Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Crepúsculo da Vida... a única certeza que existe na vida!

O "Crepúsculo da Vida" foi o termo criado para substituir, a morte, conforme já foi mencionado neste "cantinho" algum tempo atrás, havia surgido quando pesquisava sobre a morte, um projeto de investigação que não foi avante, ficou pelo caminho, entretanto ressurgiu em força há 5 anos quando uma das estrelas da minha vida, a minha querida mãe, se foi, inicialmente como uma homenagem póstuma, um relato do sofrimento e da evolução da doença que culminou com o crepúsculo da  sua vida,  deixando um rastro de sofrimento e profunda dor nos corações de quem a amava. Depois como bálsamo  ou anestésico para a dor, não para acabar com ele, mas para torná-lo suportável, por fim como uma reflexão sobre o tema para superar a angústia que sempre existiu por pensar que um dia tudo deixará de existir, deixaremos de amar, sentir o aroma das flores na primavera, de sorrir,  de realizar projetos, fazer descobertas, ouvir o mar e os cantos do pássaros, deixaremos de ver aqueles que amamos e ver a beleza que nos rodeia , como por exemplo o Pôr do Sol, justamente por essa beleza misteriosa que significa o término do dia, o termo "Crepúsculo da Vida ” pretende dar ênfase a morte como sendo parte integrante da vida e, naturalmente, a única certeza que temos na vida, desde que nela entramos. Como a morte é o encerrar de uma vida, daí a analogia com o crepúsculo, que é o encerrar de um dia.
Alguns dias atrás um amigo  estava falando da sua visão da morte fruto da experiência da espiritualidade transmitida pela sua avó querida, no momento estava frágil e disse que noutra altura voltaria ao assunto, hoje  ao refletir mais um pouco, porque hoje faz 5 anos que minha querida mãe morreu, revi os questionamentos que fiz na altura e os transcrevo:
Uma série de perguntas assolam a todos em maior ou menor escala:
1- Como ocorre a morte?
Ocorre pela falência de um sistema composto integrado que, de alguma forma se desagrega.
 2- O que impossibilita irreversivelmente a vida corporal?
A supressão definitiva das funções do tronco cerebral que é responsável pela coordenação dos órgãos vitais e integração de suas respectivas funções
3- Como se morre?
Morre-se por velhice ou por inadaptação ao meio exterior. 
4- Será que existe vida após morte? será que reencarnação é um mito ou uma realidade? O que acontece depois da morte?
            Há muito que o Homem se debruça em responder a três questões fundamentais, Quem sou eu?, de onde vim ? Para onde vou? Na busca dessas respostas, acaba por se defrontar com outras interrogações que vão conduzindo a outras questões mais, entre elas se questiona se a morte é o fim ou será o início?
Nesse emaranhado de incertezas, de perguntas sem respostas, a única certeza que é comum ao Homem: A morte virá, só não se sabe quando, onde ou como ocorrerá.
Quando o ser humano nasce, já vem com o “rótulo” invisível do “prazo de validade”, quando chega esse prazo a vida, na dimensão física, chega ao fim. Por isso é que algumas tribos africanas celebram a morte com alegria, pois o destino nesta dimensão foi cumprido e recebem com tristeza a vida que surge porque não sabe o que a espera nessa jornada até chegar á inevitável morte!
O ser humano possui duas dimensões: a dimensão física e a dimensão espiritual, é a dimensão física que termina com a morte, não a espiritual, pois essa é imortal, é eterna. Olhando para um corpo morto no teatro anatômico que tenha morrido de morte natural e não de acidente ou traumatismo, sem lesões visíveis, parece alguém que está dormindo, o que faz a diferença entre o corpo que está dormindo e o que jaz sobre a pedra fria do mármore, é que no primeiro existe o sopro da vida e no segundo não. O sangue que circula naquele, já não circula neste, porém, se não há ferimento por onde sair o sangue, para onde vai todo o sangue que antes circulava nos vasos? A ciência vai responder que houve um processo de coagulação, mas uma pergunta fica: Porque o sangue não coagula enquanto há o sopro da vida? Esta observação é apenas um “pensar alto” na tentativa de responder a pergunta se existe vida após a morte, ou melhor vida após vida, porque se consideremos que há a vida física que se extingue com a morte, a vida espiritual continua a ocorrer só que num plano superior, invisível aos olhos na dimensão física. Para aqueles que são cristãos o que foi dito até agora encontra confirmação em várias passagens da Bíblia:

