Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

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Amor & Emoção x Razão


sexta-feira, 13 de março de 2009

Disciplinas do amor (...Economia)

Dando continuidade ao "post" anterior, outras disciplinas mais:
4- Geografia
4.1- GEOGRAFIA DO AMOR
...O rio do AMOR....Nasce, na serra da AMIZADE...Invadindo, o estado do CORAÇÃO....Vai deslizando, no rio do CIÚMES...Que nasce, no lago cristalino, da SIMPATIA....Percorrendo, os estados da:PAIXÃO....SINCERIDADE...ILUSÃO....Continuando, cauteloso e extenso...Até o lago da SAUDADE....Morre, na serra da DESILUSÃO....Antes de desaparecer, no OCEANO....(1962)- San Cardoso
4.2- Limites geográficos do amor
Meu coração é um pais independente fica situado ao lado esquerdo do peito limita-se ao norte pelo amor ao oeste pelo destino ao leste pela paixão ao sul pelo oceano da compreensão. Estados:amor, felicidade, ternura,fidelidade, gratidão e união.Principais cidades: carinho,amor,amizade,solidariedade,esperança. Clima quente - no desejo Clima frio - no desegano Capitais: amor, compreensão, união, gratidão, fantasia.População: apenas um habitante Você!!!!! avafrança http://recantodasletras.uol.com.br/poesiasdeamor/1259421
5- Literatura portuguesa (estilo de linguagem-prosopopeia)
Era uma vez uma ilha, onde moravam os seguintes sentimentos: a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros. Um dia avisaram para os moradores desta ilha que ela ia ser inundada. Apavorado, o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem; ele então falou: _ Fujam todos, a ilha vai ser inundada. Todos correram e pegaram seu barquinho, para irem a um morro bem alto. Só o amor não se apressou, pois queria ficar um pouco mais na ilha. Quando já estava se afogando, correu para pedir ajuda. Estava passando a riqueza e ele disse: - Riqueza, leve-me com você. Ela respondeu: - Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e você não vai caber. Passou então a vaidade e ele pediu: - Oh! Vaidade, leve-me com você. - Não posso você vai sujar o meu barco. Logo atrás vinha a tristeza. - Tristeza, posso ir com você? — Ah! Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha. Passou a alegria, mas estava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela. Já desesperado, achando que ia ficar só, o amor começou a chorar. Então passou um barquinho, onde estava um velhinho. - Sobe, amor que eu te levo. O amor ficou tão radiante de felicidade que esqueceu de perguntar o nome do velhinho. Chegando no morro alto onde estavam os sentimentos, ele perguntou à sabedoria: - Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe aqui? Ela respondeu: - O tempo. - O tempo? Mas, por que só o tempo me trouxe aqui? - Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.http://www.comamor.com.br/hist_amor.asp
6- Mitologia Grega
6.1- AMOR - MITOLOGIA GREGA

Afrodite, a deusa grega do amor, nasceu das espumas das águas, quando Cronos, o deus do tempo, castrou seu pai celestial Urano atirando-lhe os órgãos genitais ao mar, os quais produziram uma espuma branca. Daí emergiu, belíssima, numa concha, a deusa de cabelos lisos negros e olhos azuis. Levada pela brisa suave de Zéfiro, o vento Oeste, a deusa foi conduzida para Cítara e depois para as costas do Chipre. Ali foi acolhida pelas Horas, as deusas das estações, que a vestiram e enfeitaram e a conduziram à mansão dos imortais. Assim que chegou ao Olimpo foi admirada e invejada por sua beleza que seduziu a todos, exceto Minerva, a deusa da Sabedoria e da Honra, a Diana, a deusa das Artes e a Vesta, a deusa do Lar. Para acalmar essas deusas, Zeus obrigou-a a casar-se com Hefesto, o artesão dos metais, feio, disforme e coxo. Afrodite aparecia sempre acompanhada de Eros, o menino alado, deus do Amor e criança levada, que fazia apaixonar-se aquele que fosse flechado por ele. Deusa do amor e da fecundidade, do relacionamento entre os seres humanos, dos animais e da vegetação. Irradiava encanto, harmonia e feminilidade. Derramava sobre a natureza toda sua alegria de viver, contudo, conseguia também ser ciumenta e fútil, traiçoeira, preguiçosa e vingativa. Passou por diversas formas, desde a protetora do amor puro e ideal, até mesmo a prostituição. Afrodite representa o amor e a beleza, o prazer do amor físico e a sensualidade, a paixão, a generosidade, todas as espécies de parcerias e relacionamentos, o afeto, a fertilidade e a renovação.

