão à minha vida. Deus Pai, livra a pessoa que lê esta oração agora, de dívidas e de preocupações por causas de dívidas. Envia a tua sabedoria santa para que eu possa ser um bom administrador sobre tudo quanto o Senhor me tem dado e proporcionado, pois sei que És maravilhoso e poderoso e se Te obedecermos e caminharmos em tua palavra tenhamos fé mesmo que do tamanho de um grão de mostarda, o Senhor derramará as tuas bênçãos sobre nós. Agradeço-te Senhor pelas bênçãos já recebidas e por aquelas que hei de receber porque sei que ainda tens muito para fazer por mim e muito mais que nem eu consigo sequer imaginar. Em nome de Jesus Cristo nosso Salvador, te rogo. Amém.
TOME 60 SEGUNDOS e envie esta mensagem rapidamente e em horas, você terá feito com que uma corrente de muitas pessoas ore a Deus, uns pelos outros. Então, agora sente e observe o poder de Deus trabalhando em sua vida por teres feito a coisa que você sabe que Ele ama. Seja Abençoado!
Concentre-se nas frases abaixo:
'Para obter algo que você nunca teve, precisa fazer algo que nunca fez'.
'Quando Deus tira algo de você, Ele não está punindo-o, mas apenas abrindo suas mãos para receber algo melhor'.
'A Vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não possa protegê-lo'.
Algo de bom vai acontecer com você ainda hoje! Algo que você vem esperando acontecer... Isto não é uma piada: alguém vai lhe telefonar ou vai lhe falar sobre algo que você vem aguardando ouvir. Esta é uma 'corrente de intenções' e é necessário não interrompê-la.


Curiosamente minutos depois de ter reenviado o mail desta oração, uma pessoa amiga que a recebera respondeu dizendo que fora um dia que sentiu que recebera muitas bênçãos, posteriormente outra amiga enviou um mail dizendo que havia "chegado em boa hora". É tão gratificante, edificante, maravilhoso constatar, sentir ou presenciar um milagre a acontecer, milagre sim, embora um amigo outrora havia deixado um comentário sobre a não existência de milagres, talvez ele e outras pessoas só valorize um milagre quando este tenha uma grande magnitude, esquecendo que a todo o momento nos acontecem pequenos milagres mas que não nos damos conta ou constatamos por estarmos ocupados demais numa "onda" diferente, numa "roda viva" de tal forma acelerados, num autêntico "contra relógio".

Que Deus lhe abençoe e fortaleça a sua Fé!

Que você Louve e dê Graças a Deus, como neste momento eu estou fazendo: Louvado seja Deus! Obrigado meu Deus pois mais uma vez me permitiu ter a maravilhosa sensação de ver um milagre acontecer, mesmo tendo fraquejado na Fé!

sábado, 2 de julho de 2011

Casamento Real...amor ou obrigação?

O "post" anterior falava do amor, do celibato e do casamento, por coincidência hoje foi celebrado o casamento do príncipe de Mônaco Albert II com a nadadora sul-africana Charlene Wittstock.


No trecho da carta do Padre Fábio ele comentou em relação ao casamento:..Por isso perguntamos sempre – É de livre e espontânea vontade que o fazeis? – É simples. Castos ou casados, ninguém está livre das obrigações do amor. A fidelidade é o rosto mais sincero de nossas predileções".

