Seja Bem Vindo!


Sua visita me deixou muito feliz...

Sua visita me deixou  muito feliz...

Amor & Emoção x Razão


domingo, 22 de junho de 2014

Domínio da emoção...realidade coberta pelo véu da ilusão

A  realidade sob o domínio da emoção torna-se revestida com o véu da ilusão,  a criatividade parece não ter limites, tudo torna-se possível :
Kit holístico (energizado) personalizado 
Caixa em cartão na cor do signo contendo: 1 quadro contemplando as características do signo e as características do nome e data do nascimento de acordo com a Numerologia + 1 pergaminho contendo as características de acordo com a data do nascimento na visão do Xamanismo talismã celta do nascimento + 2 sabonetes (1 contendo pétalas de rosa com essência de rosas, 1 da cor e essência do signo) e 1 vela artesanal com a essência e a cor do signo + 1 pedra do signo + 1 pacote de sementes da flor do signo + 1 pacote de chá/infusão do signo). Para fazer esse Kit foi necessário aprender a fazer: vela artesanal, sabonete artesanal, secagem das pétalas das rosas, caixa, moldura, criar uma pálida imitação de um "pergaminho" sem contar as horas de pesquisa na Internet e de intensa procura do material necessário (alguns difíceis de ser encontrado). 










Os Kits foram colocado dentro de um saco grande do "Papai Noel" junto à Árvore de Natal, que foi distribuído à medida que a pessoa ia entregando o presente ao Amigo Oculto, mas para saber a quem entregar (cada caixa tinha a cor do signo) tinha a dica e um gorro de "Papai Noel", até o Bebê teve entrou no "clima"


Avaliação numa escala de 0 a 10 a ilusão dita 8 (imperfeição do artesanato), mas a realidade despida da ilusão dita menos de 5 (expressão de insatisfação nos rostos de quem recebeu, "esquecimento" de um na hora que foi embora, etc..) - Dezembro de 2013 

Em Busca do Ovo perdido 

Bombons feitos em casa colocado em caixa multiusos de metal embrulhado em forma de ovo da Páscoa com tecido organza decorado com um coelho dentro de uma cesta com uma cenoura) + ovo camuflado (ovo de chocolate branco e de leite dentro da casca do ovo de galinha) = > escondido cada elemento recebeu uma folha com um coelho contendo uma letra, quando todos juntarem-se formarão a palavra que é o local onde foi escondido, com palavras "cruzadas" (só na vertical ou só na horizontal), depois de completar, na diagonal aparece o nome da pessoa que tem outra letra). Avaliação ditada pela ilusão 8, mas a realidade despida da ilusão dita 5 (alguns manifestaram terem gostado dos bombons caseiros). - Abril de 2014






50 anos uma data a comemorar (2 eventos) 
 0 primeiro, organização de uma "sessão de autógrafos de lançamento do livro" autobiográfico (cartaz de autoria própria, convites oferta da editora, pequena recepção, com cobertura fotográfica). Avaliação ditada pela ilusão 9, mas a realidade ditou 5 (todos "entraram no clima" mas por "compaixão", embora  se divertissem para valer)- Dezembro de 2011; 
O outro, (muito trabalhoso, dificuldade em encontrar o material necessário, aprender para fazer, muitas horas gastas entre pesquisa na Internet, locais de vendas, e realizar)  uma retrospectiva com: réplicas de cenas marcantes da infância (pipa, futebol de mesa, bolinhas de gude/berlinde) + kit holístico personalizado + 3 bebidas com rótulo personalizado + Pen em formato de guitarra contendo o resumo da vida). 



Avaliação ditada pela ilusão 8 (imperfeição das réplicas), mas a realidade ditou 5 (agradecimento forçado pela educação, apesar de aparente demonstração de agrado) - Março de 2014


80 anos de vida
 80 garrafas de vinho  com rótulo e contra rótulo personalizado + jogo da memória (6 pares de fotos do passado em miniatura) + 6 puzzle das fotos do passado + biografia editada.


