Amor & Emoção x Razão
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Índios Cherokees...uma lição a reter!
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Uma foto expressa uma emoção contida.
Toda forma de arte expressa a emoção contida num momento. Uma fotografia tem a propriedade de captar dois momentos em simultâneo, o exterior e o interior da pessoa, consegue ir mais além da percepção do olhos do fotógrafo e da própria percepção de quem está sendo fotografado. Quantas vezes o próprio fotógrafo se surpreende com detalhes que não havia tomado consciência, mas que seu subconscientes registrou e focou , direcionando o resultado final, como se tivesse sido guiado por forças invisíveis. Outras vezes é o próprio modelo que tem uma percepção errada, ou apenas diferente, de si mesmo e surpreende-se quando alguém tem uma percepção contrária ao ver a sua foto. Neste caso se questiona se a apreciação feita não estará ofuscada pelo véu da fantasia ou da ilusão acabando por transformar um patinho feio, sem graça, num elegante e lindo cisne, inclusive fazendo o próprio modelo sentir-se como um cisne gracioso. Essa dualidade de percepção deixa de causar conflitos interiores, quando chegamos a conclusão de que a percepção desse nosso apreciador (correspondendo à realidade ou não)não lhe causa decepção, é mais importante para nós do que a nossa própria opinião corresponder ou não a verdade.quarta-feira, 6 de abril de 2011
Momentos de prazer...adoça as amarguras da vida!
A vida é tão complexa, mas ao mesmo tempo simples, está tudo encadeado em uma sequência lógica de acontecimentos, embora nem sempre percebemos esse encadeamento, assim como não percebemos que tudo tem o momento certo de acontecer. Por vezes somos tão ansiosos que queremos tudo com muita rapidez, nos esquecemos que tudo tem o timing certo de acontecer e quando aquilo que desejamos que aconteça, acontece nós não curtimos o momento por mais tempo, deixamos que situações do nosso cotidiano interfira tornando o momento prazeroso mais breve. domingo, 3 de abril de 2011
A lição do passarinho...a maior estabilidade vem do joelho dobrado!
Você já viu um passarinho dormindo num galho ou num fio, sem cair? Como é que ele consegue isso? Se nós tentássemos dormir assim, iríamos cair e quebrar o pescoço. O segredo está nos tendões das pernas do passarinho.E les são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado, o pezinho segura firmemente qualquer coisa. Os pés não irão soltar o galho até que ele desdobre o joelho para voar. O joelho dobrado é o que dá ao passarinho a força para segurar qualquer coisa. É uma maravilha, não é? Que desenho incrível que o Criador fez para segurar o passarinho! Mas, não é tão diferente em nós. Quando nosso "galho" na vida fica precário, quando tudo está ameaçado de cair, a maior segurança, a maior estabilidade nos vem de um joelho dobrado, dobrado em oração.Se você algumas vezes, se vê num emaranhado de problemas que o fazem perder a fé, desanimar de caminhar; não caminhe mais sozinho, Jesus quer fortalecê-lo e caminhar consigo por toda sua vida!É Ele quem renova suas forças e sua fé, e se cuida de um passarinho, imagina o que não fará por você Seu filho amado, basta você CRER!"Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedires o que quiseres e vos será feito" Jô 15:7"Lançai sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós" 1 Pe 5:7 Edson capixaba sábado, 2 de abril de 2011
Sexo não é sinônimo de Luxúria
A Semana Santa aproxima-se, para os católicos é o momento de reflexão e expiação dos pecados, através da Confissão, arrependimento, penitência e a firme intenção de não voltar a pecar.O terceiro nível, o qual até agora, não foi compreendido no Oriente nem no Ocidente. Esse terceiro nível de sexo é o nível espiritual. Nosso ego usa o sexo para satisfazer seus desejos e impulsos. Visa ao prazer carnal e à reprodução somente. A alma utiliza a energia sexual quando está amando. Nosso ego controla nossos desejos e luxúria, extravasando a energia sexual apenas pelo chakra sexual, sem elevar a função do chakra cardíaco a um propósito divino, como faz