Segundo fotos e notícias publicadas na "imprensa cor de rosa/imprensa marron", a Princesa Charlene dias antes do casamento teria intenção de desistir do casamento e retornar para África do Sul, porque lhe teria sido revelado que o Príncipe Abert II, mantivera um relacionamento com a mulher que tivera um filho dele antes e que agora estaria grávida de 3 meses, a ser verdade, essa notícia da infidelidade do Príncipe, o que ambos responderiam se lhe perguntassem "É de livre e espontânea vontade que o fazeis?" Será que a resposta seria um "sim, mas forçado, os lábios pronunciando um sim, ditado pela razão cedendo à pressão das circunstâncias, mas o coração querendo gritar um "não" obedecendo ao sentimento e a emoção contida nele? Pelas notas que saíram na imprensa : "...A senhora se casa com um príncipe, mas também com um país", disse Narmino a Wittstock..."...A cerimônia civil, que durou 15 minutos, desanuviou o suspense que pesava sobre Mônaco após informações publicadas pela imprensa de que há alguns dias Wittstock estaria decidida a suspender todos os preparativos do casamento e pegar um voo "sem volta" para a África do Sul, devido a "revelações" sobre Albert"... "Passamos anos esperando que o príncipe se casasse e por fim nos desse um herdeiro", disse à AFP Raymonde, uma monegasca de 81 anos, admitindo que Albert, que teve dois filhos fora do casamento, é "um mulherengo". E "Charlene sabe bem disso", acrescentou a idosa"..."O casamento fortalecerá o impulso que falta a Mônaco", disse o diretor de turismo do principado, lembrando como a união de conto de fadas entre o príncipe Rainier e a estrela de cinema Grace Kelly, em 1956, transmitiu uma dose de magia e otimismo que contagiou a economia local"...Parece que esta provavelmente seria a resposta, porém seria magnífico para ambos, um conto de fadas com final feliz,que o "sim" tenha sido de livre espontânea vontade, traduzindo o grito do coração preenchido pelo amor que os uniu e não de livre espontânea pressão, expressando o grito da razão diante das obrigações e circunstâncias circundantes.


Um pouco da história desse principado, 2º menor estado do mundo, retirado da wikipédia:

A área hoje ocupada pelo Principado do Mónaco era já habitada desde a pré-história. Um rochedo, projetado sobre as águas do Mar Mediterrâneo, serviu de refúgio a várias populações primitivas. Os lígures, primeiros habitantes sedentários da região, eram montanheses acostumados a trabalhar em condições adversas. A costa e o porto eram a saída para o mar de um destes povoados lígures, Oratelli de Peille.
Mônaco foi fundado como colônia
fenícia e mais tarde ocupado por gregos e cartagineses, e em seguida pelos romanos. No final do século IIa... Mónaco passou a ser parte da Província dos Alpes Marítimos. Durante a ocupação, os romanos edificaram em La Turbie o "Troféu de Augusto", que celebra o triunfo de suas campanhas militares. Durante este mesmo período marinheiros fenícios e cartagineses trouxeram prosperidade à região. Mónaco foi anexado por Marselha e cristianizada no século I.
A partir da queda do
Império Romano, no século V, a região foi invadida a intervalos regulares por diversos povos. No século VII tornou-se parte do reino lombardo e no século seguinte, do reino de Arles. Esteve sob dominação muçulmana após a invasão dos sarracenos à França. A partir do século X, após a expulsão dos sarracenos pelo Conde de Provença, a região começou a ser povoada pouco a pouco.
Em