http://sarasvati29.spaces.live.com/Blog/cns!1p_UzUtQywEAs8lWOk3O1ndw!291.entry

7-Filosofia
Um jovem foi visitar um sábio questionando-o sobre os sentimentos que tinha pela sua esposa. O sábio escutou-o e disse-lhe apenas uma coisa:-Ame-a!- Mas … - questionou o jovem.- Ame-a - disse-lhe novamente o sábio.Perante a surpresa do jovem, o sábio continuou:- Amar é uma decisão e não um sentimento. Amar é dedicação, é verbo. O fruto dessa acção é o amor. Amor é jardinagem. Arranque as ervas daninhas, prepare o terreno, semeie, regue e seja paciente. Haverá pragas, secas e enxurradas, mas não abandone o seu jardim. Nunca! Valorize, respeite, dê afecto, ternura, admire e compreenda. Simplesmente: Ame!A inteligência sem amor torna-te perverso.A justiça sem amor torna-te implacável.A diplomacia sem amor torna-te hipócrita.O êxito sem amor torna-te arrogante.A riqueza sem amor torna-te avarento.A docilidade sem amor torna-te servil.A pobreza sem amor torna-te orgulhoso.A beleza sem amor torna-te ridículo.A autoridade sem amor torna-te tirano.O trabalho sem amor torna-te escravo.A simplicidade sem amor deprecia-te.A lei sem amor escraviza-te.A política sem amor deixa-te egoísta.A vida sem AMOR não tem sentido. http://olhares.aeiou.pt/o_amor_e_paciente_foto670863.html

8- Economia
Também o amor se adapta às leis da economia Investe-se a curto prazo e reduz-se a energia. E quando o barco vai ao fundo ninguém quer ser culpado .Mas nunca é tarde para se ter uma infância feliz. O cavaleiro solitário ainda sonha acordado. Jorge Palma. http://www.geocities.com/joaoaldeia/txt/eco110.htm

quinta-feira, 12 de março de 2009

Disciplinas do Amor (Matemática e...)

No "Amor ... Uma ponte entre a realidade e a fantasia" existe um comentário "falar de amor é bom né...", daí buscar algo diferente na abordagem do amor, o resultado da pesquisa foi surpreendente: o amor nas várias disciplinas:

1- Matemática

umas fórmulas, uns romances, etc:
1.1- MATEMÁTICA DO AMOR !!!


[(AM + BC)X ] / [ B(X + BOC ] = [ (AM) / (BC) ] - [ (CTE) / (X + BOC) ]
( vc resolve..? )Se não conseguiu resolver e mesmo assim estiver interessado na solução:


