Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


quinta-feira, 26 de maio de 2016

Aniversário um dia de reflexão e flashback

 Aniversário é dia de festa, mas nem sempre e nem para todos, este estava rodeado de baixa energia, talvez por ter 3 idades: Ir, ar ou original, dr ou comum «» I = ar+ dr, dr=ar-1, portanto este ano ainda sou original, ano que vem serei original-comum Ir = ar+dr, ar = dr; Daqui a dois anos serei comum Ir = ar + dr, dr = ar+1. Um pouco de matemática  para não sentir o "peso" do tempo.
O bolo imaginado para este aniversário tinha vários significados: Cinco linhas concêntricas de chocolate, uma mandala representando parte da idade comemorada, estrela de cinco vértice número favorito, preto e branco representa o morrer e renascer das cinzas como a Phênix, cor preta predominante, o coração após o crepúsculo da vida de uma das estrelas guias reforçado pela morte do sonho profissional; bola de Volley a paixão presente nos momentos críticos da vida; Coca cola bebida favorita. Chocolate outra paixão presente nos momentos críticos. Contudo o pasteleiro achou que não ia ficar bem e portanto o resultado final foi:
 o simbolismo manteve-se, o resultado final ficou melhor, menos "pesado" e com maior impacto para quem viu e delicioso para quem provou (massa brigadeiro, cobertura chocolate branco com pepitas de chocolate branco e preto dando a impressão de  ser os salpicos da coca cola, placas de chocolate branco, a toda volta mousse de chocolate preto)
Este ano o dia de aniversário foi marcado por "  flashback" na maioria negativos, mostrando que o dia de aniversário nem sempre é comemorado como sendo especial, hoje é uma dessas vezes: o nascer literalmente em outro pais (chegada no dia do aniversário no ano em que pela primeira vez foi feriado nesse dia, tendo como presente de aniversário e boas vindas,  ter a bagagem roubada com todos os documentos  inclusive certidão de nascimento, ficando com a roupa do corpo); Num ano,  11 dias antes de comemorar o aniversário há a tristeza da lembrança do falecimento de  uma das estrelas guias da vida; Nesse dia, anos atrás passado no hospital com a outra estrela guia que fez uma cirurgia, após ter passado um período de doença aguda grave. A morte do sonho de uma vida inteira.
Em termos de comemoração, o dia do meu aniversário sofreu oscilações ao longo da vida: Durante algum tempo comemorado em família com um bolinho feito pela mãe, dois anos  em que houve a comemoração com grupo de amigos do Volley, um deles uma festa surpresa, o outro  triplo, durante o dia com os colegas do trabalho a noite com o grupo de amigos do Volley e já no final uma surpresa da cunhada com um bolo e presentes colocado sobre a cama; Depois um grande  período sem comemorações, após o dia do roubo; Depois houve  um período em que todos os anos era comemorado intensamente incluindo passar um tempo junto ao mar; Para depois voltar a deixar de ser comemorado, inclusive nem querer ouvir os parabéns, embora passado 4 anos passasse a idealizar os bolos para o aniversário: um trevo com uma rede de Volley com os episódios positivos marcantes da vida, outro ano uma bola de Volley, agora este. 
Já quando se  trata do dia de aniversário de quem gosto não há oscilações é sempre um dia muito importante e tento idealizar para que seja feliz e repleto de emoções e se possível de surpresas agradáveis.

