Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

Sua visita me deixou  muito feliz...

Amor & Emoção x Razão


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Reunião de serviço... algumas, pura perda de tempo!

Para que servem as reuniões de serviço?
Supostamente para serem fornecidas as orientações técnicas, as orientações normativas e informativas, além de elaboração de estratégias e projectos a serem desenvolvidos e implementados. Tudo isso para que haja um bom desempenho das actividades ou funções pertinentes ao serviço e que estas sejam realizadas com qualidade, eficiência e eficácia.
Lamentavelmente, não é isso que aconteceu nas reuniões participadas ao longo da vida. Essas reuniões acabaram sendo hostis, um “lavar roupa suja” que em nada contribuíram para o desenvolvimento e o aprimoramento dos profissionais e nem do serviço em si, apenas criaram um ambiente desagradável de desconfiança, hostilidade, conflituoso. As propostas bem como as estratégias foram apresentadas de forma caótica, sem estruturação, sem bases sólidas, normalmente uma casa começa-se pelo placa e o arcabouço de sustentação e por fim o telhado, porém, o que se tem visto nessas reuniões é que começa-se pelo telhado, depois os pilares de sustentação e por fim a base. É um arrumar tudo “para a fotografia” ou então “varrer a sujeira para debaixo do tapete” para que não esteja visível.
Lamentavelmente nessas reuniões todas as decisões, ordens superiores, todas as propostas e planos são transmitidas verbalmente e na hora em que surge algum problema, ninguém assume, consolidando a velha expressão: “filho feio não tem pai”. Se é uma empresa pública ou estatal, então parece que o quadro torna-se mais negro, a resposta é “são ordens superiores”, mas não está especificado de quem partiu e os funcionários têm que obedecer como carneirinhos, aceitando sem questionar, sem ver a sua aplicabilidade, ou se não implica consequências danosas para alguém ou para outra instituição, aqui coloca-se a questão: se existe uma “ordem” superior, não registrada em nenhum documento ou até mesmo que estivesse, que os funcionários deverão atirar-se pela janela, então todos um a um vão assim procedendo? Esse exemplo é um exagero, uma caricatura, mas aponta para que as coisas não devem ser aceitas sem questionar a sua isenção, correção, funcionalidade e aplicabilidade, vamos que um superior hierárquico seja movido por interesses pessoais, gananciosos, políticos, os funcionários ao aceitarem suas determinações estão sendo cúmplices, responderão pelos seus atos, embora “fiquem com a fama sem tirar proveito”.
Quando aceitamos as determinações superiores, sem questionarmos ou sem deixarmos vincada a nossa posição de não concordarmos com elas, estamos compactuando para que o que é errado ou incorreto, jamais seja corrigido, muito pelo contrário estamos contribuindo para que se perpetue. Lembrar sempre que tanto é chamado à responsabilidade de seus atos quem manda assim como quem executa.
Quando não concordarmos mas não tivermos alternativas, devemos deixar registrado na ata que não concorda com tal medida, orientação ou ordem dada hierarquicamente se for por escrito e assinada, caso seja verbal, devemos exigir que seja dado por escrito, devidamente assinada.
Devemos fazer a oração da serenidade, antes das decisões difíceis: “Senhor me dê serenidade para aceitar aquilo que não posso mudar, coragem para mudar o que posso mudar e sabedoria para discernir quando é um o outro”.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O mendigo sábio!

A vida às vezes nos mostra o quanto corremos e fazemos as coisas tão mecânicamente que nem nos apercebemos de algumas nuances. Quantas vezes passamos por um mendigo/ um pedinte que estende a mão colocamos uma "moedinha" sem nem olharmos para ele quanto mais falarmos ou sorrirmos. Mas recentemente uma cena fez com que olhasse mais atentamente, porque ao colocar a moeda ouviu"Só faltava o seu", uma expressão diferente, que personalizou um gesto comum, nesse momento estabeleceu-se uma interação, que fez com que reparasse no bonito sorriso daquele ser humano iluminando seu rosto que estava em condições precárias de higiene, mas nem por isso deixou de acrescentar "tristezas não pagam dívidas" e continuou você para estar de preto deve estar triste, mas o passado passou tem que olhar para frente, para a vida", nesse momento foi impossível impedir que uma lágrima rolasse pela face misturando-se ao sorriso, acompanhando um "obrigado" porque essas simples, mas sábias palavras, tocaram fundo. O desejo era de reencontrar esse pedinte, convidá-lo para uma refeição e conversar, ouvir a sua história, mas nunca mais esteve no sítio aonde esteve.

