Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A magia da noite!

O dia tem como marca a luz e a noite as trevas, mas é justamente na calada da noite que o véu da escuridão se rompe, dando lugar a magia da fantasia.
De olhos fechados vislumbramos o paraíso!, nosso corpo repousa sobre a cama, para refazer-se do desgaste sofrido durante o dia, mas o nosso espírito flutua por outras dimensões, escapando livremente do controle da dominadora consciência e sua fiel escudeira razão, para desfrutar das grandes , especialmente, quando por vezes encontra a sua Alma-Gêmea  e voam juntos para o paraíso, nesse caso as emoções são tão fortes que deixam marcas a nível do corpo, de tal forma, quando despertamos, a nossa consciência, outrora adormecida  e a fiel escudeira, razão não consegue definir o que se passou e logo define que tudo não passou de um sonho, mas sem convicção, porque as cenas são tão fortes, tão rica de detalhes, tão real, assim como o corpo exibe os efeitos dessa emoção vivida, sonhada, fantasia da.
A propósito da magia da noite, tive um colega, na faculdade, tínhamos aulas de educação física juntos, ele estudava Filosofia, que disse que preferia a noite porque a imperfeição da vida não se notava e a luz do dia acabava com essa ilusão, por isso de noite vivia e de dia dormia.Na altura era diametralmente oposta a ele, pois tinha (e tenho) uma forte ligação ao Sol e achava que ele se refugiava na escuridão para não encarar a realidade, a sua própria realidade. Hoje penso que  a noite quase sempre é um recanto mágico, onde podemos nos refugiar e alcançar o paraíso, mas no silêncio do nosso quarto, nos "braços  de  Morpheu".

domingo, 5 de agosto de 2012

Sol...à luz da ciência!

glitters


No século XIV a.C., na XVIII Dinastia, no reinado do Faraó Akhenaton, anteriormente conhecido por Amen-Hotep IV (Amenóphis IV, em grego), o culto a Aton (Disco Solar), o primeiro monoteísmo da história, foi implantado no Egito, para, poucos anos após, desaparecer nas névoas do tempo. 
Hoje fiquei perplexa comigo mesma, tantos anos de "culto" ao Sol (o sol sempre exerceu um fascínio sobre mim, principalmente o Por-do-Sol) mas nunca havia parado para tentar conhecê-lo, portanto reservei um tempinho para tentar saber mais sobre essa fascinante mágica, bela e radiante "bola amarelo/laranja que traz o "dia pela mão":
Ficha biográfica
TIPO DE ESTRELA: O Sol é uma anã amarela, tipo característico da maioria das estrelas da Via Láctea.
IDADE: Aproximadamente 4,6 bilhões de anos, se tudo correr bem brilhará por mais 5 bilhões de anos antes de se tornar uma gigante vermelha que devido à sua característica de temperatura elevada inviabilizará a vida na Terra.
TEMPERATURA: Na coroa: 1 milhão de graus Celsius. Na superfície: aproximadamente 5500ºC No núcleo: 15 milhões de graus Celsius.
TAMANHO: O Sol possui raio de 700 mil quilômetros, aproximadamente 110 vezes o tamanho da Terra, a efeito de comparação se nosso planeta tivesse o tamanho de uma cabeça de alfinete o Sol teria o tamanho de uma bola de vôlei.
MASSA: O Sol tem massa 333 000 vezes maior que a da Terra, por essa razão a força da gravidade é bem maior, você teria no sol um peso 28 vezes maior do que na Terra.
COMPOSIÇÃO: É composto basicamente de Hidrogênio (92,1%) e Hélio (7,8%).
DISTÂNCIA DA TERRA: Cerca de 150 milhões de quilômetros, a luz solar percorre essa distância em 8 minutinhos. Isso quer dizer que a luz que estamos recebendo agora foi emitida oito minutos antes e que se o sol acabar demoraremos este mesmo tempo para tomar conhecimento.
LOCALIZAÇÃO: Se colocarmos um referencial no centro da nossa galáxia, a Via Láctea, o Sistema Solar estaria a 26 000 anos-luz.
Forma de medir um astro no céu
Para situar um astro no céu, seja ele o Sol, a Lua, um qualquer planeta ou estrela, precisamos de indicar apenas duas quantidades ou coordenadas:
altura,
azimute.
A altura (figura 1.15) é o ângulo que a direção com que vemos o astro faz com o plano do horizonte. Vai de 0º a 90º. Note-se que esta altura é um ângulo, medido no sentido dos ponteiros do relógio, e o seu valor vem, por isso, dado em graus. A altura pode ser medida com um astrolábio (ver adiante experiência 1.3).