"Quando o corpo incorruptível se revestir da sua incorruptibilidade, e quando o corpo mortal se revestir da sua imortalidade, então cumprir-se-á a palavra da Escritura. A morte será absorvida pela vitória".
Bíblia, Carta aos Coríntios.

"Eu sou a Ressurreição e a Vida. Aqueles que acreditam em mim, mesmo que morram como os demais, viverão de novo. E todo aquele que vive e crê em mim não morrerá para sempre". 
Jesus, São João
Para os que seguem o espiritismo não só confirmam como vão mais além, onde acreditam que o espírito reencarna várias vezes até atingir a perfeição, o patamar divino, pois acreditam que o espírito reencarna quantas vezes forem necessárias para o seu aprimoramento e aperfeiçoamento, em que cada espírito encontra-se em graus diferentes de desenvolvimento, uns necessitam de reencarnar muitas vezes, outros evoluem mais depressa necessitando reencarnar menos vezes.
            A reencarnação existe? Vidas passadas existem? Não é uma resposta fácil de se obter, é muito controverso e polêmico. Se adoptarmos como verdade o que Lavoisier disse”…na natureza nada se cria, nada se perde tudo se transforma” e juntando o facto de sermos energia, ou melhor possuirmos energia vital, talvez, possamos pensar que a morte encerra um nível de energia e que abre as portas para ascendermos a um nível energético superior, transformando a energia outrora inferior numa energia superior. Se assim pensarmos, também poderemos talvez, aceitar a possibilidade de haver reencarnação, como uma sucessão de transformação energética até atingir o topo da pirâmide energética que traduziria a perfeição, o alcançar da divindade.
            Este é um assunto fascinante que abre caminho para outras inquietações: Se acreditarmos que tudo isto até agora é verdadeiro, então acreditaremos que existem mundos paralelos, ou melhor, vários mundos, só que em esferas energéticas diferentes, se assim for, então, cabe aqui algumas perguntas: será que conseguimos aceder a esses mundos energéticos superiores ou diferentes? Como conseguiríamos essa ascensão? Talvez através da mente, essa magnífica desconhecida, pelo menos no conhecimento científico atual. Se assim for, então quando as pessoas estão em coma, talvez consigam ascender a esses níveis superiores de energia, e, então estaria justificado ou tornar-se-iam compreensíveis os relatos das pessoas que saíram do estado de coma onde descrevem a visualização de um túnel e no final uma luz radiante, entre outras descrições. Ou então as pessoas que conseguem entrar em meditação profunda, em transe, ou melhor em estado alterado de consciência, voluntariamente, também ascenderiam a esses níveis energéticos superiores, o que viria a esclarecer os médiuns descritos pelos que acreditam no espiritismo, que captariam as mensagens dos espíritos nos vários níveis de energia, ou daqueles que relatam as viagens astrais, isto é que conseguem deixar o corpo físico e “passear” pelos vários níveis energéticos, sem que tenham desencarnado, em linguagem espírita, ou morrido em linguagem corrente., conforme os projeccionistas descrevem.
Se acreditarmos que existe vida após morte, ou que a morte é a passagem para a vida eterna, conforme é ensinado na doutrina católica, então significa que também acreditamos que existe um céu para onde as pessoas que andaram dentro da lei de Deus terão o descanso merecido e prometido. Se acreditamos em céu, teremos que acreditar no inferno, porque sempre existe os 2 lados de uma moeda ou pólos opostos, o lugar aonde o espírito padeceria nas trevas por não andar de acordo com a lei de Deus.
Acreditando nesses dois lugares, então acreditar no purgatório viria por acréscimo, porque é necessário um tribunal para julgar as almas/espíritos que andaram de acordo com a lei de Deus para depois serem encaminhados para os respectivos locais, para receberem o prêmio ou o castigo eterno. Aqui se coloca uma questão: se Deus é amor e o amor tudo perdoa e o próprio Jesus nos ensina que devemos perdoar uns aos outros 70x7 vezes e não somente uma vez, como então permitiria que um espírito fosse condenado ao castigo eterno caso não vivesse na lei de Deus? Aqui cabe, ainda, uma outra reflexão: Partindo da crença do espiritismo em que o espírito reencarna tantas vezes quantas forem necessárias para o seu desenvolvimento até atingir a perfeição, então não seria este o ponto de união entre as duas doutrinas, o inferno pregado na religião católica seria o ter que regressar a dimensão física, quantas vezes fossem necessárias para se redimir de suas faltas, recebendo a oportunidade de se arrepender e voltar ao caminho da luz, para a doutrina espírita seria o reencarnar, o renascer do espírito num outro corpo. Se assim acreditarmos podemos inferir que o céu seria o paraíso dos justos que andaram de acordo com a lei de Deus e seria alcançado com a morte e daí a expressão “dai-lhe o eterno descanso entre o esplendor da luz perpétua”, que poderíamos explicar como sendo o desejo de que aquele espírito que acabou de fazer a sua passagem não tenha que regressar a dimensão física encontrando o patamar da energia superior, a perfeição, a divindade.
Num “passeio” pela Internet, encontrei esta imagem magnífica, perfeita para traduzir o que vem sendo descrito ou seja, a morte como a passagem para um nível energético superior (utilizada com autorização do autor Jim Warren).
Em forma de conclusão, para serenar o meu espírito necessito acreditar, neste momento, que o Crepúsculo da Vida, a morte, é a passagem de uma vida de sofrimento para uma vida de Paz, Luz, Serenidade e Amor, é o abrir das correntes, libertando o espírito aprisionado, para seguir em direção à Luz Divina, para poder acreditar que minha querida mãe se encontra sem sofrimento, em paz e ter alcançado o patamar da Luz Divina.