ou mande um mail para mceuml@gmail.com

1.2-MATEMÁTICO APAIXONADO

Num certo livro de matemática, um quociente apaixonou-se por uma incógnita de uma simples equação. Como sabes, o amor é de mais ou menos. É bom multiplicá-lo, mas horrível dividi-lo. No primeiro diedro de Dezembro, ele encontrou-a numa de inequações, envolvida com certos problemas.Apaixonado, o quociente olhou-a do vértice à base, de todos os ângulos agudos e obtusos e achou-a linda. Tinha o olhar rombóide, boca trapezóide e corpo cilíndrico.'Quem és tu?', perguntou o quociente com o olhar radical. Ela, com a expressão algébrica de quem ama, respondeu: "Eu sou a raiz quadrada da soma dos quadrados dos catetos, mas podes chamar-me de Hipotenusa".Ele fez da sua vida uma paralela à dela, até que se encontraram no infinito. Amaram-se à velocidade da luz e saíram traçando rectas e curvas. Os dois amavam-se muito e, por um teorema anterior, concluíram que se adoravam nas mesmas razões e proporções.Resolveram casar-se e montar um lar, ou melhor, uma perpendicular. Os padrinhos foram o poliedro e a bissectriz. Juntos traçaram planos e diagramas para o futuro, pois todos queriam uma felicidade integral. Quando tudo estava no eixo, eles com todas as coordenadas, resolveram ter alguns números, torcendo para que todos fossem irmãos, pois jamais poderiam ser números primos. Nos três primeiros anos de casados, conseguiram ter um casal. O menino, um diâmetro, a menina, uma linda secante. O amor entre eles crescia numa progressão geométrica.Eram felizes, até que um dia tudo tornou-se uma constante. Foi aí que surgiu um outro: o máximo divisor comum. Um frequentador de círculos viciosos. O mínimo que o máximo ofereceu foi de caras uma grandeza absoluta. Quando o quociente tornou-se quociente, ou seja, consciente desta regra de três, numa fracção de segundos encontrou a solução. Sentindo-se um denominador comum, resolveu tomar providência, saindo logo pela tangente.Numa noite fria do primeiro semi-período do inverno, ela, vestindo uma combinação linear, chamou-o de quadrado. Tomado de ódio, o quociente pegou o seu 45 graus e, num giro determinante, encontrou nova solução. Ela passou para o espaço imaginário e ele foi parar num intervalo fechado. Interrogado por alguns cubos, disse apenas: 'A Matemática não perdeu nada. Ela não passa de uma fracção ordinária'.http://www.humornanet.com/servlet/sitem?itm=1028&mod=arq&cat=12

1.3 Amor matemático.
Um Quociente apaixonou-seUm dia Doidamente Por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável E viu-a, do Ápice à Base… Uma Figura Ímpar; Olhos rombóides, boca trapezóide,Corpo ortogonal, seios esferóides.
Fez da sua Uma vida Paralela à dela.Até que se encontraram No Infinito.
“Quem és tu?” indagou ele Com ânsia radical.“Sou a soma do quadrado dos catetos. Mas pode chamar-me Hipotenusa.”
E de falarem descobriram que eram O que, em aritmética, corresponde A alma irmãs Primos-entre-si.
E assim se amaram Ao quadrado da velocidade da luz. Numa sexta potenciaçãoTraçando Ao sabor do momento E da paixão Rectas, curvas, círculos e linhas sinusoidais.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidianas E os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianase pitagóricas. E, enfim, resolveram casar-se.Constituir um lar.Mais que um lar.Uma Perpendicular.
Convidaram para padrinhos O Poliedro e a Bissetriz. E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro Sonhando com uma felicidadeIntegral E diferencial.
E casaram-se e tiveramuma secante e três cones Muito engraçadinhos.E foram felizes Até àquele dia Em que tudo, afinal, se torna monotonia.
Foi então que surgiu O Máximo Divisor Comum…Frequentador de Círculos Concêntricos.Viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,Uma Grandeza Absoluta, E reduziu-a a um Denominador Comum.
Ele, Quociente, percebeu Que com ela não formava mais Um Todo.Uma Unidade. Era o Triângulo, chamado amoroso. E desse problema ela era a fracção Mais ordinária.
Mas foi então, que Einstein descobriu a Relatividade. E tudo que era expúrio passou a ser Moralidade Como aliás, em qualquer Sociedade.

Autor desconhecido
http://leivan.wordpress.com/2007/04/19/amor-matematico/



1.4- A recta apaixonada

A recta r estava apaixonada pelo ponto P, mas como era muito envergonhada, decidiu transmitir os seus sentimentos, ao seu amado por código. mandou-lhe a seguinte mensagem:x(bc+mo)=mo(abc+x)-bcte «=» xbc+ xmo=moabc+ mox-bcte«=»«=» xbc+ xmo -mox= moabc- bcte«=»«=»xbc/bc= moabc/bc-bcte/bc«=»«=» x= amo-te


2- Língua Portuguesa

Quando o amor ainda está mesclado Com os impulsos do instinto e do desejo, Nós o encontramos sob o nome de PAIXÃO.