Figura - Altura e azimute do Sol. Com estas duas quantidades sabemos a direção em que está o Sol.
O azimute (figura) é o ângulo que a direção do astro, marcada no chão, faz com a direção do Norte no mesmo plano do horizonte, medido também no sentido dos ponteiros do relógio. Vai de 0 a 360 graus. O azimute pode ser medido com uma bússola (ver no final desta unidade a subsecção “Bússola e orientação”).
Por exemplo, à medida que vemos o Sol andar no céu, no seu movimento aparente, a altura e o azimute solares vão variando (figura). Em Lisboa, nos dias 21 de Março e 23 de Setembro, quando o Sol nasce, o seu azimute é 90º; e a sua altura 0º; quando o Sol está a “pino”, o seu azimute é 180º e a sua altura 51º; e, finalmente, quando o Sol se põe, o seu azimute é 270º e a sua altura outra vez 0º. A altura máxima do Sol é diferente em lugares diferentes do nosso planeta. Assim, visto da região equatorial, o Sol está mais alto e, visto das regiões polares, o Sol está mais baixo (figura).
Medindo a altura do Sol, podemos saber a hora solar, que, insistimos, não é a hora legal marcada pelos relógios, e, medindo a altura máxima do Sol, podemos também saber se estamos num lugar mais ou menos afastado do equador.
As alturas e azimutes da Lua e dos vários planetas também variam com o tempo. Mas a altura da estrela Polar é sempre cerca de 39º, medida em Lisboa, e é sempre cerca de 90º, medida no pólo Norte.
Indicando apenas a altura e o azimute não ficamos a conhecer a distância a que se encontra o astro em questão.
Como conseguimos medir a altura de um astro? construindo um astrolábio precisamente com essa finalidade.

O Astrolábio
O astrolábio é um antigo instrumento astronômico, hoje em dia obsoleto, que teve muita importância na astronomia, principalmente na astronomia náutica, quando os astros visíveis no céu constituíam o principal referencial dos primeiros grandes navegadores.
O modelo mais antigo, astrolábio planisfério, foi provavelmente inventado pelos gregos ou alexandrinos, em aproximadamente 150 a.C., e mais tarde aperfeiçoado pelos árabes. 
Astrolábio de 1572, construído por Gualterus Arsenius. O anel na parte superior permite que o instrumento seja pendurado na vertical. As partes em relevo curvo indicam algumas estrelas com seus nomes escritos em latim.
O astrolábio planisfério consiste basicamente de dois discos planos, geralmente feitos de cobre. Um deles representa a Terra e é marcado com as linhas de latitude, longitude, horizonte do observador e outras linhas indicando ângulos acima do horizonte. O outro disco é um mapa simples do céu, com as posições das estrelas indicadas por ponteiros curvos e com a eclíptica (linha do movimento anual aparente do Sol).
O astrolábio também era usado na agrimensura, para se conhecer, por exemplo, a altura de uma montanha a partir do cálculo do ângulo formado por sua sombra.


.O astrolábio usado pelos navegadores foi desenvolvido a partir desse instrumento primitivo, divulgado na Europa pelos árabes. Foi muito utilizado no séc. XV como instrumento de navegação, principalmente pelos portugueses e espanhóis durante o ciclo das grandes navegações. Era usado para medir a altura do Sol ou de uma estrela durante alguma viagem no meio do oceano, de maneira a se determinar a latitude. Era suficientemente pesado para continuar pendurado na posição vertical apesar do balanço do navio.
Quando os cálculos astronômicos foram se tornando mais exatos e com a invenção do quadrante no séc. XVII, o astrolábio tornou-se obsoleto.
Face posterior de um astrolábio islâmico do séc XIII. Desse lado fica o visor para medir ângulo acima da linha do horizonte. Astrolábio islâmico esférico,construído em 1480. O globo representa a terra, e por meio de um eixo, que já não existe neste modelo, podia ser utilizado em qualquer latitude.
Termino por transcrever uma "entrevista imaginária"
"...seria fabuloso apenas imaginar o que ele teria a dizer. Poderíamos começar com o tradicional, perguntando quando sua carreira de estrela começou...
Entrevista do século
— Quando eu brilhei pela primeira vez — diria o magnífico astro-rei com uma voz quente. — Eu me lembro que havia uma densa nebulosa. Vocês (os planetas) ainda não tinham nascido. Havia somente aquele disco de matéria girando a minha volta. Mas então eu brilhei com vigor e comecei a arrumar a casa.
— Como foi isso? Perguntaríamos com a curiosidade de uma criança.
— Eu nasci do colapso daquela nuvem de gás e poeira. Depois que me tornei uma estrela, a temperatura da nebulosa começou a cair. Os planetas vieram em seguida. O resfriamento provocou a rápida condensação do material, e isso fez surgir agregados de matéria que foram as sementes dos planetas.
— Foi assim que a Terra nasceu?
— Sim. Mas perto de mim os núcleos planetários não puderam crescer muito. Eles deram origem a Terra, que é o maior planeta rochoso a minha volta, e também Mercúrio, Vênus e Marte. Os planetas gasosos, de Júpiter a Netuno, surgiram porque a parte externa da nebulosa continha muito gelo e silicatos. Esses núcleos cresceram até atingir dez vezes mais massa que a Terra. Ficaram tão grandes que passaram a atrair o gás ao redor – e então cresceram mais ainda. Mas isso foi há muito tempo, quando eu era jovem.
— Outras estrelas brilham mais, porém têm vida curta. Qual o segredo da sua longevidade?