Essa cena fez recordar o livro "Saga de um Pensador" de Augusto Cury, onde descreve o encontro do personagem central, Marco Polo, um estudante do 1º ano de medicina com um mendigo, um filósofo, que fora um homem bem conceituado na sociedade, que lhe mostra o outro lado que não vemos quando olhamos para um mendigo/pedinte/ um sem abrigo. Além de em outra parte, descrever a chocante revelação do cadáver de um indigente que estava sendo dissecado no teatro anatômico, ser um professor afamado daquela faculdade, cujo retrato estava justamente colocado na parede desse teatro anatômico. Mostrando o respeito que se deve ter para com os outros independentemente de ser uma pessoa encontrada na rua ou ser alguém conceituado e de grande prestígio social.

Essa cena também fez recordar e mostrar que a condição social não traduz felicidade, alegria ou sabedoria, às vezes encontramos um sorriso no rosto daquele que aparentemente é um miserável e que não teria motivos para sorrir e outras vezes encontramos pessoas que são ricas, têm tudo que o dinheiro possa comprar, mas nem se quer um esboço de sorriso conseguimos ver em seu rosto. Assim como encontramos sabedoria nas pessoas que não são letradas e não encontramos essa mesma sabedoria nos catedráticos, nos "supra sumos" do conhecimento.

Isto deveria levar a que refletíssemos mais sobre a nossa maneira de estarmos na vida, de não super valorizarmos as aparências e não super dimensionarmos os problemas ou o ter e valorizarmos gestos simples como um sorriso, um carinho, um abraço, uma palavra, que pode fazer toda a diferença para alguém em determinado momento, em especial quando atravessa um período difícil e até mesmo esteja à beira de um abismo, desnorteado, desesperado ou desesperançado. E quando dermos uma esmola a alguém que o nosso gesto seja de amor e respeito para aquele que tem menos haveres do que nós e não um gesto autômato ou de superioridade em relação ao outro, que muitas vezes é pobre no ter, mas é rico no ser.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Derrapagens da vida....espinhos no mar de rosas!

A vida aparenta-se para alguns como um mar de rosas e para outros como um mar de espinhos. Essa desigualdade nem sempre corresponde á realidade. Há pessoas que parecem tropeçar em problemas, e atrair o azar para junto de si, há outras que parecem que não têm problemas, que a sorte as bafeja e o azar nunca as atingem.
Mas será assim tão linear, de um lado pessoas com sorte e do outro, pessoas sem sorte? Não parece que seja assim, embora, possam existir pessoas que conquistam suas metas com menos esforços e outras com mais, mas isso é inerente às características individuais de cada um e como cada um reage e age frente aos obstáculos da vida. Exemplo disso é a notícia recentemente divulgada na comunicação social a cerca de um número elevado de suicídios de funcionários de uma empresa de telecomunicações na França tendo como origem o clima de stress face a estratégia administrativa implantando o regime de mobilização do s funcionários. O clima de tensão e de stress existente no ambiente de trabalho pode gerar uma tensão psicológica tão elevada que, alguns não conseguem suportar, mas isso está relacionado justamente com as características de cada um, caso contrário o número de suicídios seria em maior número. Todos os funcionários estiveram submetidos ao mesmo clima, mas nem todos foram atingidos de forma fatal., aqui entra a forma individual de cada um lidar com o stress, daí acharmos que alguns são uns azarados e os outros uns felizardos, achando que estes não tiveram obstáculos e que aqueles esbarraram em todos os obstáculos, mas não tem haver com o ter ou não obstáculos e sim como a forma com que se encara os mesmos..