domingo, 6 de maio de 2012

Semana da rainha do lar...

Hoje faz 5 anos que estivemos pela última vez almoçando com a nossa rainha do lar, por coincidência o calendário de 2012 é idêntico ao de 2007, o que faz com que a tristeza ressurja com muito mais intensidade e profundidade, tudo apontava para mostrar que a tristeza desaparecera, mas não ela está firme e parece inabalável como o fora na altura, apenas estava latente...mesmo acreditando que ela está na Luz Divina (estando em "ritmo alfa" por alguns momentos, um sussurro longínquo dentro de mim apontava  que ela estaria sem sofrimento, o que abrandou a profunda dor revivida) isso não impediu que as lágrimas rolassem pelo rosto, apesar de estar andando na rua sob os olhares de todos. 
Ao entrar na padaria, um bolo logo chamou a atenção e num impulso o comprei, por breve frações de segundo foi como se a minha querida mãe não tivesse partido, que chegaria em casa e entregaria o bolo a ela... mas foi apenas um lampejo de ilusão, uma ligeira distorção da realidade, talvez o desejo de recuar no tempo,  com certeza é o que todos sentem quando um ente querido cumpre o seu destino e parte...
De volta a realidade, ela se foi, o tempo não volta atrás, a vida segue seu curso nos atropela, não se compadece do nosso sofrimento, nada se pode fazer quanto a isso, apenas rezar e pedir a Deus que lhe dê a Luz Eterna, que esteja em Paz e que o "sussurro interior" seja verdadeiro e que ela esteja sem sofrimento aonde estiver..