— É precisamente isso! O tempo de vida de uma estrela é a razão entre a energia que ela dispõe e a taxa com que ela gasta essa energia, ou seja, sua luminosidade. A luz que brilha muito se consome rápido. É que quanto mais massa tem uma estrela, mais rapidamente ela gasta sua energia, e menos tempo ela dura. Como não sou gigante, minhas reservas de hidrogênio ainda vão durar por mais 4 ou 5 bilhões de anos!
— Para nós você é um gigante!
— Obrigado! Realmente, dentro de mim caberiam mais de 1 milhão e quatrocentas Terras. E cada metro quadrado de minha superfície emite mais de 62 mil kW de energia, continuamente. São números gigantes, especialmente para vocês.
— Números astronômicos! (risos) Mas como toda essa energia é produzida? Há quem pense numa enorme quantidade de fogo...
— Não há fogo. Sou formado basicamente pelo gás hidrogênio, o elemento químico mais abundante no Universo. Uma concentração descomunal desse gás gera pressões e temperatura elevadíssimas. O bastante para produzir reações de fusão nuclear, a origem da energia de todas as estrelas.
— Mas sua forma parece tão regular! Como pode ser somente gás?
— A pressão do gás força minha expansão, como quando você assopra uma bexiga para enchê-la. Mas a força gravitacional, conseqüência da enorme matéria gasosa, age em sentido contrário. Minha forma estável se deve ao equilíbrio entre essas duas forças.
O SOL DE CORPO INTEIRO
— Aqui na Terra dizem que você está mais quente. Outros falam que o fim do nosso mundo será quando você deixar de brilhar.
— Não acredito nisso. E não estou mais quente. Vocês é que não estão dando o devido valor ao pedacinho de rocha onde vivem. Se a Terra estivesse um pouco mais perto de mim, a água seria sempre vapor. Mais longe e seria um eterno cubo de gelo. Vocês estão no lugar certo. Num maravilhoso – e único – pontinho azul que eu sempre vejo com ternura.
— Tem razão... Diríamos ao fim da entrevista. Mas ele ainda insistiria:
— Prestem muita atenção: um dia vocês se consideraram o centro do Universo. Mas nem eu sou o centro do Universo. Vivemos todos na periferia da galáxia, bem longe de qualquer lugar que possa ser chamado de “centro”.
— Vocês não podem continuar agredindo a Terra dessa maneira! Sentenciaria o astro-rei com toda sabedoria. — Eu vou continuar brilhando, os planetas vão continuar girando a minha volta. Incluindo a terceira rocha que vejo daqui. Mas se essa atitude negligente continuar, não haverá mais humanos nela. Seria uma pena. Vocês todos são pedacinhos de estrelas".
"Aquele que conseguir despertar o seu “Sol Interior” terá o dever de mostrar aos seus irmãos de jornada o caminho para essa descoberta. E que os “Filhos do Sol” despertem e encontrem-se nesta vida!"
(Paulo R. C. Medeiros) 
Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

sábado, 4 de agosto de 2012

NÃO IMPORTA A HORA! ...estamos sempre a tempo de mudarmos!