Avaliação ditada pela ilusão 9, ditada pela razão = 5 (comentário de quem recebeu"tanto trabalho para nada, não dou valor a isso", porém estava com a saúde abalada nessa altura)- maio de 2013

Caça ao ovo escondido  
Bombons feitos em casa (chocolate branco com amendoim e chocolate de leite com amendoim) em embalagens de cartão (caixas de bolos compradas) embrulhadas em organza com laço de fita. escondidos, para encontrá-los cada um tinha que resolver um labirinto, a medida que foram acabando, recebiam outro labirinto com a pista para encontrar esconderijo, o primeiro que encontrasse distribuiria os "ovos" pelos outros






Avaliação ditada pela ilusão 9, ditada pela razão = 6 (pista com erros, pouco entusiasmo dos participantes)
(Páscoa de 2013)
A realidade arranca o véu da ilusão mostrando que a criatividade  que achava ser  algo fenomenal, não é nada de especial, porque a todo o instante encontra-se alguém que exibe uma criatividade fora de série que desperta grande admiração e nessa hora ao comparar, vem a decepção e  surge a expressão "a montanha pariu um rato" ( uma das melhores metáforas para indicar a nossa decepção perante um resultado que frustrou as nossas expectativas).

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Paixão no prato...explosão de emoção!

A confecção dos bolos de aniversário está cada vez mais aprimorada. É  a 3ª vez que uma paixão,o Voley, é o motivo do bolo de aniversário: 

A primeira que também foi a primeira festa de aniversário surpresa, foi quando os amigos, surgidos no Voley, prepararam uma festa surpresa, planejaram durante 1 mês, quando havia jogos de Voley, a dificuldade foi fazer os planos sem que a aniversariante percebesse, que só percebeu quando, os 2 amigos que aceitaram o seu convite (fazia parte do plano só dois aceitarem para que não desconfiasse) pediram para mostrar aonde ficava a casa das irmãs amigas do Voley e quando se  dirigiam ao local foi avistado o carro de um dos amigos virando a esquina, então houve a desconfiança e a tentativa de dar meia volta, mas os amigos agarram cada um nos braços e carregaram literalmente até a casa onde estava organizada a festa, onde todos os amigos estavam lá,  no violão um amigo tocou a música do Milton Nascimento:

Maria, Maria,
É um dom,
Uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece
Viver e amar
Como outra qualquer
Do planeta

Maria, Maria,
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que rí
Quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta

Mas é preciso ter força,
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca

Maria, Maria,
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha,
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida...


Todos cantaram-na e entregaram um buquet de rosas vermelhas (o 1º que recebera) e depois levaram para ver, a mãe das meninas fizera um bolo que era uma quadra de  Voley com rede e jogadores com uma bola, uma emoção tão grande que as lágrimas rolaram solta.
A segunda vez foi para assinalar um ano em particular e para isso imaginado (e levado para chocolataria confeccionar) o bolo em que mostrasse os marcos dos anos: Trevo dividido ao meio por uma rede de Voley em chocolate, de um lado e do outro discos  de chocolate com imagens dos marcos e das "paixões" do passado, todo em chocolate preto mesclado de branco, a final o chocolate também é uma paixão e foi um aliado, assim como o Voley, para superar um momento de profunda dor e sofrimento.
A terceira esta, a bola de Voley Nike com um sorriso (uma lua de chocolate) e os olhos (era para ser um sol, mas na confeitaria não conseguiram, talvez não tivesse entendido a idéia) também de chocolate, o miolo do bolo, não poderia ser outro, de chocolate com recheio de morango e chantili,  foi para assinalar o regresso ao Voley, depois de 14 meses de afastamento e com 2 equipes completas, o que não acontecia nos últimos anos. Ao lado,o primeiro cheesecake confeccionado, não ficou muito com o aspecto desejado, porém ficou delicioso (experiência a partir da receita do Edu Guedes, com a diferença que foi com morangos somente e portanto as quantidades da calda não foram iguais podendo influenciado no resultado final). 
Parece que a "paixão no prato" atraiu bons fluídos foi uma explosão de emoção: O abraço emocionado do pai (o melhor presente, já houve outros abraços, mas este foi especial, principalmente por ele estar presente e recuperado em termos de saúde, Graças a Deus, o ano passado estava no pós operatório imediato de uma cirurgia melindrosa e que dias antes estivera "patinando", pelo grau de gravidade de uma doença que se instalou), SMS nos primeiros minutos do dia, os votos recebidos daqueles que são importantes, cada um contribuindo para um crescente vulcão de emoções, até chocolate em livro de receitas e em bebida (Baileys de chocolate para o brinde, contrariando o que é normal, com coca-cola ao invés de bebida alcoólica) teve para que houvesse uma explosão de emoção, que só não foi total e completa pela ausência de uma das estrelas guia da família que partiu neste preciso mês, há 7 anos atrás.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Ansiedade é sofrer por antecipação...deixar-se arrastar pelos estímulos