Houve um período na vida em que a frase: “dia de muito véspera de nada” foi muito utilizada, assim como a expressão “ sou azarada, tudo me acontece”, mas cada vez que essas expressões eram utilizadas, parece que mais tinham que ser pronunciadas, até que um dia esse círculo vicioso foi quebrado, através da modificação das expressões: “dia de muito, véspera de muito mais”, substituição da palavra azar para falta de sorte, parecendo que não azar é mais “pesado” do que falta de sorte e a pergunta “que mais falta acontecer?” na sequência de acontecimentos menos favoráveis uma forma de desafio provocatório expressando um grito de desabafo, achando que tudo de ruim já teria esgotado, mas não, essa pergunta não deve ser feita nesse momento, porque sempre pode acontecer algo mais atraído justamente por essa onda negativa instalada.
Porém recentemente houve a tentação de fazer a pergunta numa sequência de episódios desagradáveis num dia só (queda absurda, roubo dos documentos e dinheiro) e de achar que havia uma maré de azar, quando 1 semana depois., se é confrontado com uma situação desfavorável de mudanças radicais em termos laborais no regresso de férias. Apesar disso tudo a expressão não foi dita e a pergunta não foi feita, é claro que no momento há uma explosão de sentimentos de raiva, cólera, revolta, expressando a nossa mágoa e o ferimento profundo que atingiu o âmago do nosso ser, as derrapagens ao longo da vida desfilam no horizonte e vemos que poucas pessoas ou talvez ninguém tenha se apercebido delas e nos olhos como se não tivéssemos tido nenhum obstáculo na vida.
Vendo esses contraste das derrapagens que sofremos no passado, que deixaram marcas nas entranhas do nosso ser, mas que externamente são pouco perceptíveis, uma força interior impulsiona a que nos levantemos do chão em que nos encontramos no presente, sacudamos a poeira, arregacemos as mangas e vamos à luta e tentar reverter em nosso favor, ou minorar os prejuízos, por um lado juntando os pedacinhos que ficaram espalhados no chão”, por outro lado tentar organizar e por ordem ao caos, a bagunça e a desordem com que foi confrontado. Não adianta ficar num canto “lambendo ferida” sentindo-se vítima ou coitadinho (mesmo porque “coitadinho é filho de ratinho que nasce peladinho”, conforme a expressão aprendida e usada na Cidade Maravilhosa) .


As derrapagens (obstáculos) da vida nada mais são que os espinhos no mar de rosas, que por mais contracenso que possa parecer nos protegem e nos fortalecem para enfrentar os obstáculos maiores e nos permitem desabrochar no jardim, por vezes deserto árido da vida.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Profissão...uma manifestação de Deus!

Se todos decidissem ser missionário ou apóstolo de Cristo como seria?
Na Doutrina Católica aprendermos que Jesus nos convida a segui-lo, isso não significa que todos deveriam deixar a sua vida literalmente para o fazê-lo, deveríamos sim fazer da nossa vida o caminho que leva até Ele. Existe uma música cantada pelo coro de uma igreja que diz: "Deus precisa de ti amigo...Deus precisa do teu olhar...Deus precisa das tuas mãos..." que mostra que Deus manifesta-se através de nós:
Dá-nos a cura das doenças através dos cientistas, médicos, dentista, psicólogos, enfermeiros fisioterapeutas, e nuticionistas;
Dá-nos um teto através dos engenheiros, pedreiros, carpinteiros, ferreiros, pintores;
Dá-nos conforto material através dos arquitectos, decoradores; Dos vendedores e revendedores; Dá-nos conforto espiritual através dos padres, missionários, religiosos, dos amigos;
Dá-nos o que comer e o que beber através da natureza, dos agricultores ou lavradores, dos agrônomos;
Dá-nos riqueza através dos recursos naturais, geridos pelos economistas e gestores, extraídos pelos mineiros, garimpeiros;
Dá-nos ensinamentos através dos professores, catequistas, missionários;
Dá-nos limpeza através dos lixeiros, garis, faixineiros;
Dá-nos distração, divertimento, passatempo, através dos atores, cantores, compositores, roteiristas, dramaturgos, coreógrafos;
Dá-nos beleza através da natureza, do artista, escultor, pintor, desenhador, fotógrafo, maquiador, esteticista;
Dá-nos o que vestir através da natureza, dos costureiros, do estilista, do sapateiro;
Dá-nos informação, comunicação através do rádio, televisão, computadores, dos jornalistas, do marketing, dos administrativos;
Dá-nos justiça e proteção através dos juristas, advogados, magistrados, agentes policiais e bombeiros;
Dá-nos transporte através dos operários que fabricam carros, navios, avião, trem, dos respectivos condutores: maquinistas, pilotos, motoristas, comandantes e respectiva tripulação;

Todos nós ao nascer recebemos pelo menos um dom, uma habilidade, uma vocação para aprender, praticar, viver e nos tornarmos as mãos, os braços, as pernas, os ouvidos, os olhos, a boca, o coração e a mente de Deus, na dimensão terrena.