sábado, 14 de maio de 2016

Crepúsculo de uma Estrela Guia..desequilíbrio na balança do tempo


A balança do tempo nestes 9 anos do Crepúsculo da Vida de uma das Estrelas Guia da vida mostra que no passado, apesar dos muitos baixos da vida, o prato da balança sempre ficava em alta em termos de ser feliz comparativamente ao presente, onde as lágrimas tornam o prato da balança cada vez mais desnivelado para baixo, (embora nesses 9 anos por um período vivesse dentro de um "bolha mágica" que quase nivelou os pratos),  como se  no passado vivesse num mundo paralelo ao mundo real, como se vivesse coberto pelo véu da ilusão, exibindo as cores de uma vida falsamente preenchida pela busca de tornar realidade um sonho, que por ironia do destino depois de tanta luta e esforço finalmente tornou-se realidade mas acabou virando um pesadelo, que somado à dor da perda, da saudade e talvez da culpa por não ter conseguido evitar o sofrimento da partida que a Estrela Guia expressou no seu derradeiro olhar, originou um grande vazio existencial, nada parece fazer sentido, uma desconcertante sensação de estagnação ou até mesmo de regressão em todos os níveis, cada vez mais distanciado do que foi um dia ou que pensou que fora um dia, o que leva a estar novamente num mundo paralelo, só que agora de forma diferente, sem cor, sem o brilho da ilusão, por vezes excessivamente real, com o peso de estar só na multidão, de nadar contra a correnteza da vida e do tempo ou de andar em sentido contrário ao da multidão.
A vida vai mostrando que se existe um problema também existe a sua solução, mas neste caso parece que não, pelo menos hoje, nesse preciso momento a tristeza bloqueia qualquer tentativa nesse sentido, muito pelo contrário, reforça ainda mais o problema.



domingo, 1 de maio de 2016

Um singelo carinho para a Estrela Guia da vida


Um pequeno bolo simbólico, mesmo que  não o receba, não o prove, mas que possa observar de onde quer que esteja, e uma carta:
Querida mãe, 
Este mês, Maio, é o mês dedicado às mães (Dia das Mães), à Maria (Mãe de Jesus), ao coração, mas é o mês em que a senhora partiu (quero acreditar, ou melhor tenho esperança  que o crepúsculo da vida conduz a um plano espiritual superior) e que a senhora aí se encontre rodeada de luz, da mesma luz  que irradiou por onde passou durante o tempo que aqui permaneceu neste plano terreno.  São tanta saudades, o coração está apertado, apesar do dia radiante de sol que está fazendo do colorido das flores, fruto desta Estação do ano, Primavera, em parte do planeta, o coração está sombrio como o Outono que está noutra parte do planeta, sem cor.  Cada bolo faz recordar que um desejo da senhora tão fácil de ser realizado, mas que nunca chegou a sê-lo, pela luta e o corre-corre do dia-a-dia que obrigava a dar prioridade aquilo que parecia ser o mais necessário, até o era, embora se fosse hoje, teria feito de forma diferente, encontraria uma forma de conseguir realizar o seu simples desejo, de aprender cake designer, colocaria toda a tecnologia a seu dispor para que a senhora pudesse dar, o realce que sonhava, ao seu conteúdo delicioso e inigualável, não havia uma pessoa que provasse do seu bolo e não gostasse... hoje é tarde demais para pensar nisso o tempo não volta atrás...deveria ter aprendido antes que nada é mais prioritário do que realizar ou ajudar a realizar um desejo de quem tudo nos deu, a começar pela vida.
Perdão por não tornar a realização dos seus sonhos e desejos uma das minhas prioridades na vida!






quinta-feira, 24 de março de 2016

Uma oração pela vítimas de Bruxelas...Uma lágrima pela humanidade perdida







A semana Santa é  (ou espera-se que seja) um período de grande vivência espiritual para quem professa a Fé Cristã, tempo de reconciliação, de maior sintonia com Deus e com o Universo, marca do Amor incondicional de um Homem embora filho e ao mesmo tempo Pai, Jesus/Deus pela Humanidade. Os acontecimentos do passado dia 21  em Bruxelas, põe  à prova a Fé, porque abalam um pouco a estrutura interna de natureza divina da Humana, desencadeando por vezes vibrações contrárias ao Amor, como revolta, ira, ódio, medo ou pavor,  ao mesmo tempo desencadeando ondas  de amor, correntes de oração pelas vítimas do terrorismo, essa praga que infestou a Humanidade.
Neste momento a Oração pela Paz feita pelo Papa João Paulo II é a que parece se apropriada para que as vibrações contrárias ao Amor possam ser amainadas:

"Escuta minha voz, Senhor, pois é a voz das vítimas
de todas as guerras e de todas as violências
entre os indivíduos e os povos...