Quando o amor traduz afinidade, Carinho e respeito mútuo, Nós o chamamos de AMIZADE. Quando o amor resvalar pelos caminhos áridos do ciúmes e da posse, ele aprisiona, e é quando encontramos o APEGO.

Quando o amor liberta, Nós o chamamos de RENÚNCIA.

Quando o amor ainda está fechado em si mesmo, Como semente escura e enclausurada,Nós o chamamos de EGOÍSMO.

Quando o amor se expande como um SOL ardente, Em benefício do semelhante, torna-se divino, E o chamamos de CARIDADE.

O ÓDIO é apenas a Ausência do amor, assim Como a sombra é a ausência de luz, ou então... ... é o amor traído e, por isso mesmo, tempestuoso.

O amor é como o sol...... está por toda a parte. A diferença está na maneira como o refletimos http://www.bethynha.com.br/lei.htm

3- Direito
Considerando ser o Amor o maior de todos os agentes de Utilidade Pública,PROCLAMA-SE O QUE SEGUE:
Artigo 1ºO amor pode apropriar-se de todo e qualquer coração,com ou sem anuência do dono.
Artigo 2ºEm presença de sentimentos inferiores, tais como a raiva,o ódio e o ressentimento, ao Amor é permitido julgá-los e extraditá-los sem direito a reconsideração da pena.
Artigo 3ºO Amor deve ser respeitado em todas as suas formas,sejam elas dirigidas a pessoas, coisas, vegetais ou animais.
Artigo 4ºAo Amor é sempre permitida a companhia do perdão,pois que sem este Ele está falsificado.
Artigo 5ºO Amor tem o direito de ficar cego, surdo e mudo quando em presença de maledicência se pode apresentar-se como agente de paz diante de desarmonias e atos prejudiciais a todos os seres do Planeta.
Artigo 6ºO Amor tem licença plena para manifestar-se livremente,independente de raça, credo ou religião.Ele é incondicionalmente livre para viver em seu habitat natural: o coração.
Artigo 7ºO Amor é bússola que aponta o caminho para a Felicidade e assim deve ser indiscutivelmente reconhecido.
Artigo 8ºA todo aquele que banir o Amor do seu coração será imputada a pena de solidão,isolamento e sofrimento perpétuos.
Artigo 9ºO Amor nunca deverá ser responsabilizado por dores,perdas ou danos e tem amplos poderes para neutralizar todas as batalhas, sejam elas emocionais, familiares ou sociais.
Artigo 10Ao Amor não se aplicam Leis Trabalhistas:Ele pode exercer suas funções 24hs por dia durante TODOS os dias do ano.
Artigo 11Quando o Amor entra em corações, deve ser bem recebido,bem tratado, bem nutrido e absolutamente livre para agirem prol de todos os envolvidos por Ele.
Artigo 12Em nenhuma hipótese o Amor deverá ser álibi para atitudes de más intenções, tais como usá-Lo como desculpa para enganar, iludir ou controlar corações.Também nunca poderá ser instrumento de brincadeira com o sentimento do homem ou da mulher.
Artigo 13Toda e qualquer tentativa de matar o Amor será tratada pelo Universo como crime contra a vida do próprio mandante.
Artigo 14O Amor é partidário da Lei de Causa e Efeito:Ele pode partir em definitivo da Vida daqueles que optam pelo sofrimento diante das adversidades,e também daqueles que se deixam cair em abandono.
Artigo 15Ao Amor nada deve ser acrescentado e Dele também nada retirado,posto ser o mais perfeito de todos os sentimentos e manifestação absoluta de Deus.
Parágrafo Único:Os Direitos do Amor sempre protegerão os legítimos Direitos de Todos os Seres.= REVOGUEM-SE TODAS AS DISPOSIÇÕES EM CONTRÁRIO
= Silvia Schmidt *Humancat* http://humancat.com/Direitos/doamor.htm

(Continua noutro "post"... porque estava muito extenso e os últimos parágrafos ficaram com letras reduzidas, peço desculpas a quem já o viu antes)

Vida...um livro mágico!