Ó Deus ! 
Deus que consola os corações! 
Senhor confesso ! Meu coração anda agitado! Afobado! Ansioso!
 Senhor me ajude a vencer esta ansiedade que insiste em ficar em meu coração! 
Pai o Senhor sabe o motivo de minha ansiedade! 
Transforme esta ansiedade em paz, transforme o desespero em esperança! 
Coloco diante de Ti a minha causa e lanço sobre o 
Senhor essa ansiedade que está destruindo a minha fé! 
Em nome de Jesus Cristo eu ordeno, ANSIEDADE SAI DA MINHA VIDA! 
Pai te agradeço e creio que o Senhor está me ajudando, 
 no momento certo e na hora certa o Senhor o milagre vai se materializar! 
Muito obrigado Senhor! 
Em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo.
 Amém  
http://www.oracaodas11.com.br/do-dia/oracao-contra-ansiedade



Ansiedade é sofrer por antecipação ou preocupar-se desnecessariamente com coisas que ainda não aconteceram. Nesse sentido, poderiamos dizer que a ansiedade é o oposto da depressão. Desde a visão védica, uma emoção ou um pensamento que nos leve à agitação ou à ansiedade são considerados rajásicos, enquanto que pensamentos paralisantes como aqueles que conduzem ao estado de depressão são considerados tamásicos. Respectivamente, as palavras rajas e tamas significam em sânscrito ação e imobilidade.


Se a ansiedade é a dificuldade para lidar com o excesso de aprêmios no cotidiano, a depressão é a falta mais absoluta de horizontes, estímulos ou inspiração para agir. Se você for ansioso, fique feliz, pois a presença da ansiedade indica que você está longe da depressão, já que estas duas situações, ansiedade e depressão, estão em extremos opostos dentro da ordem psíquica.

Assim, se quisermos ficar distantes desses dois extremos, devemos encontrar o caminho do meio entre um e o outro. Isso é chamado sattva. Esse termo quer dizer harmonia, equilíbrio e paz. Assim, devemos considerar que existe esse caminho do meio, o equilíbrio entre deixar-se arrastar pelos estímulos, ou tornar-se absolutamente indiferente a eles. Assim, a ansiedade parece estar vinculada com algumas situações pontuais, como as seguintes:

1) a vontade de que o tempo pare, ou ande mais depressa, 
2) a vontade de que as pessoas ajam de forma diferente, 
3) a vontade de que as coisas aconteçam de maneira distinta e,
4) a impotência sentida ao perceber que não se está no controle.


Três passos para dizer adeus à ansiedade.

O primeiro passo para se livrar da ansiedade é assumir-se como alguém que tem ansiedade. De nada adianta ficar de costas para esse sentimento. Ignorá-lo equivale a varrer o problema para baixo do tapete, ou fingir que ele não existe. O segundo passo é deixar de considerar a ansiedade um problema! O terceiro e último passo é começar a olhar para si mesmo como alguém cuja tranquilidade e felicidade não dependem do resultado das ações e que, portanto, de nada adianta se preocupar antecipadamente com elas, assim como de nada serve se lamuriar quando os frutos delas ficam aquém dos nossos desejos.

O deus Krishna diz para o príncipe Arjuna, naquele diálogo imortal que é a Bhagavad Gita, que os problemas que tanto sofrimento lhe produzem são, em verdade, insignificantes. Porém, a situação de Arjuna é grave, por onde olharmos para ela: ele se vê na contingência de guerrerar contra a própria família. A enigmática e contundente resposta de Krishna ao desespero do príncipe é: “Estás te lamentando por quem não deves lamentar-te, embora tuas palavras sejam sábias. O homem realmente sábio não tem lágrimas, nem para os vivos, nem para os mortos” (II:11). O grande professor Hermógenes já disse o mesmo, com outras palavras: “Não se preocupe com ninharias. Tudo é ninharia!”

Seja qual for o caso, cabe lembrarmos que há coisas que, inevitavelmente, estão fora da nossa alçada, que não poderemos mudar, transformar ou melhorar, por maior que seja o esforço que façamos. Como diz aquele ditado português, aquilo que não tem remédio, remediado está. Por outro lado, algumas ações que realizamos no intuito de transformar ou melhorar alguma situação, nem sempre produzem os resultados esperados. Como diz aquele outro ditado, não adianta chorar sobre o leite derramado. Se o resultado ficou aquém das expectativas, pois relaxamos, respiramos fundo, viramos a página e começamos de novo.