Escuta minha voz, pois é a voz de todas as crianças
que sofrem e que sofrerão 
enquanto os povos colocarão sua confiança nas armas e na guerra...

Escuta minha voz, quando eu te suplico de insuflar
no coração de todos os humanos
a sabedoria da paz,
a força da justiça
e a alegria da amizade...

Escuta minha voz quando eu te falo para as multidões que,
em todos os países e em todos os tempos,
não querem a guerra e estão prontas a percorrer o caminho da paz...

Escuta minha voz e dá-nos a força
de sempre saber responder ao ódio pelo amor,
à injustiça por um total engajamento pela justiça,
à miséria pela partilha...

Escuta minha voz, ô Deus, e concede ao mundo
(especialmente ao Oriente Médio) tua paz eterna.
Amém."
 Uma lágrima pelas vítimas... uma lágrima pelos parentes e amigos que tiveram seus entes queridos subitamente arrancados de suas vidas por atos de alguns homens, animais desprovido de qualquer humanidade ou racionalidade...uma lágrima pelo rumo que a Humanidade está tomando, ou melhor pela humanidade perdida desses terroristas... algumas perguntas: Que objetivo ou motivação poderá ter um terrorista? Que estratégias mentais movem um "bombista suicida"? o que ganha um terrorista em troca das dezenas ou até centenas de vidas ceifadas, inclusive a própria, 
decorrentes  dos seus atos insano? Será que alguns querem estabelecer o caos, instalar o medo generalizado na Humanidade?  mas  para que? será que a Humanidade está regredindo, depois de ter atingido um grande avanço  tecnológico, um grau elevado de evolução? Será que as trevas pretendem triunfar sobre a Luz? Não, isso não acontecerá porque nada e nem ninguém é mais poderoso do que o poder do amor que emana de Deus.
Uma vela para afastar as trevas, porque onde existe um feixe de luz (amor) as trevas enfraquecem.




domingo, 14 de fevereiro de 2016

Dia de São Valentim ...coração preenchido: Amor para uns, dor e saudades para outros



A Lenda da origem do dia de são Valentim:

O imperador romano Cláudio II (268-270) emitiu um decreto durante o seu curto reinado a proibir a realização de casamentos (assim os soldados lutariam sem ter nada a perder e não teria que indenizar as viúvas dos soldados mortos em combate. Entretanto vivia em Roma, um bispo que continuou a celebrar casamentos, desobedecendo às ordens do imperador. O seu nome era Valentim. Ele realizava os casamentos em segredo, mas espiões imperiais descobriram  e ele foi condenado à morte.

Diz a lenda que muitos jovens atiravam flores e bilhetes para a cela de Valentim. Entre as pessoas que fizeram isso estava uma jovem cega, Artérias, filha do diretor da prisão. Ela conseguiu obter do seu pai a permissão para visitar o bispo romano. Valentim e Artérias acabaram por apaixonar-se e por milagre ela recuperou a visão. Mais tarde, dias antes da execução, o bispo injustiçado escreveu uma carta de amor para a jovem com a assinatura "de seu Valentim". Essa assinatura daria origem à expressão hoje utilizada no Dia dos Namorados.
Na celebração dos dias dos namorados, está implícita a exaltação do Amor em todas as suas vertentes, está inserido no período  da Quaresma (40 dias que antecedem a Páscoa) para os Católicos, marco principal da Fé Cristã, onde "...quando a dor se torna amor", a expressão máxima do Amor: Deus entregou seu próprio amado filho, Jesus, um inocente que , em sacrifício  num sofrimento atroz, morreu pregado na cruz, para expiar os pecados dos Homens  por Ele amados.
A imagem do início, encontrada casualmente na padaria, alusiva ao dia dos namorados , logo foi adquirida porque simboliza o coração neste dia de hoje: negro pela dor e saudade de uma das Estrelas Guia da Vida que se foi há 8 anos e 3 meses e pelos 10 meses  da morte do sonho de uma vida, dois dias antes de estar diante das cinzas deste sonho. Vermelho da emoção despertada pela recordação  do período  "bolha mágica" que envolveu o fascinante encontro de duas"Almas Gêmeas complementares" incluindo a vivência do Amor Eros/paixão/romântico e pela emoção sentida despertada pela última obra editada recebida há 3 dias, por fim ser  um dia após o comentário deixado no post "Coma...Matar, deixar morrer ou esperar pelo crepúsculo" onde as respostas aos comentários sobre o tema incide basicamente no amor total/ incondicional.
"Uma imagem vale mais do que mil palavras" é o que fica deste bolo tão expressivo, será que o pasteleiro que o fez também estava exprimindo "mil palavras" ao confeccioná-lo, ou simplesmente estava fazendo mais um bolo?