A vida é um livro mágico que acompanha cada um no seu nascimento, as páginas estão escritas com tinta invisível, por isso, aos nossos olhos, será antes um caderno, mais especificamente um diário. Nele escreveremos a nossa história no dia a dia ou a longo prazo, através dos sonhos, metas, objectivos que vamos traçando para alcançarmos, que vão sendo registrados, sendo ou não realizados, assim como o rumo a que conduziram na jornada da vida.
Por vezes alguns mais iluminados conseguem ler as páginas do seu livro e cedo preparam a sua jornada, sabem qual o sentido da sua existência e alcançam sem desvios.
Outros mais curiosos e mais atentos conseguem ler alguns capítulos e vão completando as páginas a partir do que perceberam e traçam o seu rumo, por vezes coincide com o que está escrito, por vezes modificam o que está escrito, mas sem alterar o sentido.
Outros menos atentos, mas curiosos ou intuitivos, não percebem o que está escrito, mas vão traçando metas, objectivos ou simplesmente sonham e fazem por torná-los realidade, sem saber vão tornando visível as letras, como se fossem os autores, na verdade estão reforçando o que já está escrito.
Outros são desatentos, pouco curiosos, não desenvolveram a intuição, não têm metas, são como um barco à deriva, se vem um vento e sopra para a direita, vão para a direita e assim por diante, não tem um rumo certo, portanto vulnerável, um alvo fácil de ser manipulado, acabam por alterar tudo que estava escrito, não cumprem a sua missão, afastando-se da luz, escrevendo sua trajetória com a cor das trevas (marginalidade, com execução de crimes variados).
De qualquer forma, os 4 grupos têm em comum o livro que os acompanha desde a aurora ao crepúsculo da vida, mas que ao longo desse percurso serão leitores, atores e ao mesmo tempo autores, com o livre arbítrio de o modificar, mas que será submetido ao julgamento que determinará o destino final que poderá ser coincidente ou não como o previamente escrito na aurora da vida.
Cada página escrita ou tornada visível, vai sendo preenchida com outros personagens para além do protagonista principal, há um entre cruzamento de livros, num livro seremos o protagonista, noutros seremos personagens principais, secundários ou figurantes, consoante a marca que deixarmos no livro da vida em que participamos. Uns terão seus livros repletos de personagens e de marcas pessoais, outros participaram em muitos livros, outros serão ilustres desconhecidos que passarão pela vida sem deixar sua marca nos livros dos outros e o mais triste sem deixar no próprio livro, por terem uma existência vazia, ao tentar descobrir o rumo sem se dar conta de que a jornada chegou ao fim e nenhuma ou poucas marcas deixou.
Outros ainda, lamentavelmente, deixarão marcas profundas, mas negativas nos próprios livros e nos dos outros, que poderão causar desvios de trajetória, tornando difícil a caminhada ou conduzirão ao desvio do destino fina do próprio e daqueles a quem marcaram.