Devemos nos lembrar sempre que cada profissional é o representante de Deus no seu ramo de atividade e que esta deveria ter como base o amor, quando isso se dá então literalmente estamos seguindo Jesus Cristo e que Deus nos espera de braços abertos, no fim da caminhada, quando o crepúsculo da vida chegar.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Ferias momentos de relaxamento...ou sera que nao?

As férias representam o encontro com o nosso eu interior distanciado pelo corre-corre da vida com suas preocupações, suas tensões, pela rotina enfadonha que cada dia encerra, cimentando dia após dia as frustrações, os problemas que não foram solucionados, as decepções sofridas, os fracassos, derrotas e o tropeço que tivemos.
Contudo nem sempre as ferias proporcionam o relaxamento, a descontraçao e as condições favoráveis para que possamos nos reencontrar, reequilibrar a nossa energia vital ou recarregar a nossa bateria para voltarmos ao nosso dia-a-dia, ou quando proporciona, por vezes um dia e suficiente para por por terra tudo que alcançamos no período de ferias, como aconteceu no penúltimo dia das ferias planejadas (parte delas): uma queda absurda, (sem haver tropeço, estando com os pés na areia mas sobre uma superfície lisa e solida, sem escorregar, sem ter sentido tontura ou vertigem, sem que houvesse pressas ou distraçao) ao encostar numa pedra a beira-mar, que estava fixa na areia, seca, sem nenhum obstáculo (foto assinalada com um circulo), no momento a sensação de ter sido empurrada por mãos invisíveis e ao mesmo tempo amparada por outras mãos invisíveis que amortizaram a queda (apesar de cair com o abdome e tórax sobre outra pedra menor que estava ao lado, os únicos ferimentos cingiram-se a uma abrasão na região palmar de 3 dedos e na extremidade inferior da perna oposta), algumas horas depois, num grande shopping ao chegar na caixa de uma loja para pagar a mercadoria, a carteira contendo o dinheiro e todos os documentos, incluindo o cartão multibanco, desapareceu da bolsa, impossibilitando não só de efetuar a compra, como causando o transtorno de ter que pedir para trocar o cheque, num sábado, para poder fazer o check-out do hotel.

Esses dois fatos e as consequencias decorrentes deles, por mais que houvesse descontraçao e relaxamento obtidos em cenários maravilhosos de beleza ímpar recheados de muita emoção, nos dias anteriores, estes tenderiam a desaparecer, dando lugar a perplexidade, preocupação, revolta, enfim, a perda da serenidade e paz interior alcançada. Isso poria em causa as ferias, mas graças a Deus, não aconteceu, porque, Ele sempre nos abre uma janela quando a porta se fecha, esse dia (para esquecer) aconteceu no meio das ferias, como tal ainda restam alguns dias para recuperar o que foi perdido:
*Em termos materiais (tirando novos documentos, providenciando novo cartão de debito)
* Em termos de serenidade, de paz interior (junto ao mar, mesmo com clima menos propicio com dias cinzentos e menos quentes, porque assim há menos pessoas, menos barulho e confusão), criando condições propicias para o encontro com o nosso eu interior distanciado, confirmando que as ferias, apesar dos pesares, foram momentos de lazer, prazer, beleza, relaxamento e de reequilíbrio energético para poder enfrentar novamente o dia-a-dia desgastante ate as próximas férias.

sábado, 19 de setembro de 2009

Magia negra ...caminho das trevas longe do amor

Engraçado diversas vezes a palavra magia é utilizada, mas apenas o ramo que tem por alicerce o bem, porém nestes dias fui confrontada com o ramo que tem como alicerce o mal, alguém comentou: "...Fizeram magia negra em mim e a partir daí ..." continuou dizendo sobre os problemas que surgiram, inclusive afetando a libido.
É um tema complexo, há a tendência a fazer a dicotomia da magia: Branca, aquela em que alguns seres dotados de extrema sensibilidade e intuição, consegue entrar em sintonia com o Universo, invocando as entidades superiores que estão na esfera mais desenvolvida da espiritualidade e extrair deles uma energia que lhes confere poderes extraordinários, sobre naturais, para serem utilizados para o bem e guiar as pessoas no caminho da luz, tendo por base o amor universal, incondicional, que promove a ascensão espiritual daqueles que trilham esse caminho; Negra, aquela em que algumas pessoas invocam as entidades inferiores, que estão na esfera menos desenvolvida da espiritualidade, que vivem na escuridão das trevas porque se afastaram da luz, a partir do momento em que deixaram de ter como base o amor. Enquanto a primeira evoca as bênçãos e proteção de Deus, a segunda evoca a proteção do diabo/Satã/Satanás, que vive através dos tempos tentando ser mais poderoso do que Deus, como as escrituras revelam: "Certo dia, os anjos apresentaram-se a Deus, e entre eles foi também Satã "Job 1,6, ou como pode ser visto no Novo Testamento, onde o próprio Satanás tentou Jesus e este lhe respondeu "não Tentarás o teu Deus" e ele desaparecera.