O caminho que trilhamos ao longo da nossa jornada pela vida é por vezes difícil de seguir , encontramos sempre 2 ou mais trilhas para optarmos por aquela que nos conduz ao rumo certo, por vezes optamos por uma que não vai dar a lugar nenhum, outras conduzem a um precipício, nestes só há uma alternativa, voltar ao ponto da encruzilhada das trilhas, mas ainda existem outras que embora corretas, não são as mais corretas para nós, acabam nos deixando frustrados, decepcionados ou mesmo desmotivados ou ainda desnorteados, mas como diz o texto,sem autor atribuído, do PPT, recebido por correio eletrônico, que contém essa belíssima imagem (desconheço o autor, mas deixo expresso os meus parabéns e minha admiração,  eu me identifico nesta imagem, como se  o conjunto fosse o retrato da minha vida, é claro que não em termos da beleza física da musa retratada, meu ego não é assim tão convencido):

(se alguém souber quem foi o "iluminado" que criou esta tela magnífica, por favor deixe o nome nos comentários , gostaria de acrescentá-lo, para não separar o binômio Artista-Obra de Arte)


Não importa a hora! Qualquer hora é hora de mudar,de dar uma guinada. 
Não importa quantos degraus sejam necessários, para se estabelecer novas regras.... ...novos rumos em nossa caminhada.
O grande fiscal de nossos atos, somos nós mesmos. O nosso caminho tem que ser percorrido por nós mesmos.....outros não podem realizar o nosso percurso. As pedras ou flores que surgirem, são consequências das ações praticadas por nós mesmos. A cada um de nós é dada a liberdade de escolha que são colocadas à nossa disposição. Sempre duas opções com o livre arbítrio nos dando o direito de escolha. É uma maneira de dizer: “Eu os quero de livre e espontânea vontade”. Dependendo da nossa escolha, podemos até desfrutar de uma falsa felicidade... ...com momentos de intensas alegrias... ...ou uma vida pautada no trabalho... ...em fazer os outros felizes. E sentindo-se realizado(a) com isso. Ninguém é perfeito, mas a correção da imperfeição.......pode ser feita desde que tenhamos vontade de consegui-la. No nosso trajeto, há muitas ofertas.... ...centenas de oportunidades para satisfazer o nosso ego... ...e outras centenas também de convites. Para que somemos ao lado daqueles que lutam por um mundo melhor. Um mundo melhor com mais justiças.... ...mais amor e menos desigualdade!



O Universo ama a gratidão...sejamos gratos a Ele!


"Tenho percebido que o Universo  ama a gratidão.  Assim, quanto mais agradecido você for,  


maiores serão os benefícios que obterá. Quando digo benefícios, não me refiro apenas  a objetos materiais, mas também incluo,  entre eles, todas as pessoas, lugares e experiências que tornam a vida tão maravilhosamente Você tem consciência de que está bem  quando a sua vida é plena de amor e alegria, saúde e criatividade,  e você encontra todos os sinais abertos  para dar prosseguimento  a suas tarefas ou empreendimentos.É desta maneira que nossas vidas devem ser vividas. O Universo  é um doador  generoso, abundante,  e que gosta  de ser apreciado. A gratidão  


põe em ação  mecanismos  para que se  tenha mais  motivos para  sentir gratidão. Ela aumenta a abundância  da vida que você tem. A falta de gratidão,  ou as queixas, nos dão poucos motivos  

para que nos regozijemos. Os que vivem se queixando sempre  acham que têm poucas coisas boas  
em suas vidas ou, então, não usufruem do que têm. O Universo  sempre nos dá aquilo  que acreditamos que merecemos. Muitos de nós foram educados  para olhar apenas  para o que não têm,  e sentir a falta destas coisas.  

Somos produtos da crença na escassez  e assim ficamos nos indagando  por que nossas vidas são tão vazias. Nós devemos ser gratos  até pelas lições que recebemos.  

Não fuja  das aprendizagens,  pois elas são  pequenos pacotes  que envolvem tesouros que nos foram oferecidos. Na medida  em que formos aprendendo com elas, nossas vidas sofrerão uma transformação para melhor. Utilizemos o máximo de tempo que pudermos agradecendo, diariamente,  tudo de bom que há em nossas vidas.Se você recebe pouco agora, irá receber mais.
Se você já possui uma vida de abundância,  está será intensificada.
É uma situação de  lucro – você está feliz,  e o Universo está feliz.  
A gratidão multiplica a abundância". De:  LOUISE L. HAY ( é conhecida como uma das fundadoras do conceito de “auto-ajuda”. Seu primeiro livro, “Cure seu corpo ”, foi publicado em 1976, bem antes da discussão sobre a conexão entre o corpo e a mente ter se tornado moda.)