domingo, 31 de janeiro de 2016

Verdade ou visibilidade? ...uma reflexão e uma parábola


Nestes últimos dias/semanas de Janeiro de 2016, reforçado na reunião do dia 7/1/2016 e na reunião com o conselho diretivo em Dezembro, a conclusão retirada é que cada vez mais um “V” importante, não o de VERDADE, como seria o esperado e desejado, mas lamentavelmente, de VISIBILIDADE, infelizmente. Parece que ninguém está interessado na verdade, como se todos seguissem o lema muito badalado popularmente quando não se quer apurar os fatos “a verdade não existe”, está certo que o que é verdade para um pode não ser verdade para outro, o mar mesmo já tinha me “dito” isso, mas isso não é regra ou melhor não corresponde na totalidade, existem pontos de convergência e pontos de divergências, se alguém pega em algo que não lhe pertence, é furto/roubo, isso é uma verdade que não é contestável, o que pode ser contestado é como se deu o acontecimento, a pessoa poderia ter achado no chão e justificado com outro ditado/adágio popular “achado não é roubado” poderia ser uma verdade, mas passível de contestação, porque achado, ou subtraído, o fato é que não lhe pertence e sim a outra pessoa, logo é um furto. Mas voltando ao cerne da questão, o porquê da conclusão, simplesmente as pessoas assumem como verdadeiro um fato porque alguém disse ser a verdade, não se preocupando em apurar a verdade do que foi dito, se existe uma situação envolvendo 2 pessoas, uma delas acusa ou culpabiliza a outra e alguém que ouve condena de imediato a outra está incorrendo no erro de condenar injustamente um inocente, nesse caso só se pode emitir um valor de juízo depois de ouvir ambas as partes envolvidas e assim mesmo não é tão simples assim, necessita que haja o interesse em apurar o que realmente aconteceu e o que motivou a atribuição da culpa: Será que a pessoa que acusou não está usando a tática “a melhor defesa é o ataque”? Justamente para não ser posto às claras a sua real culpa? Se uma pessoa erra e é confrontada com um erro e não gosta, ela não será do tipo de pessoa, infelizmente é o que mais há, que fará de tudo para que a pessoa que a confrontou fique desacreditada para “virar o jogo a seu favor”? e assim estará com a sua “fama” de eficiente e competente, de profissional exemplar, assegurada a custa de lançar dúvidas a cerca da pessoa que detectou e confrontou o erro, causando ou corroborando para que esta tenha fama de conflituosa, antipática, uma pessoa com quem ninguém gosta ou quer trabalhar.
Como é que um profissional, ainda mais sendo um superior hierárquico acusa outro profissional da mesma categoria, mas seu subordinado hierárquico, de agir ou de usar frase “não faço porque não me apetece, não tenho vontade” sem ter ouvido esse profissional dizê-lo, porque “me disseram”, abrindo precedente para que outro colega da mesma categoria e mesmo nível hierárquico repita a mesma acusação posteriormente? Quando o visado nunca em tempo algum aplicou essa frase ou agiu em conformidade com ela, no âmbito profissional, no âmbito pessoal/familiar, na pratica desportiva, nem mesmo enquanto estudante; Será que cabe na cabeça de alguém que um profissional, principalmente, no âmbito e objeto do seu trabalho, possa se recusar a executar as suas atribuições, simplesmente porque não lhe apetece???  Só caberá isso na cabeça de quem considere normal e que assim o proceda, assumindo como verdade que o outro o tenha feito também, sem nem se quer pestanejar e conceder o benefício da dúvida ao visado, portanto,  partindo de imediato do pressuposto de ser verdade e por isso justifica todas as  demais situações, condenando o profissional, não se importante em destruir a sua reputação, sem ao menos ouvir esse profissional, porque no fundo sabe, se for ouvir, terá que admitir o seu erro e dar a conhecer que todas as acusações a que o profissional está exposto, são infundadas e em algumas situações são reflexos das calúnias levantadas e dos erros  e procedimentos errados dos  outros profissionais envolvidos inclusive do próprio superior hierárquico. (22/1/2016- 12:20)


Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupas e sem adornos, tão nua e descoberta como o seu próprio nome.
E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas.
Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, criticada, rejeitada e desprezada.
Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo vestido e muito elegante.
- Verdade, por que você está tão abatida? - perguntou a Parábola.
- Porque devo ser muito feia e antipática, já que os homens me evitam tanto! - respondeu a amargurada Verdade.
- Que disparate! - Sorriu a Parábola. - Não é por isso que os homens te evitam. Toma. Veste algumas das minhas roupas e verás o que acontece.
Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola, e de repente, por toda parte onde passava era bem-vinda e festejada.
Os seres humanos não gostam de encarar a Verdade sem adornos. Eles preferem-na rebuscada, mascarada, dissimulada e disfarçada.
PROF. KIBER SITHERC

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Percurso na senda da Informática

 Um aviso recebido:  "o site que aloja páginas pessoais será desativado..." gerou uma "revolução das emoções",  as páginas criadas em momentos especiais irão desaparecer a não ser que  sejam recriadas  ou transformadas  e colocadas, por exemplo, num blog ou rede social, mas para isso há que "correr atrás", "salvar" o máximo que puder, nessa "corrida" impossível não  relembrar como foi :
O  percurso na senda da informática foi evoluindo de forma não planejada, até certo ponto inesperada. Antes de iniciar este percurso o conceito que tinha do computador é que era aliciante, mas também alienante, esta última parte não despertava e nem motivava o interesse em aprender a utilizar. Entretanto, no ano anterior ao ano em que ocorreria uma mudança radical na vida, houve a decisão de aprender coisa novas, vislumbrando-se uma miríade de oportunidades em várias áreas do conhecimento desde a saúde (curso de gesso, o estágio foi realizado no hospital de traumatologia dos Servidores do Estado), recursos humanos (relacionamento e atendimento ao público no SENAC) até a informática (Introdução ao Computador, também no SENAC) e foi o primeiro contato com o computador, apesar de ter sido extremamente curto, elementar, foi o suficiente para despertar o interesse, contudo ficou latente durante os 2 anos seguinte, devido à mudança radical ocorrida.
Dois anos após o primeiro contato com o computador, surgiu nova oportunidade de aprofundar o conhecimento, um Curso de Formação de Formador em Programação Basic (COPRAI), curso remunerado, onde como o próprio nome indica, todos os formandos tinham  ou teriam noção de computadores, com exceção de um, um dos colegas até comentou "quem está realmente aproveitando este curso é você, todos que estão aqui só estão pela remuneração..." ou seja, alguém sem noção, onde já se viu não saber nada de computador, começar com um curso para dar formação em programação? passado algum tempo onde o computador era utilizado somente como máquina de datilografia,  para datilografar os trabalhos, surgiu a oportunidade de entrar num curso relâmpago de iniciação ao Word, especificamente aprender a formatar texto e inserir figuras, sempre o computador levando a melhor, "deitava e rolava" porque o considerava inteligente, inclusive situações que ocorriam que os mais entendidos não sabiam explicar e diziam que  teria que ver acontecer,  como uma "gracinha aprontada" pelo computador: duplicou uma diskete de imagens apagando por completo o relatório que estava fazendo (50 páginas perdidas), entre outras "gracinhas" mais,  isso até que um dia, numa situação percebida, saiu um grito "estúpido" ao dar 2 comandos ele ficou "baralhado",a partir daí foi "coexistência pacífica", deixou de fazer "gracinhas" com tanta frequência, se bem que "tenta", tem vezes que é "pego no pulo do gato", mas até hoje ainda surge situações que escapa o entendimento e não se compreende qual a causa para o ocorrido, como no Excell, tem dias que não aceita o "Ctrl C"...