quinta-feira, 3 de maio de 2012

"Olhos d'Alma"..."flash" de um momento

Uma dica para os visitantes, em especial os 33 seguidores, deste "cantinho", que gostem de ler, Barbara Aslan (uma amiga... somos inseparáveis) acabou de publicar o seu  livro "Olhos d'Alma", na Bubok.pt,  como oferta de lançamento o formato E-Book será gratuito até ao dia 31/5/2012 (depois passará a custar 5 Euros).  Já aproveitei esta oportunidade, aproveite você também, vale a pena, eu gostei, embora algumas imagens estejam descaracterizadas e deformadas,  basta ir em http://www.bubok.pt clicar em "livraria":Depois digitar no campo pesquisar o título do livro: Olhos d'Alma



E "clicar" sobre o "gratuito"
Caso estejam interessados em outros livros publicados na Bubok, aproveitem eles estavam com 15% de desconto.
Outra dica, se achar interessante alguma imagem e quiser obter  uma cópia da original envie um mail para a autora: barbara.aslan@gmail.com.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Desafio superado... o presente agradou!

Este texto teve início em  3/4/2012 (mas só hoje houve possibilidade de ser concluído) está relacionado com a experiência das várias sensações que temos quando oferecemos algo a alguém, principalmente se for por quem nutrimos um profundo afeto:
Essas sensações começam desde quando idealizamos o que vamos oferecer, temos presente a pessoa, seus gostos ou o que achamos que conhecemos dos seus gostos e preferências, o tempo todo iniciamos um diálogo mental com esse alguém e as idéias vão surgindo, principalmente quando queremos oferecer e não sabemos o quê, fazemos um "brainstorn" até que optamos, entretanto, achamos que a pessoa merece algo mais ou que é "pouco" aí pensamos o que podemos fazer para torná-lo "muito" ou "mais do que pouco", aí a criatividade começa a fluir, algo que desafie a curiosidade, motivem, despertem emoções (como mensagens encriptadas, tarefas a cumprir como palavras cruzadas, caça ao tesouro, forca, puzzles, mensagens ocultas que só a pessoa identifique, envelopes sequenciais etc..), terminada a fase de elaboração, vem a fase da ação, um desafio a nossa habilidade e destreza, não só para executar  como o de encontrar o que idealizamos. Terminada a fase da ação, surge a fase da entrega, se for através do correio, entra a fase da ansiedade "será que vai receber? vai chegar a tempo? Será que vai gostar? Qual será a reação?
Se não chega  ou se não chega a tempo vem a decepção e o desânimo "tanto trabalho em vão, não conseguimos o objetivo: o despertar do sorriso daquele que gostamos, um momento de alegria e descontração, um bálsamo refrescante para aliviar a tensão do dia", por outro lado recorda-se das emoções vividas durante o preparo e nos sentimos recompensados "valeu a pena sim, só há que lamentar que o outro  não tenha tido a oportunidade de apreciar o pedacinho de nós que enviamos junto e vem a conformação "se não recebeu ou se não chegou a tempo é porque não estava destinado a ser por alguma razão.
No entanto se chega depois do dia que gostaríamos que chegasse já não sentimos grande emoção, mas quem recebe poderá sentir (ou não) uma grande emoção porque  já não contava ou esperava e quando expressa o seu agrado, dentro de nós surge uma grande satisfação, principalmente quando era um desafio para nós mesmos, "desafio superado! valeu a pena cada esforço, cada trabalho que tivemos, só para despertar, mesmo  por breves momentos, o sorriso de quem amamos".

Uma tragédia no seio da família de 2 atletas do Volleyball


No dia 25 de Abril a imprensa noticiou uma tragédia ocorrida na Praia da Memória em Matosinhos Portugal:

"Uma mulher de 62 anos morreu esta tarde, por afogamento, na Praia da Memória, em Matosinhos. A mulher e uma neta de oito anos foram arrastadas por vagas quando passeavam junto ao mar . As autoridades já resgataram o corpo, sem vida, da avó, que foi localizado por um helicóptero da Força Aérea".