Livro:  Gratidão
Nada mais apropriado para este momento do que  a música:

A Montanha
(Roberto Carlos)


Eu vou seguir uma luz lá no alto eu vou ouvir

Uma voz que me chama eu vou subir

A montanha e ficar bem mais perto de Deus e rezar

Eu vou gritar para o mundo me ouvir e acompanhar

Toda minha escalada e ajudar

A mostrar como é o meu grito de amor e de fé

Eu vou pedir que as estrelas não parem de brilhar

E as crianças não deixem de sorrir

E que os homens jamais se esqueçam de agradecer

Por isso eu digo: Obrigado Senhor por mais um dia

Obrigado senhor que eu posso ver

Que seria de mim sem a fé que eu tenho em Você

Por mais que eu sofra, Obrigado Senhor mesmo que eu chore

Obrigado Senhor por eu saber

Que tudo isso me mostra o caminho que leva a Você

Mais uma vez Obrigado Senhor por outro dia

Obrigado Senhor que o sol nasceu

Obrigado Senhor agradeço Obrigado Senhor

Por isso eu digo: Obrigado Senhor pelas estrelas

Obrigado Senhor pelo sorriso

Obrigado Senhor agradeço Obrigado Senhor

Mais uma vez

Obrigado Senhor por um novo dia

Obrigado Senhor pela esperança

Obrigado Senhor agradeço Obrigado Senhor

Por isso eu digo: Obrigado Senhor pelo sorriso

Obrigado Senhor pelo perdão.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

O amor nunca acaba...muitas vezes adormece para sempre!

Mensagens Para Orkut - MensagensMagicas.com
Heart
Hoje não sei porque surgiu essa frase, que ouvi já não me lembro de quem, "o amor Eros nunca acaba fica adormecido", pensando bem, é isso mesmo que acontece, vive-se o auge do amor, uma entrega total de corpo mente e alma/espirito, o mundo gira em tornos dos dois, parece que nada mais existe, 24 horas pensando no outro (porque enquanto se dorme os respectivos espíritos passeiam de mãos dadas), apesar de paralelamente as atividades de ambos continuarem, só que são realizadas com "piloto automático" ligado, uma sintonia tão forte que se é capaz  até de "fazer amor por telepatia", de sentir a presença do outro através da distância, claro que isso tudo com a cumplicidade do Universo, aí começa lenta e gradativamente o declínio desse apogeu, porque começa a roda da vida a girar de forma  a causar turbulências obrigando que assumamos o controle por um momento, desligando o "piloto automático", de turbulência em turbulências, cada vez mais nos envolvemos na vida, assumindo total controle, o "piloto  automático" passou a ser acionado não para as atividades  de antes e sim para as "coisas" do amor de antes: um aroma, uma lembrança, um pensamento, uma música, etc.. tudo que fez parte do momento áureo do amor, então quando a roda da vida começa atingir uma velocidade alucinante e as reservas energéticas estão prestes a se esgotar, esse novo "piloto automático" dispara, com ajuda e cumplicidade do Universo e, aí por breves momentos, parece que a roda da vida que girava freneticamente abranda e sentimos a brisa refrescante do amor, o tempo suficiente para recarregar a "bateria" e novamente a roda começar menos lentamente do que antes a girar até atingir a velocidade mais estonteante do que antes.
Alguns conseguem contra balançar a roda da vida com o piloto automático do amor, renovando no dia dia, não permitindo um afastamento ou distanciamento muito grande de ambos, mantendo acesa a chama, mas outros não conseguem, estes acabam por desligar o "novo piloto automático" e o amor adormece, quanto mais tempo o amor ficar adormecido, maior será a dificuldade em encontrar a chave para ligar o "novo piloto automático" havendo um distanciamento cada vez maior entre ambos, que pode ser de tal ordem, que o auge que viveram fique aprisionado no passado, pela rotina e habituação,  que vai criando uma barreira difícil de ser ultrapassada ou vencida, a sintonia deixa de existir e assim, o que antes era uma chama ardente colorida, passa a ser uma cinza apagada,  quando o amor adormece para sempre.
Há ainda a situação em que se vive o a plenitude do amor, mas um dos dois se distancia levado pela engrenagem da roda da vida, mas o outro não permite (ou tenta não permitir) que esse distanciamento seja total, de tempos em tempos "atira uma pedrinha"(não com a mesma frequência, para não se tornar inconveniente e de acordo com o ritmo da sua própria roda )  para obrigar a roda a parar, nem  que seja por breves segundos, o suficiente para que surja uma fagulha no meio das cinzas e impeça que o amor adormeça para sempre.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