Veja a ansiedade como uma aliada, não como um obstáculo.

Então, se tivesse que colocar a maneira de lidar com a ansiedade na forma de uma receita de bolo diria que, canalizada positivamente, a ansiedade pode ser uma importante força de realização, colocada à serviço do seu próprio crescimento pessoal. Podemos fazer com que ela trabalhe em nosso próprio benefício. Lembre que você não é a ansiedade, nem os pensamentos que a produzem, nem as emoções que a seguem. Lembre que você é tranquilidade e paz, independentemente de estar vivendo situações de instabilidade ou incerteza.

Talvez, o principal antídoto contra a ansiedade, afora os três passos acima mencionados, seja ver a si mesmo como alguém pleno e realizado, cuja felicidade não depende da execução de quaisquer ações ou da presença de quaisquer situações ou pessoas para ser feliz. Você não pode se tornar feliz ou pleno, pois você já é plenitude e felicidade! Se Krishna disse diálogo citado acima que o “sábio não tem lágrimas, nem para os vivos, nem para os mortos”, foi para lembrar a seu amigo e aluno que existe uma ordem, e que todos nós somos parte dela.

Não somos “uma porção” de plenitude, pois concluir isso é ilógico e incorreto. Somos a própria plenitude, àquela à qual nada pode ser acrescido, e da qual nada pode ser tirado. Quando olhamos dessa forma para nós mesmos, desaparece aquela pressão, aquela insegurança, aquela vontade de que o tempo voe ou pare, aquela vontade de controlar situações ou pessoas. Assim, aceitamos com gratidão o que recebemos e temos para viver a cada dia.

O autor destas linhas, por exemplo, sempre deixa a tarefa de escrever esta coluna para o último dia do prazo combinado com as editoras. Mas, ao invés de ficar me preocupando com o tema a ser abordado, ou com o fato de perceber que os dias vão passando e o texto não está pronto, simplesmente vou surfar e/ou faço meu trabalho, enquanto espero que a inspiração venha.

Às vezes, ela aparece num relâmpago e o texto fica pronto em meia hora. Outras vezes, fico até tarde na noite do último dia para terminar no prazo. Mas, em nenhum momento me estresso com isso. Hoje mesmo surfei por três horas antes de assumir que estava na hora de começar (e terminar!) este texto. E, agora, concluo calmamente, esperando que você, amigo leitor, o desfrute, da mesma forma que eu desfrutei ao escrevê-lo. 

Namaste!
http://bemzen.uol.com.br/noticias/ver/2014/05/18/2685-yoga

                                       

domingo, 4 de maio de 2014

Uma visita inesperada...um momento emocionante!



 No ano passado  uma imagem emocionante, uma pomba branca pousada no Papa Francisco, que demonstra agir da mesma forma que São Francisco de Assis agia,  que  também  tem uma imagem semelhante, aliás ele é considerado o santo protetor dos animais,  em vida os animais o procuravam,  por isso quando vejo um animal abandonado numa estrada invoco-o para que o proteja e o alimente. 
A pomba branca é envolta  de grande simbolismo: Símbolo do Espírito Santo (como está descrito na Bíblia por altura do Batismo de Jesus Cristo) Símbolo da paz.

O momento em que uma pomba branca entrou na varanda e depois no salão da casa com um a vontade tão grande como se estivesse no seu ambiente natural, foi emocionante, ainda mais  quando ela se aproximou e comeu o milho da mão,  uma bênção sentir a confiança depositada. Depois saiu para a varanda e ficou aninhada, parecia que precisava de mais alguma coisa, após receber Reiki foi-se embora, deixando uma sensação de paz e ao mesmo tempo perplexidade com o que tinha acontecido, veio logo a lembrança da história de São Francisco e dos animais que estavam precisando de ajuda procurarem-no, também veio a lembrança da descrição do  Espírito Santo descer sobre Jesus na figura de uma pomba branca, foi simplesmente mágico, por mais que desejasse que isso alguma vez me acontecesse, jamais acreditei que fosse possível. Mas aconteceu, felizmente tinha a câmara fotográfica para registrar esse momento emocionante único, inesquecível .
  