1191, o território do que é hoje Mónaco foi cedido a Génova como colónia. Em 8 de janeiro de 1297 os Grimaldi, uma família de exilados de origem genovesa, ligou-se à fortaleza e colocou a primeira pedra da praça fortificada (hoje o palácio pricipesco). Seu chefe, Fulco del Castello, obteve do imperador Henrique VI o reinado do conjunto de terras que rodeiam o Rochedo do Mónaco e para atrair uma população estável, concedeu uma série de vantagens como a concessão de terras com isenção de impostos. A partir de então, a região se converteu no objetivo de luta entre os dois grandes partidos de Génova: os gibelinos (partidários do imperador) e os guelfos (fiéis ao papa) aliados dos Grimaldi.
Em
1331 Carlos I reconquistou a região e adquiriu as possessões dos Spinola, aliados dos gibelinos, além dos domínios de Menton e Roquebrune. Carlos I é considerado por muitos o verdadeiro fundador do principado, e o primeiro senhor do Mónaco. Carlos I morreu em 1357 e seu filho Rainier II combateu aos genoveses até que em 1489 o Rei da França e o Duque de Sabóia reconheceram a soberania do Mónaco.
Em
1612 Honorato II passou a usar o título de Príncipe e Senhor do Mónaco. Em setembro de 1641, após uma década de negociações, Honorat II e Luís XIII da França firmaram o Tratado de Peroné, pelo qual reconheciam o direito de soberania do Mónaco. O reino da França assegurou então sua proteção ao Príncipe do Mónaco. No mesmo ano os espanhóis foram expulsos do principado.
Durante a
Revolução Francesa o principado foi anexado à França. Em 1815, no Congresso de Viena, Mónaco recuperou parcialmente sua independência, após ser declarado território protetorado do Reino da Sardenha, e em 1860, o Tratado de Viena devolveu a soberania total monegasca, que foi ratificada em 1861 pelo Tratado Franco-Monegasco. O Príncipe Carlos III decidiu atrair a alta sociedade internacional para contibuir com o progresso econômico do principado. Em 1863 abriu o primeiro casino, e em 1866 o centro Monte Carlo.
Carlos III governou de 1856 a 1889. Seu filho Alberto I promulgou a primeira constituição em 1911.
Em
1918 um tratado serviu para delimitar a proteção da França sobre Mónaco. O tratado estabeleceu que a política monegasca estaria alinhada à da França, da mesma forma que os interesses militares e econômicos, bem como que, se caso a família Grimaldi não continue a sua linhagem, o principado será absorvido pela França.
A questão da sucessão causou preocupação em Alberto I, que tinha apenas um filho,
Louis, que era o último Grimaldi e solteiro. Uma fatalidade com o seu único herdeiro e o principado seria devolvido à França (Luis II só viria a se casar em 1946 com Ghislaine Dommanget e não teve filhos legítimos).
Alertado sobre o problema, Louis se apressou em reconhecer uma filha ilegítima, Charlotte Louise-Juliette, nascida em 1898 e fruto de um romance com Marie Juliette Louvet, uma cantora de cabaré.
A princesa Charlotte Louise-Juliette casou-se com o conde
Pierre de Polignac em 1920, que aceitou trocar o seu sobrenome para Grimaldi, seguindo a linhagem familiar, e a princesa passou a ostentar os títulos de "Princesa Charlotte, Duquesa de Valentinois, Marquesa de Baux e Condessa de Polignac" e estilizada como SAS A Princesa Charlotte. Do casamento nasceram dois filhos, Antoinette que nasceu em 1921 e Rainier, que veio a substituir o avô no governo do Mónaco, após a morte de seu pai e a abdicação de Charlotte em favor do filho, que à época tinha 25 anos. Por não ter origem na nobreza, a história da princesa Charlotte é ocultada da maioria dos livros de história do Mónaco.
Uma nova constituição, promulgada em
1962, aboliu a pena de morte, permitiu o voto feminino e nomeou uma Corte Suprema para garantir as liberdades básicas.
Em
maio de 1993, o Principado tornou-se membro oficial das Organização das Nações Unidas.
Em
2002, um novo tratado entre França e Mônaco especificou que, na ausência de herdeiros por parte da dinastia Grimaldi, o principado continuará como nação independente em vez de ser revertido a território francês. A defesa militar de Mônaco, entretanto, persiste como responsabilidade da França.