quarta-feira, 11 de março de 2009

Sexo ... expressão corporal do amor

A natureza embora simples (segue um padrão de acontecimentos cíclicos que se repetem diariamente (o dia surge trazido pela mão da aurora, rendendo a noite que surge para render o dia, assim sucessivamente. Machos e fêmeas nascem, acasalam-se, procriam e morrem) revela-se misteriosa e complexa.
Tudo foi criado para ser simples e funcional, porém, o ser humano acaba por complicar em muitas situações ou modificar o curso natural dos acontecimentos.
Quando se fala de amor, logo pensamos que só os seres humanos amam ou têm sentimentos, mas não é bem assim, considerando que normalmente na natureza os progenitores alimentam, agasalham, amparam e protegem a sua cria e até manifestam carinho, por exemplo, quando lambem as suas crias. Porém as exceções existem, vamos encontrar espécies que destróiem a própria cria, mas também encontramos isso no ser humano, como no caso dos abortos, dos crimes e violência sexual e nestes o incesto, que recentemente foi muito comentado na comunicação social, de um pai , na Áustria, que sequestrou, manteve refém a própria filha, abusando sexualmente dela, gerando filhos/netos, um autêntico monstro, uma aberração da natureza, dando vazão aos seus impulsos sexuais pervertidos e a sua total falta de amor.
Na natureza existe 2 géneros: macho e fêmea que se completam, se acasalam para perpetuação e preservação da espécie.
Nos seres humanos o sexo também é realizado para a procriação, perpetuação da espécie, mas não só, é realizado também para obtenção de prazer. Entre os extremos " obrigação" de um lado e "prazer" do outro, deveria existir o amor como a base ou o pilar desse relacionamento, entre o homem e a mulher.
Se existir amor, quando os dois se encontram, a energia de ambos se transforma, seus espíritos se acarinham, seus corpos se modificam e são mutuamente atraídos como um imã, entrelaçando-se, gerando uma cascata de sensações eletrizantes que vão aumentando de intensidade até atingir o clímax que conduzirá a um estado de plenitude, de êxtase, em harmonia com o Universo.
Assim sendo , o sexo não deveria ser apenas um impulso ou instinto animal, que geraria prazer momentâneo, fugaz com a possibilidade de gerar, acidentalmente ou por descuido, descendência não desejada.
O sexo deveria ser a sublime expressão corporal do amor, que conduziria a procriação, se ambos desejassem e pudessem, como forma de perpetuação, ampliação, consolidação e reflexo desse amor e que seria uma mágica fonte, permanente e inesgotável de prazer que transcende além do físico, presente de forma constante não só quando fisicamente unidos, mas também quando estão separados, pelas lembranças, gestos ou elaboração de carinhos materializados, como sendo o preparo da comida preferida, do cuidado e atenção desprendida, do presente comprado ou criado exclusivamente para o ente querido e amado.

terça-feira, 10 de março de 2009

Presente ...manifestação de amor

Um presente quando oferecido com amor se torna um duplo carinho, para quem dá (principalmente se de alguma forma esteve envolvido na criação do mesmo) e para quem recebe.
Normalmente a escolha de um presente, para alguém especial muito importante para nós, é motivo de felicidade, que começa quando decidimos presentear e começamos pensando o que poderia deixar feliz o outro e termina quando entregamos o mesmo, se temos oportunidade de ver a expressão de quem recebe e se esta for de alegria e aprovação, então nossa felicidade aumenta.Quando o que sentimos por alguém é tão profundo, temos a impressão que daríamos o Universo, se pudéssemos, de presente a esse alguém. Porém é necessário restringir essa necessidade de dar carinho materializado, a dias festivos, principalmente dia de aniversário, ou criarmos dias oportunos para manifestar todo o nosso sentimento, sem que sufoquemos o outro ou que ultrapassemos os limites socialmente aceites.
Tem presentes que precisam de muita antecedência para a sua confecção, por exemplo, que levam cerca de 3 meses desde a idealização até a concretização e a entrega, inclusive pode levar cerca de 2 horas para ser embrulhado, se este for sequencial, tipo conter vários embrulhos e cada um ter "pistas" ou comandos que indiquem a sequência de abertura dos mesmos., porém quem o receber pode simplesmente não gostar e toda a alegria, emoção, carinho, dedicação com que foi executado, dá lugar à decepção, frustração e tristeza por não conseguir ver um sorriso feliz, emocionado no rosto de quem recebeu, mas nunca ao arrependimento, porque enquanto estamos planejando, confeccionando, embrulhando o presente, os nossos pensamentos são dedicados a quem se destina, gerando uma onda de emoção, de carinho que nos deixa com uma sensação sublime de êxtase que se propaga para o Universo, acabando por envolvê-lo numa onde luz e energia positiva, apesar da distância.
Contudo, isso só acontece quando o presente é dado pelo coração, ou seja quando é a manifestação do amor, do carinho ou da amizade que temos por alguém, cujo único objectivo é fazer esse alguém feliz, de forma que, ao abrir o presente, um sorriso desponte em seus lábios iluminando todo o seu rosto, tornando seu olhar brilhante, reluzente como duas estrelas.