Contudo o poder, quer de um ou do outro ramo da magia, para atingir outra pessoa precisa do consentimento desta. Quanto mais a pessoa viver na luz, no amor, mais deixará de ser vulnerável aos ataques vindo das trevas, não há maior poder no Universo do que o amor.

Quando Alguém afirma que "fulano fez um trabalho de magia negra" muitas das vezes significa que esse alguém fez algo contra outro alguém ou contra si mesmo e se por acaso o outro alguém for praticante de magia negra, isso vai penetrando na mente da pessoa ditado pela culpa ou pelo remorso, fazendo com que sem o perceber esse alguém comece a agir de forma a ter problemas e insucessos, quantos mais insucessos tiver, mais vai reforçar que lhe fizeram magia negra, mais insucessos terá. Neste caso a forma de cortar isso é meditar sobre todo o seu comportamento e tentar chegar ao momento em que feriu outro alguém ou a si mesmo e arrependido pedir perdão a quem magoou e a si mesmo.
É claro que, quando se lida com forças ocultas, há que ser muito cauteloso e cuidadoso, porque o mal está sempre a espreita a espera que lhe abram a porta, pode se apresentar das mais variadas formas, não devemos esquecer que Lúcifer/Satanás segundo é contado através dos anos, era um anjo, o mais bonito e inteligente, que um dia rebelou-se contra Deus, por considerar que tinha mais poder, desde então criou as trevas que tenta apagar a luz divina do Universo, gerando a eterna batalha entre o bem e o mal, que no mundo de hoje parece que as trevas estão levando vantagem em alguns campos, porém no fim a luz triunfará sobre as trevas, nada supera o poder divino do amor.




domingo, 13 de setembro de 2009

100 um número a ser festejado!

Todos os momentos que nos proporcionam prazer, bem-estar pleno, são motivos de comemoração. Porém nem sempre estamos voltados para esses pequenos detalhes de celebrarmos especificamente um acontecimento, para além dos eventos comuns e tradicionais (data do aniversário, Natal, Ano Novo, Carnaval, Bodas, Batizado), como por exemplo completar 100 momentos de felicidade onde a fronteira entre a realidade e a fantasia deixa de existir, o sonho torna-se realidade e a realidade transforma-se num lindo conto de fadas. Onde passamos a ser príncipes e princesas vivendo no paraíso, envoltos pela magia do amor, como se estivéssemos dentro de uma bolha mágica. Viver um momento assim já é motivo para comemorar, então que dirá 100 momentos desses…é muita emoção junta! O coração dispara num ritmo alucinado, como se a qualquer momento fosse explodir, mas curiosamente sentimo-nos muito bem, ao mesmo tempo cheios de energia, relaxados e em paz.. Completamente diferente de quando o motivo de alterar o ritmo do coração são sentimentos opostos ao do amor, como raiva, ódio, mágoa, vingança, que esgota a nossa energia, nos angustia e nos deixa em guerra permanentemente.
Devemos arranjar sempre um pretexto para festejarmos, para sorrirmos e fazer com que os outros, particularmente aqueles que amamos, sorriam também.


Cada sorriso que despertamos em alguém, retorna para nós, fazendo-nos sorrir também. Quando contribuímos um pouquinho para alguém ser feliz, estamos contribuindo em muito para sermos felizes. Quem nos proporcionar momentos de prazer, de felicidade, será duplamente feliz, então quanto mais momentos felizes e de prazer proporcionarmos a alguém, mais prazer teremos e seremos mais felizes.


Essa é a lei ou a matemática do amor: quanto mais se dá mais se recebe. Porém muitas das vezes acabamos por inverter egoisticamente essa relação, recebemos muito, neste caso 100, mas damos quase nada em troca, talvez não porque sejamos egoístas e sim porque não tenhamos condições ou não saibamos como o fazer.