Mónaco possui o importante Museu Oceanográfico do Mónaco que já foi dirigido por Jacques Cousteau e é também sede de um GP de Fórmula 1, o qual foi vencido em 87, 89, 90, 91, 92 e 93 pelo piloto brasileiro falecido Ayrton Senna, conhecido por "rei de Mônaco", que diversas vezes comemorou sua vitória dando um banho de champagne na família real, quebrando o protocolo.

Atual Monarca: S.A.S. o Príncipe Alberto II
Princesa Carolina de Mônaco, irmã do Príncipe Alberto II
Andrea Casiraghi, o filho mais velho da Princesa Carolina e Stefano Casiraghi
Pierre Casiraghi, o filho mais novo da Princesa Carolina e Stefano Casiraghi
Charlotte Casiraghi, a filha da princesa Carolina e Stefano Casiraghi
Princesa Alexandra de Hanôver, filha de Ernest Augusto V, Príncipe de Hanôver e Princesa Carolina
S.A.S a Princesa Estefânia do Mónaco, irmã mais nova de Alberto II
Louis Ducruet, o filho da Princesa Estefânia e Daniel Ducruet
Paulina Ducruet, filha da Princesa Estefânia e Daniel Ducruet

As seguintes nove pessoas que anteriormente ocupava os lugares entre os décimo e décimo oitavo lugares na linha de sucessão (a partir de 2002, com as novas regras de sucessão), perderam os seus lugares por morte do príncipe Rainier III, uma vez que só passa para a sucessão irmãos e descendentes do Príncipe atual, e não dos seus pais:
Christian, Barão de Massy, filho mais velho da Princesa Antoinette, primo de Alberto II
Brice de Massy, filho mais velho de Christian de Massy, primo de Alberto II
Antoine de Massy, filho mais novo de Christian de Massy, primo de Alberto II
Laetizia de Massy, filha de Christian de Massy, prima, uma vez removidos de Alberto II
Elisabeth-Anne de Massy, filha da Princesa Antoinette, prima de Alberto II
Barão Jean-Léonard Taubert-Natta, filho de Elisabeth-Anne de Massy, primo de Alberto II
Mélanie de Lusignan, filha de Elisabeth-Anne de Massy, primo de Alberto II
Keith Sebastian Knecht, filho do falecido Christine de Massy, primo de Alberto II

Sob as novas regras de sucessão, se o Príncipe Alberto II morrer sem legítima descendência, o trono passará para a sua irmã, a Princesa Carolina. Se a Princesa Carolina ascender ao trono, o seu filho mais velho, Andrea passará a ser o herdeiro aparente. Nesta ocasião, ele vai receber os tradicionais títulos de herdeiro ao trono do Mónaco tornando-se S.A.S. o PríncipeHerdeiro Andrea do Mónaco, Marquês de Baux. Andrea também, em seguida, assume o sobrenome dinástico Grimaldi.
Após a sucessão do príncipe Alberto, a tia a Princesa Antonieta e seus descendentes perderam os seus lugares na linha de sucessão. Do mesmo modo, após a sucessão de qualquer futuro filho legítimo do Príncipe Alberto, as princesas Carolina e Estefânia e seus filhos deixem de estar na linha de sucessão. No entanto, se a linha de sucessão por Alberto II falhar, as princesas Carolina, Estefânia e Antonieta e os seus descendentes seriam elegíveis para a seleção feita pelo Conselho da Coroa.

CELIBATO...Carta do Padre Fábio de Mello

A graça de ser só
Ando pensando no valor de ser só. Talvez seja por causa da grande polêmica que envolveu a vida celibatária nos últimos dias. Interessante como as pessoas ficam querendo arrumar esposas para os padres.
Lutam, mesmo que não as tenhamos convocado para tal, para que recebamos o direito de nos casar e constituir família.
Já presenciei discursos inflamados de pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar.
Eu também fico indignado, mas de outro modo. Fico indignado quando a sociedade interpreta a vida celibatária como mera restrição da vida sexual.
Fico indignado quando vejo as pessoas se perderem em argumentos rasos, limitando uma questão tão complexa ao contexto do “pode ou não pode”.
A sexualidade é apenas um detalhe da questão. Castidade é muito mais. Castidade é um elemento que favorece a solidão frutuosa, pois nos coloca diante da possibilidade de fazer da vida uma experiência de doação plena. Digo por mim.
Eu não poderia ser um homem casado e levar a vida que levo. Não poderia privar os meus filhos de minha presença para fazer as escolhas que faço.
O fato de não me casar não me priva do amor.
Eu o descubro de outros modos. Tenho diante de mim a possibilidade de ser dos que precisam de minha presença. Na palavra que digo, na música que canto e no gesto que realizo, o todo de minha condição humana está colocado. É o que tento viver. É o que acredito ser o certo.
Nunca encarei o celibato como restrição. Esta opção de vida não me foi imposta. Ninguém me obrigou ser padre, e quando escolhi o ser, ninguém me enganou. Eu assumi livremente todas as possibilidades do meu ministério, mas também todos os limites.
Não há escolhas humanas que só nos trarão possibilidades. Tudo é tecido a partir dos avessos e dos direitos. É questão de maturidade.
Eu não sou um homem solitário, apenas escolhi ser só.
Não vivo lamentando o fato de não me casar. Ao contrário, sou muito feliz sendo quem eu sou e fazendo o que faço. Tenho meus limites, minhas lutas cotidianas para manter a minha fidelidade, mas não faço desta luta uma experiência de lamento. Já caí inúmeras vezes ao longo de minha vida.
Não tenho medo das minhas quedas. Elas me humanizaram e me ajudaram a compreender o significado da misericórdia.
Eu não sou teórico. Vivo na carne a necessidade de estar em Deus para que minhas esperanças continuem vivas.
Eu não sou por acaso.
Sou fruto de um processo histórico que me faz perceber as pessoas que posso trazer para dentro do meu coração.
Deus me mostra. Ele me indica, por meio de minha sensibilidade, quais são as pessoas que poderão oferecer algum risco para minha castidade.
Eu não me refiro somente ao perigo da sexualidade.
Eu me refiro também às pessoas que querem me transformar em “propriedade privada”.
Querem depositar sobre mim o seu universo de carências e necessidades, iludidas de que eu sou o redentor de suas vidas.
Contra a castidade de um padre se peca de diversas formas. É preciso pensar sobre isso. Não se trata de casar ou não. Casamento não resolve os problemas do mundo.
Nem sempre o casamento acaba com a solidão. Vejo casais em locais públicos em profundo estado de solidão. Não trocam palavras, nem olhares. Não descobriram a beleza dos detalhes que a castidade sugere.
Fizeram sexo demais, mas amaram de menos. Faltou castidade, encontro frutuoso, amor que não carece de sexo o tempo todo, porque sobrevive de outras formas de carinho.
É por isso que eu continuo aqui, lutando pelo direito de ser só, sem que isso pareça neurose ou imposição que alguém me fez.
Da mesma forma que eu continuo lutando para que os casais descubram que o casamento também não é uma imposição. Só se casa aquele que quer.
Por isso perguntamos sempre – É de livre e espontânea vontade que o fazeis? – É simples. Castos ou casados, ninguém está livre das obrigações do amor. A fidelidade é o rosto mais sincero de nossas predileções.
A graça desça sobre cada um de vocês, meus filhos!
Que Deus lhes abençoe em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo AMÉM!
(mensagem recebida por correio eletrônico)