nossa alma. É obcecado pela sexualidade mundana,olhando para todos como se fossem parceiros em potencial, sem intencionar a relação como uma experiência de cunho espiritual. Simplesmente, quer prazer. E pronto! Não consegue sentir felicidade, caso não possua parceiro sexual. Em carências de relação, torna-se irritadiço e mal-humorado. Nossa alma busca elevar a energia da kundalini para nossa conexão ao Alto e para chegar a orgasmos muito mais satisfatórios, plenos de espiritualidade, além da volúpia carnal, com emoção, responsabilidade, muito carinho. Quando a alma está presente na relação, o sexo não é mais a satisfação de nossas descargas hormonais, mais um ato puro e legítimo de verdadeiro amor! O nível de prazer é incomparável a este caso, podendo ser atingido o êxtase espiritual. "O êxtase do santo foi, um dia, mero impulso, como o diamante lapidado, gota celeste eleita para refletir a claridade divina, viveu na aluvião, ignorado entre seixos brutos. Claro está que, assim como se submete o diamante ao disco do lapidário, para atingir o pedestal da beleza, assim também o instinto sexual, para coroar-se com as glórias do êxtase, há que dobrar-se aos imperativos da responsabilidade, às exigências da disciplina, aos ditames da renúncia. André Luiz, Chico Xavier,"No Mundo Maior"
quinta-feira, 31 de março de 2011
O virtual pode ser mais real do que o próprio real
A Internet vem promovendo a mudanças nos hábitos de vida de muitas pessoas, inclusive em termos relacionais. para alguns é uma forma de colmatar algumas falhas que não conseguiria pessoalmente, por exemplo as pessoas introvertidas, tímidas ou dominadas por complexos que as tornam inseguras em relação a si mesma e a sua aceitação pela sociedade ou pelo sexo oposto, encontram na Internet uma tábua de salvação: Contactam com as pessoas sem que precisem se mostrar como na realidade são, podem não revelar a sua aparência e com isso podem ser elas mesmas sem os complexos que carregam e daí até terem romances virtuais que lhe dão o prazer que não conseguiriam na realidade, por não conseguirem ultrapassar seus complexos e insegurança. Até aqui não há nada a temer, porém essa tábua de salvação , como tudo na vida há "as duas faces de uma mesma moeda", também pode conduzir à perdição: Neste caso as pessoas correm um grande risco, principalmente se fingem ser o que não são, porque podem acabar por perder a noção da realidade, assumirem uma identidade que não é a sua, passarem a não distinguir a realidade da fantasia, tornando-se cada vez mais inadaptadas na sociedade, alienando-se da realidade. Neste caso as pessoas têm que ter bem definido a fronteira da sua realidade-fantasia, ter presente o que faz parte do seu ser e ter, com aquilo que gostaria de ser e ou ter, saber distinguir o que é realidade daquilo que é fantasia da sua cabeça. Para isso torna-se necessário "ouvir" a razão, checar os dados. O virtual pode ser mais real do que o próprio real, por vezes o real não passa de virtual quando se trata do prazer. Por vezes as emoções e sensações que são despertadas virtualmente assumem proporções gigantescas quando comparadas com aquelas despertadas de forma real.
Uma experiência fantástica...Fantasia ou realidade?
Uma experiência fantástica quando nos deitamos para dormir e passamos a um estado em que parece que estamos sonhando, mas não estamos dormindo, de repente estamos vivendo cenas como se assistíssemos a um filme romântico, mas nós somos os protagonistas, nosso corpo vai reagindo consoante a cena, nos entregamos totalmente as sensações que vão surgindo, como por magia, o ambiente modifica-se, não estamos deitados, estamos num vazio, mas não estamos flutuando e não estamos inertes, há um envolvimento a dois, não só do corpo como do espírito, atingindo um clímax abrasador, como se vivêssemos uma louca paixão, mas temos consciência de que fisicamente estamos sozinhos, acabamos adormecendo sem sentir e acordamos em estado de êxtase exclamando: Que loucura! Não foi um sonho, mas também não aconteceu, embora as cenas, inclusive os "diálogos" ficaram gravados, como se realmente tivesse acontecido.