"A avó e a neta desapareceram, na quarta-feira, dia 25 de abril, na Praia da Memória, em Lavra, pelas 18:30 horas.
A mulher, com cerca de 60 anos, afogou-se quando tentava resgatar a neta, que continua desaparecida.
Segundo testemunhas foram derrubadas por uma onda, depois, arrastadas para o mar por uma outra vaga, a irmã mais velha ainda tentou puxá-la, mas não teve força suficiente e foi pedir ajuda".
As duas meninas eram atletas da modalidade Volleyball da Acadêmica de São Mamede, transcrevo a newsletter que recebi por correio eletrônico, relativas a elas, uma forma de demonstrar o pesar por esse momento difícil e entregar a família um forte abraço (apesar de ser virtual) em especial para a irmã mais velha  que testemunhou essa tragédia e travou bravamente a luta contra o mar na tentativa de salvar a irmã, mas este foi mais forte e levou-a, deve ter sido um grande sofrimento, um trauma que ficará para sempre gravado na sua mente e não há palavras que possam aliviar, Se Deus quiser ela encontrará a força, fruto de saber que fez tudo que podia para impedir que o mar carregasse a sua irmã, para superar esse momento difícil de dor e sofrimento.
Que Deus permita que a criança seja resgatada, que a avó já esteja na  Luz Eterna, que a família tenha força para superar esse  trágico , tão doloroso momento pelo qual está atravessando.


domingo, 29 de abril de 2012

Cupcakes ...mais uma experiência na cozinha

Este ano está marcado por várias "voltas ao passado", desta vez com a culinária, há muitos anos atrás, durante algum tempo, as experiências na cozinha iam se somando, gerando prazer por criar receitas e dar nomes a elas, inclusive escrevê-las num caderno próprio de receitas, que recebera de presente de uma tia, entretanto fora extraviado (juntamente com toda a bagagem, um roubo logo quando chegara na nova cidade onde moraria por alguns anos), desde essa época que as experiências na cozinha ficaram esquecidas, entretanto desde  a Pascoa,  aquando houve a  experiência de fazer bombons, agora surgiu  a tentativa de realizar cupcakes, na Páscoa a sobrinha havia comentado que começou a fazê-los e fez uma breve explanação de como eram feitos, o que aguçou a curiosidade, logo começou a "saga dos cupcakes", isto é a pesquisa na Internet, logo por sorte o primeiro site aberto através do motor de busca "Google" estava repleto de receitas de cupcakes, foram guardas várias para serem testadas posteriormente.
Hoje a primeira experiência com cupcakes foi realizada, o escolhido foi nozes e chocolate (pensando no aniversário do meu pai que se aproxima,testar se fica aprovado, para ser feito no dia),  a receita original (retirada do site http://mdemulher.abril.com.br/) era para o Natal:

Preparo: Médio (de 30 a 45 minutos)
Rendimento: 16 unidades
Dificuldade: Médio
Categoria: Bolo


Ingredientes
 2 xícs. (chá) de farinha de trigo
. 1 col. (chá) de fermento em pó
. 1 col. (chá) de bicarbonato de sódio
. 2 xícs. (chá) de açúcar mascavo
. 3 cols. (sopa) de chocolate em pó
. 4 ovos
. ½ xíc. (chá) de óleo
. 1 xíc. (chá) de nozes picadas

