
Trava-se então uma luta entre a energia interna (negativa) e a externa (maravilhosa) e cria-se um desconforto, uma espécie de culpa e ingratidão para com o Criador, que presenteou com um dia radiante de beleza, paz, serenidade, de energia maravilhosa e internamente não estamos usufruindo, é como se recusássemos um presente.
Para vencer essa luta travada: É levantar a cabeça, olhar através da janela e por minutos abandonar-se nesse cenário esplendoroso numa atitude de contemplação e gratidão e nos deixarmos envolver por esse bálsamo que Deus nos envia para serenar o mar revolto do nosso interior.
Após absorvermos esse bálsamo, tudo se modifica, o nosso mar revolto de outrora transforma-se num lago sereno, porém com água em movimento, um redemoinho latente à espreita de entrar em atividade, aproveitando-se de um momento de distração do nosso sentinela interior que ficou alerta contra tudo que possa desestabilizar a harmonia conseguida ou de uma nuvem que encubra o sol e modifique o cenário belo de antes.
Chegou o fim dessa batalha e a vencedora foi a energia positiva, biotransformadora irradiada pelo Universo, através do sol, contudo a energia negativa não foi aniquilada totalmente, apenas saiu do campo de visão, ficando latente, quieta, como uma cobra venenosa à espera de dar o bote. Felizmente quanto mais derrotas esta sofrer mais o espírito se fortalece e torna-se sereno e um dia, a paz interior será uma constante e haverá o equilíbrio entre o interior e o exterior, um será o reflexo do outro.
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