sábado, 7 de março de 2009

Amizade ...Uma brisa refrescante no deserto da vida

Tem dias em que a vida se apresenta como um deserto, árido, agreste, com temperaturas abrasadoras, provocadas pelo redemoinho que se forma, de vez em quando, na nossa mente, pela junção das tempestades, oriundas do exterior, às nuvens negras do nosso céu interior.
Quando estamos no limite de sermos sugados ou arrastados pela correnteza desse redemoinho, sentimos uma brisa suave, refrescante, proveniente da energia maravilhosa que aquele amigo especial possui, que parece saber quando estamos precisando e se faz presente, mesmo ausente, através do seu sorriso, da sua atenção, das sua palavras escritas ou faladas, do seu pensamento, do seu carinho, que nos alcança, através do mundo virtual ou das ondas, energéticas ou magnéticas, do Universo.
Essa brisa suave, porém forte, intensa e poderosa, como num passe de mágica afasta as nuvens negras, as tempestades, desfaz o redemoinho formado. No deserto surge um oásis e por algum tempo, mesmo que breve, o nosso céu se torna azul límpido, radiante, iluminado pelo reflexo dos raios de sol nas nuvens formando um arco-Íris de cores brilhantes, como se houvesse a promessa de que a tempestade não seria devastadora, igual a promessa feita por Deus de que o mundo não sucumbiria por causa de outro dilúvio, firmando com o arco da aliança (arco-íris).
A permanência nesse "oásis" é o suficiente para que no nosso céu interior, outrora carregado de nuvens negras, densas, agora tenha raios de sol espreitando por entre as nuvens que tornaram-se menos densas e por vezes deixando transparecer partes do azul límpido que lá existia, mostrando que a tempestade está passando, que não fomos arrastados, muito pelo contrário nos deixou fortalecidos para podermos enfrentar novos desertos ou redemoinhos.
Felizes são aqueles que tem quem lhes façam sentir brisas de alento, de carinho e de força no momento em que estão prestes a serem sugados pelos redemoinhos ou na travessia do deserto, que por vezes a vida apresenta.
Abençoados sejam aqueles que se fazem presentes nos momentos difíceis da vida de alguém. Abençoado seja você meu amigo!, por ser um oásis no deserto da vida, a bonança no meio da tempestade, por ser gerador de energia maravilhosa.


Amor...uma ponte entre a realidade e a fantasia

Uma ponte liga dois pontos, dois extremos, dois mundos. Além disso faz com que haja comunicação, facilitando a troca de informações, encurtando distâncias.
Assim é o Amor, uma ponte entre 2 corações, estabelecendo uma rede de interligações, a Internet humana.
Como tal basta um "click" (uma lembrança, um pensamento, uma comunicação, um contacto, uma fragrância, etc) para cruzarmos o limiar entre a realidade e a fantasia. Onde tudo se modifica, há uma visão nítida de nós mesmos e do outro, embora em termos positivos, como se os erros, os defeitos não existissem. Como se o mundo, a sociedade ou grupo em que vivemos, fosse um paraíso, iluminado , sereno, dono de uma beleza ímpar, o impossível passa a ser apenas aquilo que ainda não foi pensado.
Por momentos (em termos reais breves, porém no "reino da fantasia" longos, porque atingem a velocidade do som ou da luz) vivemos emoções fortes, entramos em "transe", ligamos o "piloto automático", o nosso eu liberta-se, deixamos de ter consciência do nosso corpo e do mundo "real" que nos rodeia.
É fantástico! Ao mesmo tempo que continuamos executando nossas tarefas diárias, isto é o nosso eu externo permanece na ativa, embora automatizado, porém o nosso eu interno está "longe" em outra dimensão. Uma imagem que retrata bem esse viver 2 realidades ao mesmo tempo, é aquela dos desenhos animados em que um funcionário está dormindo, mas pintou as pálpebras com 2 olhos abertos semelhantes aos seus, quem passa a uma certa distância não percebe isso.
Quando surge um novo "click" (um obstáculo, um sinal que fechou, alguém que nos solicita, algo que precisa da nossa atenção consciente, um som que surge, etc... ) eis que novamente o eu interior e o eu exterior estão juntos vivendo a realidade.