Para decorar
. 300 g de pasta americana branca
. Confeitos de açúcar natalinos
Modo de preparo
Numa tigela, misture a farinha de trigo, o fermento, o bicarbonato, o açúcar e o chocolate em pó. Aos poucos, acrescente os ovos batidos, o óleo e as nozes picadas. Distribua a massa em pequenas forminhas de papel (nº 0), dentro das formas próprias para a confecção de cupcakes. Coloque-as numa assadeira e asse no forno preaquecido a 200 °C por, aproximadamente, 30 minutos.
Espete um palito de dente na massa - se o palito sair limpinho, o bolinho está pronto. Deixe esfriar. Em seguida, faça uma bolinha com a pasta americana e, com as próprias mãos, achate-a em formato arredondado. Coloque-a sobre o cupcake, pressionando levemente para fixar. Com um cortador em forma de pinheiro, recorte a pasta americana verde com cuidado.
Cole o pinheiro e os confeitos (bolinhas da árvore e estrelinhas) com uma gotinha de clara de ovo. Por fim, embale cada um dos bolinhos numa caixinha transparente, dessas que são próprias para cupcake, e amarre cuidadosamente com um laço de fita natalino.
Porém em casa, no momento, não havia alguns ingredientes (açúcar mascavo, bicarbonato de sódio, pasta americana, confeitos de açúcar natalinos e mesmo porque não é altura do Natal), também não havia formas de papel própria e a quantidade de forma de alumínio era aquém do necessário, por isso foi improvisado com as formas de silicone e com e com outras próprias para bolinhos. Além disso tinha um pacote de amêndoas ao forno que estava preste a perder a validade, portanto foram adicionadas às nozes (estas não foi uma xícara e sim "2 mãos"), outro improviso teve que ser feito, a cobertura, que foi um "quase" brigadeiro , ficou com uma consistência  mais líquida do que o desejado (a intenção era que ficasse mais fluído do que o ponto de brigadeiro para poder ser utilizado no saco confeiteiro, daí ter ficado menos tempo no fogo, mas os cálculos falharam e ficou muito muito fluído para se conseguir o efeito esperado).Já que o improviso imperava, com o resto do "quase brigadeiro" gerou uma sobremesa que foi "batizada" : "Delícia de Côco, onde foi acrescentado mais coco ralado sem levar ao fogo colocado numa taça de sobremesa e por cima colocado "top" de chocolate e levado à geladeira:

Esta experiência ressaltou a rebeldia em seguir uma receita exatamente como ela é, talvez seja o querer dar, consciente ou inconscientemente, um toque pessoal, neste caso o acréscimo de 3 ingredientes (amêndoa, leite condensado e coco) a substituição de um dos ingredientes, o açúcar, o que fez com que surgisse um novo cupcake: noz, chocolate, amêndoa e côco e uma nova sobremesa, pode ser até que não seja novo e já exista, porém  este não seria nenhum plágio, porque surgiu hoje por contingências do momento que levaram ao improviso.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Estratégia é tudo... Um pensamento a reter


Um pensamento, uma ideia, uma experiência, uma frase, uma história, quando encerra alguma lição deve ser partilhada, por isso partilho esta mensagem que chegou via correio eletrônico, porque mostra que a estratégia é fundamental para a resolução de problemas:
Um senhor vivia sozinho em Minnessota. 
Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas 
era um trabalho muito pesado.
Seu único filho, que o ajudava nesta tarefa,estava na prisão. 

O homem então escreveu a seguinte carta ao filho:
 'Querido Filho, estou triste, pois não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo, porque sua mãe sempre adorou flores e esta é a época certa para o plantio. 
Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois estás na prisão. 
Com amor, Seu Pai.' 
 Pouco depois, o pai recebeu o seguinte telegrama:
 'PELO AMOR DE DEUS, Pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos'
 Como as correspondências eram monitoradas na prisão, às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes do FBI e policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar qualquer corpo. 
 Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera. 
 Esta foi a resposta:
 'Pode plantar seu jardim agora, amado Pai. Isso foi o máximo que eu pude fazer no momento.' 
 Estratégia é tudo!!! 
 Nada como uma boa estratégia para conseguir coisas que parecem impossíveis. 
 Assim, é importante repensar sobre as pequenas coisas que muitas vezes nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas vidas. 
Ter problemas na vida é inevitável ser derrotado por eles é opcional'