 


domingo, 27 de abril de 2014

Domínio da Razão...a realidade despida da ilusão

A realidade despida de ilusão torna-se por vezes difícil de encarar, mais ainda quando temos a percepção de que somos  perfeitos desconhecidos de nós mesmos e quando somos apresentados a nós mesmos, não conseguimos dizer "muito prazer em conhecer", talvez este seja a base da depressão que acomete milhares de pessoas no mundo inteiro. Muitos dirão que a depressão não surge dessa constatação ,  dirão antes que a depressão faz com que a pessoa tenha uma noção ou percepção negativamente exagerada  da realidade, aumentando o seu sofrimento, acentuando o estado de humor depressivo, quer uma  teoria, quer outra podem ser verdadeiras e complementares, serem causa-efeito uma da outra, em alguns casos, mas também podem passar ao lado em outros casos.
 Perante uma mesma realidade as pessoas tem maneiras diferente de encará-las: De forma otimista = vendo sempre um lado positivo e por isso com esperança, mesmo que se apresente desfavorável; De forma negativa = olhando sempre os pontos negativos, mesmo que não seja desfavorável; ou neutra/realista = vendo exatamente como se apresenta, sem super valorizar, nem sub valorizar, apenas constata.
A percepção da realidade é muito subjetiva, principalmente quando estamos nos auto avaliando, depende do momento interior que estamos vivendo, do grau de importância e de afetação da nossa vida, da forma como enquadramos, entre outros fatores. Considerando um cristal branco na forma de pirâmide, como sendo a realidade, se fizermos incidir um foco de luz (a nossa visão/ informação que processamos no cérebro) vamos ter vários raios de tonalidades diferentes (a nossa percepção depois da informação processada) dependendo da posição em que estejamos (do nosso momento interior, do predomínio da razão ou da emoção, etc..)
Na busca do auto conhecimento houve momentos de encontro com a realidade, mas houve momentos de ver além e aquém da realidade, porém nunca chegando a nenhuma conclusão ou certezas, muito pelo contrário, só dúvidas e incertezas. Quando parecia ser a realidade era uma ilusão, quando parecia ser uma ilusão era a realidade, quando parecia auto conhecimento a realidade mostrou o reverso da moeda. Quando pensava ter aproximado ao eu espiritual desenvolvido, a realidade mostrava que era uma miragem, na verdade estava mais próximo ao eu espiritual inferior, originando um desalento ao ver que ainda não foi conseguido o caminho da evolução espiritual , além de revelar algo que surpreende desagradavelmente e não deixa dizer "prazer em conhecer" ao olhar o espelho.

sábado, 26 de abril de 2014

Razão sobrepondo a Emoção...auto avaliação!

A tentativa de encontrar o Eu Absoluto passa por fazer uma (ou várias) auto avaliação, aproveitando como ponto de partida a avaliação de um aspecto da vida, "paixão" pelo Voley:
 Passado 2 meses de retorno ao Voley, está na altura de fazer a 1ª avaliação da atuação/desempenho/evolução dessa nova fase, nos quesitos atitude e posicionamento em quadra, aplicação correta dos fundamentos do Voley (Sac, recepção,defesa,  passe, remate, bloqueio),  a razão suplantou a emoção:
Atitude = 4 (embora com atenuantes: relógio no pulso - pela falta de bolso na calça, necessidade de controlar a saída - atitude parada , falta de agilidade- falta de confiança na equipe, pelo "roubo" das bolas, condicionando atitude de cautela e prudência para evitar acidentes e lesões)
Posicionamento = 4 ("colada" ao chão, falta de acompanhamento da bola, mau posicionamento na defesa do ataque e na cobertura do bloqueio)
Sac = 5 (pouca força, fácil de ser defendido,  só por baixo ou balanceado, porém direcionado)
Toque = 5 (muito afastado da rede,  com preferência de uma das mãos ao invés de ser as duas em simultâneo, sem ajuda dos membros inferiores)
Remate = 3 (só  no aquecimento - quando não vem um passe "abacaxi"- no ataque e defesa, só arriscando quando há confiança de que vai passar, poucos passes intencionais e sinalizados - Geralmente é sempre para o outro atacante - passos incorretos, pouca impulsão, sem velocidade, sem tempo de bola, sem bater de cima, sem estar de frente para a bola e sim em baixo  dela , sem visão de quadra na hora do  remate)
Manchete = 5 (mau posicionamento, bola "arestado", recepção de serviço em pé, "pés com raízes" a espera  que a bola caia nas mãos, sem "domínio das emoções"-recepção de serviço ou cortada "bomba" sem amortecer a força, e zunido a bola)
Bloqueio = 0 (sem bloqueio e sem cobertura de bloqueio, sem cobertura das "pingada"/amorti nas linha dos 3 metros")