Que Deus continue a lhe dar força para vencer todo o tipo de tentação que surgir em seu caminho e a sensibilidade para perceber a tentação tenha ela a forma que tiver para poder continuar a desenvolver o belo trabalho que vem realizando tendo como base o Amor:Por Cristo com Cristo em Cristo! Aqui na Terra como no Céu!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A Morte não é Nada segundo Santo agostinho

Uma pétala de esperança colhida no "Jardim" Internet, através do coreio eletrônico, um bálsamo para um coração amargurado, gerando atenuação da dor provocada pela ausência do ente querido que partiu!


"A morte não é nada.

Eu somente passei para o outro lado do Caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês, eu continuarei sendo
Me dêem o nome que vocês sempre me deram,
falem comigo como vocês sempre fizeram.
Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas,
eu estou vivendo no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.
Que meu nome seja pronunciado como sempre foi, sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra ou tristeza.
A vida significa tudo o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora de suas vistas?
Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do Caminho...
Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua,
linda e belacomo sempre foi
."
Santo Agostinho

(Aurélio Agostinho nasceu em Tagaste, atual Argélia, no ano de 354 d.C. Membro de uma família que desfrutava de certo prestígio social, seu pai chamava-se Patrício e era pagão. Porém, sua mãe, que posteriormente ficou conhecida como Santa Mônica, era muito devota ao cristianismo, e após a morte do marido, dedicou-se totalmente à conversão do filho Agostinho. Em 370 d.C. ele foi para Cartago, na Tunísia, com o propósito de estudar direito, mas sua vocação falou mais alto, e acabou estudando literatura. Devido à sua enorme inteligência, ganhou vários prêmios com suas poesias, e tornou-se muito conhecido no meio filosófico.Durante 9 anos Santo Agostinho teve uma vida herege, onde viveu amasiado com uma mulher de identidade desconhecida, com a qual tiveram um filho chamado Adeodatus. Além disso, juntamente com alguns amigos, freqüentava uma seita religiosa local.Por volta de 383 d.C. Agostinho foi para Itália, onde conheceu Santo Ambrósio, que lhe ensinou a vida do celibatário. Decorrido algum tempo, Santa Mônica foi ao encontro deles. Juntamente com São Alípio, foram viver num vilarejo próximo, onde dedicavam-se unicamente ao estudo das escrituras.Santo Agostinho analisava a vida levando em consideração a psicologia e o conhecimento da natureza. Porém, o conhecimento e as idéias eram de origem divina)