O percurso continuou, surgiu a oportunidade de fazer o curso de iniciação ao sistema operativo windows 97 (FMUP), onde houve o primeiro contato com o Excell, PowerPoint (o trabalho realizado foi sobre Volleyball), Internet (breve contato com o MIRC entrando como guest, na altura era o início da "febre do Chat" depois o percurso passou a ser "tentativa de erro e acerto", houve um período de utilização intensa do MIRC,  Correio Eletrônico, Cartões Virtuais, como não tinha computador, acedia através dos computadores do departamento de informática da faculdade e  do NetPost dos CTT, evoluindo para o ICQ,  construção da primeira  Homepage, através do FrontPage, alojada no Terravista/Geocities com 12 MegaBites (esse era o total do espaço concedido gratuitamente contendo o relato do Romance Virtual vivido intensamente), Já no 1º "bichinho" (apelido carinhoso dado ao computador ) um passo gigante para quem era um autêntico analfabeto em termos de  informática/ Internet. Seguiu-se várias contas de correio eletrônico, utilização  do Hotmail Messenger, depois em simultâneo o Yahoo Messenger, No  Espaço Internet (espaço de acesso gratuito de computadores com acesso a Internet), Um amigo Engenheiro ajudou a criar uma base de dados no Excell, que até hoje é utilizada de forma intensa e de fundamental importância no trabalho, principalmente nesta fase conturbada (daí a profunda gratidão por esse amigo).

O percurso evoluiu, seguiu-se a criação de várias páginas pessoais, umas para substituir as que  foram ficando desalojadas, outras novas, trabalhos (pessoais e profissionais) em Powerpoint, apresentação em Datashow, criação de Posters, evoluindo para a criação de um Blog, depois  vários Blogs foram surgindo (cerca de 10), compras online, utilização do banco online, Presentes  de aniversário encomendados online para serem entregues pessoalmente no destino,  realização de cursos online, livros escritos e editados à distância, alguns além mar (sem um único contato presencial), até um romance virtual foi vivido intensamente como se real fosse, e um romance real vivido virtualmente, aquisição de vários saberes (confecção de bombons, sabonetes, velas criar embalagens, bota de natal, leite condensado de coco para substituir o leite condensado tradicional para quem não pode ingerir leite ou cálcio, leite de aveia ou de amêndoa, rótulos de vinho personalizado, criptograma, lembrança de casamento), criação dos bolos personalizados para as diversas ocasiões (entregues na confeitaria para execução dos mesmos: bola de Volley, tricórnio, bolsa de senhora, yin/yang, leão, ovo da Páscoa, Árvore de Natal, livro de 80 anos, quadra de Volley, etc) 







O percurso foi sinuoso, mas rico de emoções, realizações, hoje, apesar de continuar apenas gatinhando no reino da informática, o computador ocupa a maior parte das horas do dia (somatório das horas utilizadas  de forma laboral e das horas de cariz pessoal), contudo há o protelar à adesão das Redes Sociais (Facebook, Quesepassa,  etc), não por falta de convites, se bem que por engano (respondendo ao convite de uma amiga), no começo do Orkut, houve umas poucas comunicações, mas que logo foi deixado de lado e agora não mais existe, se bem que, através do Orkut foi colocado Templates  e mini aplicações nos blogues (no motor de busca era procurado como se fosse colocar no Orkut  como imagens, gifs animados, contador, recados online, etc.. mas na verdade aplicando nos blogs). esta seria a parte da alienação contida no conceito do computador/Internet de outrora, por agora a aposta é na parte  aliciante (navegar nas ondas da criatividade e imaginação,  receber, promover, produzir e reproduzir conhecimento)  que compõe o conceito formulado outrora: trabalhar com o computador é aliciante, mas também pode ser alienante.