Avaliação global = 4

Nessa sequência vão surgindo outras auto avaliações, todas com pontuação negativa, começando pelo profissional, a escolha do curso foi sem pestanejar, confundiu-se sonho com escolha (única  sem múltiplas escolhas de uma suposta vocação), passados alguns anos  a  triste descoberta a partir de um diálogo casual:
- "o que faz?"
Uma resposta evasiva -"prefiro não dizer" (para evitar coscuvilhice)
- "nós aqui temos orgulho do nosso curso" e a resposta mais desconcertante e desconfortante: -"Já tive orgulho no meu", resposta automática, mas que expressava  a realidade , um "lampejo" de consciência que se fez no momento que se fez luz: os acontecimentos que foram se somando no exercício da profissão, foram moldando esse orgulho, a ponto de considerar que talvez não seja benéfico a ausência de múltiplas escolhas na hora de decidir por um curso, porque pode haver gosto, mas não é garantia de ter vocação, nem sempre o que desejamos  para nós significa que tenhamos talento ou que seja o melhor para nós.
Avaliação do exercício profissional = 4 (capacidade aquém do desejado, esperado ou exigido, insatisfação das pessoas, alvo do trabalho, manifestada ou sentida, embora por vezes injustamente ou que não correspondem à realidade, pouca satisfação no final de um dia de trabalho, a atuação em nada  se assemelha ao sonhado ou idealizado-atenuante: Talvez modificação da percepção e conhecimento do ser humano como um todo, para além do que se aprende na faculdade e nos livros da ciência ). 
Este resultado leva a perguntar, qual o"eu" da personalidade, na sequência  do post anterior o ID, o Ego ou o Superego, ou do 3 "eu" físico -desejo- mental -razão- ou o espiritual -vocação- terá influenciado na escolha da profissão? e na "paixão" pelo Voley, já que ambas receberam pontuações iguais, negativas , demonstrando que na prática não existe vocação? Estas perguntas só vem confirmar que encontrar o Eu Absoluto é improvável, inatingível e talvez impossível.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Encontro com o Eu absoluto


A busca do auto conhecimento leva a encontros e desencontros do Eu Absoluto ou Total =somatório do eu exterior ou físico, eu interior ou espiritual e eu personalidade ou psíquico, a História nos revela que é muito difícil  encontrar o Eu Absoluto, ou Homem Total, quando encontrou-se um, o que os Homens fizeram? ao invés de absorver seus ensinamentos e os porem em prática, prenderam-no, humilharam-no, crucificaram-no como se de um criminoso se tratasse. Ao longo dos tempos outros foram surgindo, embora nenhum se assemelhe ou seja 100%., conseguir atingir o equilíbrio entre os "eus" não é fácil, cada eu está subdivido em vários outros, para se ter uma ideia, o  "pai da Psicanálise", Freud, imaginava a constante luta dentro da personalidade quando o ego é pressionado pelas forças contrárias insistentes. O ego deve tentar retardar os ímpetos agressivos e sexuais do id, perceber e manipular a realidade para aliviar a tensão resultante, e lidar com a busca do superego pela perfeição. E, quando o ego é pressionado demais, o resultado é a condição definida por Freud como ansiedade. [Id: fonte de energia psíquica e o aspecto da personalidade relacionado aos instintos, isto é, o reservatório de energia psíquica, onde se localizam as pulsões de vida e de morte. As características atribuídas ao sistema inconsciente. É regido pelo princípio do prazer (Psiquê que visa apenas o prazer do indivíduo); Ego: aspecto racional da personalidade responsável pelo controle dos instintos. É o sistema que estabelece o equilíbrio entre as exigências do id, as exigências da realidade e as ordens do superego. A verdadeira personalidade, que decide se acata as decisões do Id ou do Superego; Superego: o aspecto moral da personalidade, produto da interiorização dos valores e padrões-das proibições, dos limites e da autoridade- recebidos dos pais e da sociedade, nestes se enquadram a doutrina cristã, o credo religioso,  fica sempre censurando e dizendo: Isso não está certo, não faça aquilo, não faça isso, ou seja, aquela que dói quando prejudicamos alguém, é o nosso "freio"].
A vida inteira busquei encontrar o Eu Absoluto, mas a sensação  é de estar sempre rondando quando parece estar perto de encontrar mais distante se torna, olhando para o passado parece que já estive muito perto, mas a cada dia que passa me afasto mais e mais, são atitudes, pensamentos, decisões que levam a reconhecer que o auto conhecimento está longe de se concretizar e o quão distante parece se encontrar o Eu Absoluto.