No coração...um alicerce para a evolução espiritual










Os alicerces que nos permitem galgar os degraus da evolução espiritual, muitas vezes são encontrados no quotidiano da vida e na sua sabedoria extraída da simplicidade do coração, talvez seja por isso tão difícil de conseguir, porque o Homem tende a complicar aquilo que é simples, principalmente no que tange as suas escolhas, pois delas receberá a recompensa ou o castigo, a alegria ou a tristeza, consoante for imbuída de coragem ou de fraqueza. 
Encontrei, escondido nos recônditos da minha memória virtual (meu computador), um texto (desconheço o autor) para exemplificar:


No Coração 
Um noviço estava na cozinha, lavando as folhas de alface para o almoço, quando um velho monge - conhecido por sua rigidez excessiva, que obedecia mais ao desejo de autoridade que à verdadeira busca espiritual - aproximou-se. 
- Você pode me dizer o que o superior do convento disse hoje no sermão? 
- Não consigo me lembrar. Sei apenas que gostei muito. 
O monge ficou estupefato. 
- Justamente você, que tanto deseja servir a Deus, é incapaz de prestar atenção nas palavras e conselhos daqueles que conhecem melhor o caminho? Por isso que as gerações de hoje estão tão corrompidas; já não 
respeitam o que os mais velhos têm para ensinar. 
- Olha bem o que estou fazendo - respondeu o noviço. 
- Estou lavando as folhas de alface, mas a água que as deixa limpas não fica presa nelas; termina sendo eliminada pelo cano da pia. Da mesma maneira, as palavras que purificam são capazes de lavar a minha alma, mas nem sempre permanecem na memória. 
"Não vou ficar lembrando de tudo que me dizem, só para provar que sou culto e superior aos demais. Tudo aquilo que me deixa mais leve, como a música e as palavras de Deus, termina sendo guardado em um recanto secreto do meu coração. E ali permanecem para sempre, vindo à superfície somente quando eu preciso de ajuda, de alegria, ou de consolo".

domingo, 8 de julho de 2012

Profetas Contemporâneos

Hoje a Homilia que o padre fez centrou-se nos profetas, que continuam a existir porque profeta é na todo aquele que busca a verdade o tempo todo, que tem a coragem de seguir na caminhada, mesmo que seja ridicularizado por falar da sua crença, por lutar contra a mentira, que não sente vergonha de falar de Deus, num mundo que parece ser ateu porque a verdade, a honestidade, a fidelidade, a lealdade, o amor não passam de simples palavras sem significado para a vida, que é preciso ir buscar o seu significado, como tantas outras palavras quando as ouvimos, desconhecemos e temos que ir ao dicionário para obtermos o seu significado, como por exemplo "pusilânime", que nos tempos que correm passou a predominar na sociedade, tornando a verdade, a honestidade, a fidelidade valores ultrapassados.
Ser profeta é todo aquele que ouve a palavra de Deus e as palavras que saem da sua boca, são as palavras de Deus e não suas próprias palavras (os falsos profetas) e ai é que está a maior dificuldade em se profeta, silenciar a sua voz para que a voz de Deus se expresse através dos seus lábios.
Por coincidência ontem criei um outro cantinho "Razão do Espírito" (http://razaodoespirito.blogspot.com) e a minha dúvida era se deveria ter criado ou não, se estava fazendo seguindo uma orientação de Deus ou se a minha vaidade, ou o meu ego, ou seja Teocentrismo ou egocentrismo? Não estou querendo com isso me comparar a um profeta, nem de longe isso iria acontecer, apesar de lutar pela verdade (o que acaba acarretando dissabores, conflitos, situações de grande tensão, inimizades e tendo que estar vigilante o tempo todo para que não me "puxem o tapete", ser uma pessoa fiel, honesta e leal, mas não consigo deixar de ser pavio curto, portanto proferindo minhas palavras e não as palavras de Deus.
O dia que conseguir deixar de ser pavio curto terei galgado muitos degraus na escada da evolução espiritual e aí talvez eu possa começar a subir os primeiros degraus para ser profeta, como o padre caracterizou, isso está muito longe de acontecer, diversas vezes uso a expressão "quanto mais eu rezo mais assombração me aparece".